Auto-retrato com chapéu de palha, depois de 1782
Élisabeth-Louise Vigée-Lebrun (França, 1755-1842)
óleo sobre tela, 98 x 70 cm
National Gallery, Londres
Auto-retrato com chapéu de palha, depois de 1782
Élisabeth-Louise Vigée-Lebrun (França, 1755-1842)
óleo sobre tela, 98 x 70 cm
National Gallery, Londres
Ilustração, Pierre Mornet (França, 1972).
Chamford
Atores da Comédie Française, 1712
Jean-Antoine Watteau (França,1684-1721)
óleo sobre madeira, 20 x 25 cm
Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Shakespeare era um homem bastante confortável financeiramente quando morreu. Não era muito rico. Mas tinha fortuna maior do que a de se todos os seus colegas de trabalho da companhia de atores a que pertencia, conhecida como King’s Men. Mas sua situação financeira não chegou a se igualar às fortunas adquiridas pelos donos do teatro e seus gerentes. O grande rival de Shakespeare, Ben Jonson, esse sim ficou muito rico. Diferente de Shakespeare, Jonson se recusou a ser um acionista na companhia teatral, preferindo o patrocínio da aristocracia e as grandes comissões pelos ricos eventos de entretenimento, algo que Shakespeare nunca fez.
Informações no artigo: How rich was Shakespeare? de Robert Bearman, na Revista Prospect de março de 2016.
Ilustração Elifas Andreato.
“Terra à vista!” – Um grito intenso
soou nos céus, como um cântico,
e o Brasil surgiu, imenso,
num parto às margens do Atlântico!
(José Ouverney)
Ângelo Morbelli (Itália, 1853-1919)
óleo sobre tela
Francisco Tribuzi
Eu faço versos como quem
conserta sapatos
não como quem comanda uma empresa.
São tão simples os meus atos
como simples é a natureza.
Eu faço versos com pureza
não vou além da surpresa
que me inspiram os relatos
mas vou além do que sinto
eu faço versos não minto
e fazer versos é amar.
(Tempoema/inédito,s.d.)
Em: A Poesia Maranhense no Século XX, organização e ed. Assis Brasil, Rio de Janeiro, Sioge/Imago: 1994, p. 319.
Fabian Perez (Argentina, 1967)
“Passo a noite no hotel do aeroporto, o Ikeja Arms — pegarei o voo de volta a Ibadan amanhã. Gosto deste hotel velho com seus grandes bares escuros cheios de tripulação e aeromoças de folga. Eles conferem aquele pequeno toque de vulgaridade que o visitante sempre traz a uma taverna como esta. Adicione a isso uma noite tropical, álcool abundante, uma nação envolvida em uma guerra civil… eu quase espero que Hemingway entre pela porta.”
Em: As aventuras de um coração humano, William Boyd, Rio de Janeiro, Rocco: 2008, tradução de Antônio E. de Moura Filho, p. 403-404.