Joseph Plaskett (Canadá, 1918-2014)
pastel sobre papel, 5o x 65 cm
[The screaming is all there]
Kai McCall (Canadá, 1968)
óleo sobre tela, 81 x 53 cm
Todo mundo já sabe que ler faz bem ao cérebro, aumenta a conectividade entre partes da nossa massa cinzenta, como comprovado por um estudo feito em 2013 na Emory University nos EUA.
Mas ler ficção é ainda mais interessante.
Você gosta de ler ficção? Mistérios, Romances, Espionagem, Ficção Científica, Ficção Histórica, Memórias? Pois saiba que as pessoas que gostam de ler ficção, em geral, têm maior empatia por outros seres humanos. Consequentemente leitores de ficção são bons amigos, capazes de se sensibilizar com as emoções dos outros. Na instituição New School for Social Research, os psicólogos David Comer Kidd e Emanuele Castano aprofundaram o estudo sobre leitura, contrastando a ficção literária com a ficção comercial mais estereotipada. Concluíram que a ficção literária ainda é melhor para o nosso entendimento do mundo, da sociedade que nos circunda, por apresentar uma realidade com personagens mais complexos que melhor refletem a vida real.
Ler, na verdade, ativa o nosso cérebro de tal maneira que ele imita as ações que lemos, passando para o leitor um pouco das emoções vividas pelos personagens fictícios.
[A título de curiosidade: recentemente senti meu coração bater mais rápido do que o normal, ao ler uma cena aterrorizante, de um inimigo batendo na porta de um apartamento onde se escondia um personagem, herói, na trilogia 1Q84, de Haruki Murakami.]
Tudo indica que quanto mais complexos os personagens, quanto mais ambíguos, quanto menos estereotipados, maior é o leque de emoções que permite o leitor de ter empatia pelo próximo e melhor compreensão do mundo à sua volta. No fundo, você se torna uma pessoa melhor.
Vamos ler…
Fonte: Mic
Paul Kelley (Canadá, 1955)
óleo sobre madeira, 45 x 65 cm
Arlene Cassidy (Canadá, contemporânea)
gravura sobre tela, 50 x 75 cm
Esculturas enorme em plantas vivas, representante do Kênia.
Hoje, à procura de outro assunto, acabei me deparando com o artigo no portal Designboom.com, com o título: Living Plant Sculptures at the Montreal Botanical Gardens. Fiquei encantada com as fotos.
Trata-se de uma competição em horticultura, onde participaram mais de 40 esculturas em plantas, em 2 e 3 dimensões que envolveram 200 artistas internacionais especializados em esculturas vivas de mais de 20 países.
Uma história verdadeira, representou Xangai, China
Uma pomba para a paz, foi o trabalho da equipe de Hiroshima, Japão.
Lêmures, representaram a equipe de Madagascar.
Estes Pássaros em voo, representaram a equipe da região de St. Léonard em Quebec.
O homem que planta árvores, representando a equipe de Montreal.É só clicar no link para ver outras fotos dessas esculturas espetaculares!
Primeiro de maio no Central Park (NY), 1903
Maurice Prendergast (Canadá 1857 — EUA, 1924)
Aquarela, 29 x 50 cm
Coleção Particular
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Mary Bell Eastlake (Canadá, 1864-1951)
óleo sobre tela, 68 x 72 cm
National Gallery of Canada, Ottawa
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Maria Alexandra Eastlake (née Bell) estudou em Montreal com Robert Harris; em Nova York, na Art Students League com William Chase (c. 1885); e na Académie Colarossi. Em 1886 foi contratada para pintar uma série de obras para clientes norte-americanos em Nova York. Viajou para a França e Inglaterra (1890) e Paris em 1891. Tornou-se um membro da equipe de Victoria School of Art, de Montreal, em 1892. Ela foi para a Inglaterra e se estabeleceu em St. Ives, onde conheceu e se casou com o pintor Inglês Charles H. Eastlake. Viajou extensivamente na Europa e Ásia, e em 1939 o casal voltou para Montreal e depois Almonte.