Imagem de leitura — Vicente Puig

9 06 2011


Jovem lendo, 1927

Vicente Puig ( Espanha, 1882- Argentina, 1965)

óleo sobre tela, 47 x 49 cm

Casa de Leilão Castells & Castells — Montevideu, 2007

Vicente Puig nasceu na Catalunha, na Espanha em 1882.  Seus primeiros estudos de  pinttura foram em Barcelona.  Mais tarde foi para a Alemanha, Munique, onde estudou por 3 anos, seguindo em direção a Roma.  Mais tarde dedicou-se à pintura am Madri e em Paris onde trabalhou no ateliê de Cormon.   Emigrou então para Montevideu no Uruguai onde permaneceu por algum tempo.  Lá foi diretor do Círculo de Belas Artes.   Depois foi para Buenos Aires, onde permaneceu por 45 anos.  Além de professor de pintura na cidade portenha, também expôs nos salões da década de 1920 quando ganhou diversos pr~emio.  Morreu em 1965, em Buenos Aires.





Descobertas e mais descobertas paleontológicas no RS e na Espanha…

25 03 2011

 

Tiajudens eccentricus, no Rio Grande do Sul.

No Rio Grande do Sul

Uma equipe de paleontólogos das Universidades Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Federal do Piauí (UFPI) e de Witwatersrand (África do Sul) descobriu fósseis de um vertebrado herbívoro com dentes de sabre em Tiarajú, na região central do Rio Grande do Sul.

Segundo a UFRGS, o animal era um terápsido (antiga linhagem de vertebrados que deu origem aos mamíferos) que viveu no Período Permiano da Era Paleozoica – pelo menos 260 milhões de anos atrás.  Este período foi sucedido pelo Mesozóico, quando os dinossauros apareceram.

Apesar de não ser muito grande (tinha o tamanho de uma anta), o espécime chama a tenção por seus dentes de 12 cm.  Os pesquisadores chegaram à conclusão de que era uma nova – e estranha – espécie e a nomearam de Tiarajudens eccentricus.  Seu nome se refere a Tiaraju,  distrito de São Gabriel no estado do Rio Grande do Sul.   Além da arcada dentária o Tiajudens contava com 26 dentes largos, semelhantes aos nossos molares, no céu da boca.  Acredita-se que eles servissem para mastigar folhas.

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— “Os incisivos, posicionados na maxila, tinham serrilha para arrancar as plantas, muito parecidos com os que encontramos hoje nos ruminantes.  Os dentes do palato mastigavam, o que era uma novidade, porque proporcionava melhor digestão” — disse Juan Carlos Cisneros, paleontólogo da Univerdidade do Piauí.

Os pesquisadores destacam também que é o mais antigo registro de terápsido que tinha a capacidade de mastigar e o mais antigo de um herbívoro com dentes de sabre – característica comum em alguns carnívoros extintos, como o famoso tigre dentes de sabre, mas rara em herbívoros.

Os cientistas acreditam que os longos dentes eram usados em lutas entre membros da mesma espécie ou como defesa contra predadores. A descoberta está publicada na revista científica Science.

— ” Alguns estudos já haviam encontrado fósseis do Paleozóico no Pampas.  Por isso, resolvemos intensificar a pesquisa naquela região.  Foi assim que chegamoso ao Tiarajudens.  Além do crânio, encontramos vestígios de uma pata e de outras partes do corpo, que ainda estão sendo estudadas, e que permitirão, em breve, outras descobertas sobre a espécie.   Por enquanto sabemos que era um animal adulto, e provavelmente macho.  As fêmeas não deviam ter dentes de sabre ou então eles eram mais curtos.” — esclareceu Cisneros.

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Enquanto isso, na Espanha….

