Filhotes fofos: tapir em zoológico escocês

23 11 2009

O tapir Vasan explora sua área no zôo de Edimburgo, na Escócia.





Filhotes fofos: leãozinho

23 11 2009

leão branco filhote

Aos doze dias de idade, o filhote do raro leão branco africano é alimentado por uma mamadeira no jardim zoológico de Belgrado, na Sérvia





Fóssil na África do Sul pode explicar tamanho dos dinossauros

16 11 2009

aardonyx celestaeAardonyx celestae

 

 

Cientistas da África do Sul comemoraram a descoberta de um enorme dinossauro, Aardonyx celestae, que antecede os gigantes do período Jurássico.   Os ossos recém-descobertos — um dinossauro de espécie até agora desconhecida —   mostram que ele caminhava sobre as patas traseiras, mas podia adotar uma postura quadrúpede .  O Aardonyx,  era vegetariano e caminhava na maior parte do tempo ereto.  Mas a forma de seus ossos no antebraço mostra que ele era capaz de usar as quatro patas, dividindo assim o peso num maior número de pontos do apoio.

A criatura tinha mais do que 20 metros de comprimento e seis metros de altura no quadril.  Pesava, aproximadamente, 500 kg, ou meia tonelada.   Este fóssil foi descoberto em uma fazenda perto de Belém, no Estado Livre, na África do Sul.  Sua idade está estimada em 195 milhões de anos.  Esta descoberta possivelmente ajudará no conhecimento de como os enormes saurópodes — os maiores animais que já habitaram a Terra –  evoluiram.

Este é, sem sombra de dúvida, um novo tipo de dinossauro, que nunca vimos antes e que tem uma posição significativa na árvore da família dos dinossauros, disse o paleontólogo australiano Adam Yates.  Yates liderou a investigação do Price Bernard Instituto de Pesquisa Paleontológica na Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo.  A equipe formada  por diversos cientistas africanos e de outras partes do mundo, levou mais de dois anos desbastando a pedra que cercava o fóssil. Os resultados estão publicados  na revista britânica  Proceedings of The Royal Society B.

aardonyx celestae, yates

O paleontólogo Adam Yates  descreve  a descoberta de sua equipe na Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo.  

Yates disse que o animal tem muitas características dos herbívoros que andavam sobre duas patas, bem como características de seus descendentes. Esses saurópodos, conhecidos popularmente como brontossauros, cresceram até tamanhos enormes e passaram a ser totalmente quadrúpedes.  A nova descoberta revela um estágio intermediário na evolução dessas criaturas, disse Yates. O aardonyx nos deixa vislumbrar a evolução até o animal  se tornar um saurópodo.

O nome do gênero é uma combinação das palavras terra do africâner:  aard. E do grego para garra: ônix.  Porque entre as primeira partes descobertas desse dinossauro  estavam as garras incrustadas com terra.





Duas moléculas estão associadas à fala humana

13 11 2009

falatório

Ilustração, Maurício de Sousa.

 

 

Uma simples diferença de duas moléculas em um gene idêntico no homem e no chimpanzé pode estar na origem da faculdade de falar dos humanos, segundo a revista Nature.

Estas moléculas, aminoácidos, estão na base da formação das proteínas. A proteína do gene estudado (FOXP2), que comanda um grupo de outros genes ligados à linguagem, tem inúmeras centenas de aminoácidos, dos quais somente dois são diferentes no homem e no chimpanzé.

Colocamos em evidência genes cujas ações diferem em função da mutação destes dois aminoácidos e, inclusive, alguns genes cujo funcionamento é essencial ao sistema nervoso central, afirmam os pesquisadores.

Estudos anteriores sobre a evolução já haviam sugerido uma variação deste gene entre o homem e o chimpanzé por causa destes dois aminoácidos, e o impacto possível desta diferença sobre a possível desta diferença sobre a faculdade de falar.

Nosso estudo fez a demonstração experimental desta diferença,  disse Daniel Geschwind, da Universidade da Califórnia (UCLA), coautor do estudo.

