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Armando Vianna (Brasil, 1897-1992)
óleo sobre madeira, 27 x 34 cm
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Josephine de Beauharnais, 1812
Firmin Massot (França, 1766-1849)
óleo sobre tela, 32 x 28 cm
Coleção Particular
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Josefina de Beauharnais teve só dez anos para deixar uma bela herança cultural para as gerações futuras. Durante os seis anos em que foi Imperatriz da França adquiriu, renovou e cuidou do Castelo de Malmaison, no meio de um imenso parque em Paris. Lá plantou uma grande variedade de plantas exóticas, que o marido mandava dos lugares que conquistava. Josefina continuou residindo em Malmaison e cuidando dos jardins, mesmo depois do divórcio. Conseguiu manter o parque com todas as plantas exóticas até sua morte quatro anos mais tarde. De todas as plantas que cultivava a ex-esposa de Napoleão Bonaparte preferia as rosas. E não só se dedicava a cultivá-las como a desenvolver novos exemplares.
Em 1798 Josefina de Beauharnais se tornou patrocinadora do pintor Pierre-Joseph Redouté, que havia sido pintor da corte de Maria Antonieta. Redouté era não só um excelente aquarelista mas também um botânico. Foram sua competência e arte as qualidades que o levaram a sobreviver o período de turbulência na França durante a Revolução Francesa e também ao Reino do Terror, para então, ser reconhecido também pela imperatriz Josefina.
Rosa gallica purpuro violacea magna
Redouté, nascido na Bélgica, havia aprendido a arte da pintura em casa: seu pai e avô haviam sido pintores também. Uma vez em Paris, começou a trabalhar com o irmão na decoração de interiores, mas a carreira como ilustrador botânico acabou o seduzindo quando, em 1786, foi orientado pelo botânico Charles Louis L’Héritier de Brutelle e René Desfontaines, encantados com suas aquarelas, a se dedicar a este ramo emergente que combinava a arte com a ciência.
Rosa noisettiana
Foi durante o patrocínio da imperatriz Josefina que Redouté pintou algumas das mais belas aquarelas de plantas e flores exóticas. E depois da morte de sua patrocinadora, Redouté publicou diversos livros de gravuras baseados em suas aquarelas. A precisão dos detalhes que retratava na pintura, a delicadeza e quase transparência das pétalas desenhadas com cuidado, o colorido muitas vezes em degradé na mesma pétala, tudo contribuiu para que suas gravuras fossem apreciadas até os dias de hoje. Elas são também preciosos documentos de algumas plantas que hoje se tornaram raras. Redouté morreu em 1840. Juntos Josefina de Beauharnais e Redouté deixaram uma grande contribuição para as gerações futuras. Ela, por ter-se dedicado ao desenvolvimento e plantio de plantas exóticas. Ele por tê-las documentado com suas aquarelas e distribuído seu conhecimento com suas gravuras. Hoje Malmaison é a sede do Senado francês e seus jardins são uma pequena percentagem daqueles tratados por Josefina.
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Stanislav Brusilov (Rússia, 1976)
óleo sobre tela
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Duas camponesas, s/d
János László Aldor (Hungria, 1895- Áustria,1944)
óleo sobre tela
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Janos László Aldor nasceu em Nagyimánd,na Hungria em 1895. Em 1919 concluiu o curso de arquitetura, mas como pintor foi autodidata. A partir de 1914 começou a expor seus quadros regularmente. Ficou conhecido pelos retratos de mulheres. Faleceu em 1944.
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Benjamim Parlagrecco (Itália, 1856- Brasil, 1902)
óleo sobre cartão
PESP- Pinacoteca do Estado de São Paulo
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Estela funerária de Thrasea e Euandria, 375-350 aC
Mármore
Museu da Antiguidade [Antikensammlung], Berlim
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Quando você vê um amigo na rua e dá aquele aperto de mão gostoso, você está repetindo um gesto muito antigo, de mais de 2500 anos. O aperto de mão já era praticado pelo menos desde o século V aC. Provavelmente surgiu como um gesto de paz onde se mostrava que a mão não trazia nenhuma arma.
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Casas, s/d
Maria Ávila ( Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
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Domingos Pellegrini
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Os cheiros que te assaltam suavemente
floradas de quintais e de jardins
de murta na calçada ou alecrim
ou santa-bárbara a chover sementes
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A fragância envolvente do jasmim
esse cheiro de chuva já no vento
e nos escuros entre vaga-lumes
o perfume moleque dos capins
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Um fedor de lixeira de repente
aqui carroças com cheiro de estrume
ali cheiro de graxa e de trabalho
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E duma casa pobre mas decente
aquele cheiro que o bairro resume
bife fritando com cebola e alho
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Em: Gaiola aberta: 1964-2004, Domingos Pellegrini, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil: 2005
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O pai do artista lendo o jornal, 1866
Paul Cézanne (França, 1839-1906)
óleo sobre tela, 198 x 119 cm
National Gallery, Washington DC
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Didier Lourenço (Espanha, 1968)
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André Deymonaz (França, 1946)
óleo
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Albert Anker (Suiça, 1831-1910)
óleo sobre tela
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Homem lendo jornal
Alain Pontecorvo (França, 1937)
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McSorley’s Bar, Richard and Gene, s/d
Carol Monacelli (EUA)
62 x 62 cm
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Sueli Gallacci (Brasil, SP, Contemporânea)
óleo espatulado sobre tela,
http://acordagente.blogspot.com
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Victor Brindatch (Israel, contemporâneo)
óleo sobre tela, 51 x 71 cm
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Suset Maakal (Africa do Sul, contemporânea)
aquarela sobre papel
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Marc Awodey (EUA, 1960)
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Henri de Toulouse Lautrec (França, 1864-1901)
Pastel
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José Malhoa (Portugal, 1855-1933)
óleo sobre tela
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Eero Jarnefelt (Finlândia, 1863-1937)
óleo sobre tela
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Dona Nelson (EUA, 1947)
óleo sobre tela, 205 x 160 cm
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Dogan Atanur (Turquia/Canadá, contemporâneo)
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Barbara Fox (EUA, contemporânea)
aquarela, 46 x 38 cm
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Edward B. Gordon (Grã-Bretanha/Alemanha, contemporâneo)
óleo sobre madeira
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Retrato de homem com jornal, 1911-14
André Derain (França, 1880-1954)
óleo sobre tela, 162 x 97 cm
Hermitage, São Petersburgo
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