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Narulagus Rex
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Pesquisadores do Instituto Catalão de Paleontologia (ICP) descobriram fósseis de um coelho gigante na ilha de Minorca, na Espanha. A descoberta foi publicada no Journal of Vertebrate Paleontology. O coelho, de nome científico Nuralagus rex, viveu há cerca de 5 milhões de anos e pesava entre 12 e 15 kg, cerca de 10 vezes o peso de um coelho nos dias de hoje.

A pesquisa indica que o mais curioso deste coelho gigante é o fato de ele não poder pular e se mover com as mãos e os pés colocados ao chão – característica de animais como ursos e capivaras. O estudo aponta que a existência deste mamífero roedor pode ser entendida pelo motivo de o ecossistema da ilha de Minorca não ter predadores para esta espécie.

A pressão seletiva sobre os ecossistemas insulares gera a limitação de recursos, o que implica a ausência de predadores. Não podemos comparar com o que acontece hoje, porque a atividade humana levou à introdução de novas espécies e à caça“, disse Meike Köhler, co-autora do artigo e chefe do grupo de pesquisa de Paleontologia do ICP.

FONTES: Portal Terra e O Globo, edição impressa.





Imagem de leitura — Juan Gris

3 03 2011

Pierrô com livro, cerca 1924

Juan Gris (Espanha 1887-1927)

Óleo sobre tela,  84 x 70 cm

Tate Gallery, Londres

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Juan Gris, pseudônimo de Juan José Victoriano González.  Nasceu em Madri, na Espanha em 1887.   estudou na Real Academia de Belas Artes São Fernando, estudou depois sob direção do pintor José Moreno Carbonero.  Seus primeiros trabalhos profissionais foram ilustrações para revistas da época inclusive revistas de poesias.   Em 1906 vai para Paris.  Lá conhece os maiores pintores, poetas e críticos literários de seu tempo.  Entre eles Pablo Picasso e Georges Braque dois pintores que exerceram grande influência sobre seu trabalho.    Abraça então o movimento cubista em 1912.   Faleceu aos 40 anos em 1927.





O Rei mandou me chamar — poesia infantil, folclore brasileiro, anônima

18 02 2011
Rei de Ouros, Baralho Espanhol.

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O  Rei mandou me chamar

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                                 Anônimo

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O Rei mandou me chamar,

pra casar com sua filha.

Só de dote ele me dava,

Europa, França e Bahia.

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Me lembrei do meu ranchinho,

da roça, do meu feijão.

O Rei mandou me chamar.

Ó seu Rei, não quero não.

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Folclore brasileiro, canto negro do Recôncavo Baiano.

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Vejam o vídeo  do  Iº Encontro de Coros Camargo Guarnieri – Coral Juvenil EMMSP – Teatro Municipal de São Paulo Maestrina: Mara Campos.

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Imagem de leitura — Antonio Gonzalez Collado

10 01 2011

Leitura, s/d

Antonio Gonzalez Collado ( Espanha,1930)

www.antoniogonzalezcollado.com/

Antonio Gonzalez Collado ( Espanha, 1930)  nasceu em El Ferrol, na Galícia.  Tinha 6 anos de idade quando a Guerra Civil Espanhola começou.  Parou de estudar aos 13 anos para poder trabalhar, mas desde adolescência já mostrava uma queda pela pintura.  Aos 17 anos foi se encontar com seu pai, exilado na Tunísia.  Continuou desenhando e pintando por este tempo. Permaneceu na Tunísia  até 1956, quando se muda para Paris, onde trabalhou para poder sustentar seus estudos de pintura com Adam, Lesbouni e Martial.  Também freqüentou a Académie de la Grande Chaumière.  Começa a exibir seus trabalhos em galerias  a partir de 1961.  Suas especialidades são pintura de gênero, retratos , que em geral incluem crianças e adolescentes e ocasionalmente paisagens.





Aprecie neste vídeo a obra de Félix Revello de Toro

2 12 2010




Imagem de leitura — Félix Revello de Toro

2 12 2010

Sempre Feliz, 1977

Félix Revello de Toro ( Espanha, 1928)

Óleo sobre tela,  73 x 50 cm.

