Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)
óleo sobre tela, 50 x 61 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP
Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)
óleo sobre tela, 50 x 61 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP
Paisagem da Ilha do Governador, 1928
Galdino Guttmann Bicho (Brasil, 1888-1955)
óleo sobre tela, 99 x 103 cm
Armand Rassenfosse (Bélgica, 1862-1934)
óleo sobre papelão
Ivete Cunha Ribeiro dos Santos (Brasil, 1887-?) en Certeza, Meus Versos, 1927.
Moça lendo jornal
Karl Hofer (Alemanha, 1878-1955)
Paul Valéry
Robert Daley (EUA,contemporâneo)
óleo sobre tela, 75 x 100 cm
“Na história da literatura brasileira, em algum momento, criou-se a noção de que diversão e qualidade são elementos obrigatoriamente dissociados: o que diverte não tem qualidade, o que tem qualidade não diverte. Nessa lógica deturpada, onde se situam autores como Machado de Assis, Pedro Nava e Jorge Amado? Teríamos que assumir que “Memórias póstumas de Brás Cubas”, por exemplo, é um livro de qualidade literária que não diverte ou que é um livro divertido, mas sem qualquer profundidade artística. Ambas as ideias são absurdas. Machado unia os dois lados e, assim, fazia boa literatura…”
Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.