Os pesquisadores utilizaram para isso tecidos cerebrais humanos e dos chimpanzés assim como células em cultura para comparar os efeitos das variações, entre o homem e o macaco, do gene FOXP2 sobre o grupo de genes responsáveis da linguagem.  E  constataram que o FOXP2 do chimpanzé tem efeitos diferentes dos do FOXP2 humano.

Apontando os genes influenciados pelo FOXP2, identificamos um conjunto de novas ferramentas para estudar como a linguagem humana pode ser regulada a nível molecular, declarou Geneviève Konopka, coautora deste estudo, em comunicado da UCLA.

Processos moleculares que poderiam também permitir, em casos de autismo ou de esquizofrenia, melhor compreender como estas patologias causam impacto à capacidade do cérebro de utilizar a linguagem, segundo a cientista.

O papel desempenhado por estas duas moléculas abre igualmente novos caminhos de pesquisa sobre a evolução do gênero humano.

Não sabemos quando a mutação destes dois aminoácidos apareceu, explicou Geschwind.   O homem e o chimpanzé se separaram há quase 5 milhões de anos, enquanto os paleoantropólogos situam o surgimento da linguagem humana a menos de 100 mil anos, quase 70 mil anos.

Por isso, será muito interessante ver a diferença com o homem de Neandertal, cuja divergência com os ancestrais do Homo sapiens é mais recente.

Mas, além do cérebro, o desenvolvimento da linguagem humana está igualmente ligado a características morfológicas que o distinguem dos grandes macacos.

Não sabemos o que aconteceria se colocássemos um cérebro humano em um chimpanzé –será que ele conseguiria falar? A maioria das pessoas acha que não, porque, no homem, a língua e as vias respiratórias superiores oferecem uma estrutura muito mais adaptada à palavra, concluiu Geschwind.

BORIS CABRELENG, da France Presse, em Paris.

Fonte:  Folha Online





Filhotes fofos: o elefantinho Luk Chai

13 11 2009

filhote

 

Aqui, o filhote de elefante Luk Chai, de 4 meses, faz pose de jogador de futebol para o fotógrafo, no  Zoológico  Taronga em Sydney, na  Austrália.

Fontes:

Folha de São Paulo e minha amiga Regina, do Livro Errante.





O bebê chora em português, ou francês ou inglês…

6 11 2009

Bebe acordado, maud Tousey FangelIlustração, Maud Tousey Fangel (EUA, 1881-1968).

Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado nesta quinta-feira no site da publicação “Current Biology“.

A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.

A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação“, diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.

Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.

Diferenças

A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.

No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.

Mas embora se soubesse que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, pensava-se que seus efeitos sobre a emissão de sons davam-se de forma mais tardia.

Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.

Fonte: Folha on line





Filhotes fofos: macaquinho Tenja

2 11 2009

macaco bebê, Tenja

 

Filhote de macaco se segura na garupa de sua mãe no zoo de Colônia, Alemanha. A espécie completou dois meses de vida e foi batizada com o nome de Tenja.





Filhotes fofos: um rinoceronte alemão

30 10 2009

efe, rino erfurtFoto: EFE

 

Numbi, a mamãe rinoceronte, observa com cuidado a nova cria no zoológico de Erfurt, na Alemanha. O bebê nasceu com cerca de 40 kg e apareceu para o público, hoje, ela primeira vez.





Filhotes fofos: girafa bebê é italiana!

27 10 2009

girafinha em Roma

 

Uma girafa bebê do sexo masculino se aproxima de sua mãe no jardim zoológico de Roma. Ainda sem nome, o filhote será batizado em um concurso que terá seu resultado divulgado no mês de novembro.

Fonte: Terra





Filhotes fofos: tigrinhos gêmeos

11 10 2009

tigres gêmeos

 

Um par de filhotes gêmeos de tigre são atendidos no Parque Tropical da Vida Selvagem Hainan, na cidade de Haiko, China.