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Félix Revello de Toro, (Espanha, 1928) Nascido em Málaga, teve sua primeira exposição de arte aos dez anos de idade, em 1938.  Estudou pintura na Escuela Superior de Bellas Artes de San Fernando com César Alvarez Dumond, Antônio Burgos Oms, Rafael Murillo Carrera e Federico Bermúdez Gil.  Isto o fez muito familiarizado  com as obras de outros grande artistas tais como Sorolla, Casas, Benlliure, Muñoz Degrain , Martinez Cubells, Fernández Ocón, etc.  Aos dezesseis anos ganhou por competição duas bolsas públicas para estudar pintura em Madri onde permaneceu por cinco anos.  Ganhou diversos prêmios inclusive o Premio extraordinário de Belas Artes e a bolsa Carmen del Rio, em 1951, que lhe permitiram permanecer em Roma.  Em novembro de 2010 a cidade de Málaga abriu um museu dedicado à sua obra.

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NOTA: Há discrepâncias quanto ao ano de nascimento de Félix Revello de Toro.   Mais ou menos metade dos livros e sites dão como 11 de junho de 1926, enquanto que a outra metade dá 1928,  Escolhi a informação do Museu Félix Revello de Toro, recém-inaugurado (novembro de 2010) em Málaga.





Imagem de leitura — Carmen Varela

19 10 2010

A leitora, 2005

Carmen Varela ( Espanha, contemporânea)

Acrílica sobre madeira, 40 x 40 cm  

www.carmenvarela.com

Carmen Varela é uma artista contemporânea, espanhola, residente em Madri.  Trabalha com pinturas e esculturas e outras artes.  Visite o seu site para conhecê-la melhor.





Meu foco nas eleições presidenciais: a educação

14 10 2010

Luminosidade de por do sol, Espanha

Albert Moulton Foweraker(Inglaterra, 1873-1942)

Aquarela

Foi na década de 80, a primeira vez que estive na Espanha.  Passei oito maravilhosos dias em Madri, onde todas as manhãs visitava o Museu do Prado.   As tardes eram passadas fazendo as mais diversas visitas turísticas  e compras para minha futura casa.  Estávamos a caminho da Argélia, onde meu marido iria ensinar na Universidade de Oran e haviam nos aconselhado a comprar alguns aparelhos eletro-domésticos na Espanha, porque a voltagem era a mesma.  É claro que não nos limitamos aos aparelhos elétricos porque havia muita coisas maravilhosa sendo oferecida  nas grandes lojas de departamentos, entre elas El Corte Ingles.   Foi uma semana mágica, que marcou a passagem para uma nova vida, um marco.  Foi um período de suspensão entre a vida que havíamos levado até então e a que nos esperava num país totalmente desconhecido, num outro continente, com outra religião.  A Espanha nos fascinou e foi para ela que voltamos sempre, inúmeras vezes, não só no período em que moramos na Argélia, como quando pudemos, até hoje acabamos achando uma brecha em qualquer roteiro para lá voltarmos.  A Espanha é um país para o qual vou com alegria e excitação.  Já pedi para passar lá e consegui, dois aniversários, um em Salamanca e outro em San Tiago de Compostela.

Na época da nossa primeira visita,  a Espanha ainda não fazia parte da Comunidade Européia.  Ao longo desses quase 30 anos, vimos, através das nossas visitas, uma grande diferença econômica e social impulsionando o país.   Seu povo é um dos mais apaixonados e apaixonantes do mundo.  Tem uma energia e um orgulho intoxicantes.  Os espanhóis têm uma história riquíssima e muitos dos mais belos recantos turísticos do mundo.  Nas nossas últimas viagens testemunhamos, com prazer, o desenvolvimento econômico e social do país evidente em todo canto, nas ruas, nas firmas, no governo.  Era assim, até recentemente.  Ainda não estive lá depois da crise mundial, mas até então a Espanha crescia a olhos vistos.

Portanto, foi com excitação que me envolvi com a leitura nesse fim de semana de um relato de viagem de Penelope Chetwode, em Two Middle-aged Ladies in Andalusia [John Murray Travel Classics: 2002] — Duas senhoras de meia-idade na Andalusia —  uma nova edição do livro publicado em 1961, em que a autora [ uma das senhoras de meia-idade mencionadas no título, uma inglesa de 51 anos – faz turismo pelos povoados do interior da Andaluzia,  montada na égua  de 12 anos de idade [a outra senhora de maia-idade],  Marquesa.  Gosto imensamente de relatos de viagem, uma área da literatura raramente encontrada no Brasil.  E gosto muito mais ainda desses relatos quando feitos por autores ingleses que, a meu ver, estão entre os mais bem humorados, irônicos e aventureiros que conheço.   Além do mais, a minha expectativa em ler esse livro foi ainda maior por ele se passar na região da Andaluzia, que com a Galícia, fazem parte dos meus locais favoritos no mundo, locais para onde sempre retornarei com prazer e alegria.

O livro de Penelope Chetwode não me desapontou.  É irônico, cheio de aventuras, e pinta uma Espanha desconhecida para mim. Em outubro/novembro de 1961 – período de viagem da autora — o mundo era muito diferente.  Estávamos, emocionalmente e economicamente, fechando a década de 50.  Aqui no Brasil, a nossa capital já era Brasília e o Rio de Janeiro virara Estado da Guanabara.   Jânio Quadros havia renunciado em agosto daquele ano.  Os Beatles não haviam tomado o mundo com suas músicas.  O homem ainda não desembarcara na Lua.  Não havia radinho de pilha.  John F. Kennedy não havia sido eleito.   Ah, sim, e o ditador Francisco Franco ainda estava no poder na Espanha.    Vinte e poucos anos depois quando visitei Madri pela primeira vez, a realidade era bem diversa daquela descrita no livro de Penelope Chetwode.  Tudo mudou, rapidamente.

Numa das passagens da viagem de Penelope Chetwode dá para perceber o quanto a Espanha se modificou nesses últimos 50 anos.  Os que lêem o meu blogue sabem da minha preocupação com a educação, sobretudo a educação de mulheres.  Para mim, qualquer referência ao analfabetismo é sempre doloroso.  Assim, é natural que a passagem que cito abaixo tenha sido uma que me tocou de maneira profunda, a tradução do texto é minha.

[“In this village I at last discovered the Mass mystery in Spain: the church bell is rung three times.  First of all about three quarters of an hour before the Holy Sacrifice is due to start, then a second time about 20 minutes later, then the third and final time when the priest goes into the sacristy to vest.  If he has overslept, nobody minds because they go by the bells, but it is very easy to lose count and often people say to you,  “was that the second bell or the third?”  I went along to church at 9 a.m. and Mass started at 9:15, just after the third bell.  Half a dozen girls, aged about 12 or 13, sat in the front pew and one of them handed out dialogue Mass cards, called in Spanish Misa Participada.  The phonetic spelling, to try to get the people to pronounce the Latin correctly, was most extraordinary.  In addition to the girls, five or six women were present.  Only the girls and I, and the little boy serving the Mass, did the responses.  Obviously, the older women could not read.”]

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Nesse vilarejo finalmente descobri o mistério da Missa na Espanha: o sino da igreja toca três vezes.  Primeiro por volta de quinze minutos antes de o Serviço Sacro começar, depois uma segunda vez mais ou menos 20 minutos mais tarde, e pela terceira e última vez quando o padre vai para a sacristia colocar a veste.  Se ele dormir demais,ninguém se preocupa porque eles se atêm aos sinos, mas é muito fácil perder a conta e frequentemente as pessoas se perguntam, “esse foi o segundo ou o terceiro toque?”  Fui à igreja as nove da manhã e a Missa começou às nove e quinze, logo depois do terceiro toque.  Meia dúzia de meninas, de 12 ou 13 anos, sentava no primeiro banco e uma delas me passou o cartão com o diálogo da Missa, chamado em espanhol de “Missa Participada”.  A versão fonética, para fazer as pessoas pronunciarem o Latim corretamente, foi muito especial.  Além das meninas, cinco ou seis mulheres estavam presentes.  Só as meninas e eu, e o menino sacristão, respondemos.  Obviamente as mulheres mais velhas eram analfabetas.

Foi um momento em que parei para agradecer o desenvolvimento dos últimos cinqüenta anos na Espanha, porque hoje o analfabetismo por lá deve estar em declínio.  Sei que este é um retrato que não casa com a Espanha atual. Mas aquela realidade ainda parece muito próxima de nós – cinqüenta anos só – para que nos sintamos imunes ao que ela retrata.  Graças a Deus as coisas parecem ter mudado.

Por cá, no Brasil, as coisas também mudaram.  A mulher hoje tem um papel mais ativo na economia e supera os homens na escolaridade.  Mas, mesmo assim, os dois bilhões de reais usados pelo atual governo para combater o analfabetismo no país, não chegaram a reduzir nem em um por cento o número de pessoas incapazes de ler – e isso não conta aqueles que são funcionalmente analfabetos.  Apesar disso, temos que celebrar os avanços que fizemos.  Mas precisamos ficar de olho.  A alfabetização, por si só, não é, nem será suficiente, para proteger as gerações futuras.  E esta semana mesmo tivemos um alerta, que deve nos ajudar a ficar em estado de prontidão, pois o noticiário – no meu caso li no Estadão – mostra que mesmo no Brasil de hoje onde as mulheres têm um melhor índice de alfabetização do que os homens, seus salários, para o mesmo trabalho feito por eles é 27,7% menor. Como a  maioria dos lares brasileiros, hoje, é encabeçada por uma mulher, mesmo que ela seja alfabetizada e preparada, escolarizada as chances de seus filhos venham a ser bem sucedidos parecem periclitantes.  Precisamos sem dúvida pensar além da mera aprendizagem de nível básico ou médio.  Precisamos pensar além da bolsa isso ou da bolsa aquilo, nessas eleições.  O que importa é: qual é o melhor programa proposto para a educação?  Não adianta prometer ” o pulo que qualidade que eu darei no futuro…”   Essas promessas já ouvimos uma, duas, dezenas de vezes.  Quem está propondo algo viável?  Continuar o que tivemos pelos últimos oito anos e que não parece estar surtindo efeito, pode ser um erro do qual poderemos nos arrepender e muito.





O maior cemitério da Espanha pré-histórica

8 05 2010

Hoje, perambulando pela rede descobri esse vídeo das escavações feitas na Espanha, quando descobriram, em meados de Janeiro de 2009, a maior sepultura pré-histórica daquele país.  Não resisti e trouxe para cá, não só o vídeo como a notícia original como apareceu no Portal Terra há um ano e meio atrás.

“Os arqueólogos descobriram perto de Murcia (sudeste) uma sepultura com o maior número de restos humanos jamais encontrados na Espanha, anunciou o governo regional.

O sítio arqueológico “Camino del Molino”, no município de Caravaca de la Cruz, contém pelo menos 1,3 mil indivíduos enterrados em torno do ano 2400 a.C. até 1950 a.C, segundo comunicado da prefeitura de Murcia.

Segundo a secretaria regional de Cultura e Turismo, trata-se do sítio pré-histórico com o maior número de corpos já encontrado.

A descoberta desta jazida permitirá estudar a população completa de um habitat pré-histórico dessas dimensões, analisando as questões relacionadas a idade da morte, doenças, dietas e diferentes traços antropométricos”.

Fonte: Portal Terra