Quadrado da Urca, Rio de Janeiro, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 25 x 30 cm
Quadrado da Urca, Rio de Janeiro, 1938
Yoshiya Takaoka (Japão/Brasil, 1909-1978)
aquarela sobre papel, 25 x 30 cm
Parque com figuras
Edgar Walter (Brasil, 1917-1994)
óleo sobre tela, 54 x 72 cm
Olavo Bilac
Olhas estas velhas árvores, — mais belas,
Do que as árvores moças, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas…
O homem, a fera e o inseto à sombra delas
Vivem livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E alegria das aves tagarelas…
É preciso, desde a infância,
Ir preparando o futuro;
Para chegar à abundância,
É preciso semear…
Não nasce a planta perfeita,
Não nasce o fruto maduro;
E, para ter a colheita,
É preciso semear…
Em: Poesias infantis, Olavo Bilac, Rio de Janeiro, Francisco Alves: 1949, pp 115-116
Guarapari, 1963
José Maria de Almeida (Portugal-Brasil 1906 -1995)
óleo sobre tela, 45 x 32cm
Paisagem com casario e riacho no Estado do Rio, década de 1930
João José Rescala ( Brasil, 1910-1990)
óleo sobre cartão, 26 X 32 cm
Sempre quis saber exatamente o que era uma dacha. Ouvia falar que russos de alguma importância saíam nos verões para suas dachas. Havia mágica a respeito desta palavra. Um encantamento. Qual não foi minha surpresa, no ano passado, descobrir que dachas talvez não fossem mais especiais do que uma casa de campo, num local próximo à natureza, como muitos têm nas cidades montanhosas ou praieiras aqui no país. Mais ainda, o governo russo tenta acabar com essas casas de veraneio, e restabelecer algumas como propriedade agrícola. Calcula que haja no país mais de sessenta milhões de dachas. Então não eram locais tão especiais, penso.
Recentemente li Os segredos que guardamos de Lara Prescott, traduzido por Alessandra Esteche, para um grupo de leitura. A narrativa é dividida em dois locais, em Washington DC, e na Rússia, envolvendo o escritor Boris Pasternak, recipiente do prêmio Nobel de literatura de 1958. Grande parte da vida do autor de Dr. Jivago recontada no livro se passa na dacha do escritor. Finalmente pude satisfazer minha curiosidade. E a conclusão é simples: dachas são apenas casas de veraneio, algumas mais ricas na decoração do que outras. Aqui estão as fotos da dacha de Boris Pasternak para dar uma ideia do que parecia algo mágico nos tempos da Russia comunista, já que só os “queridinhos do governo” tinham acesso e possuíam estes refúgios. Hoje é um museu.
Dacha do escritor Boris Pasternak.
Dacha do escritor Boris Pasternak.







Vaso com flores, 1982
Vany Novello (Brasil, 1938)
óleo sobre eucatex, 40 x 25cm
Paquetá, 1928
Emiliano di Cavalcanti (Brasil, 1897 – 1976)
óleo sobre cartão
Coleção Domingos Giobbi
Cajus na Cesta,1889
Estevão Silva (Brasil, 1841-1891)
óleo sobre tela, 54 x 65 cm
Praia da Boa Viagem, Niterói, 1884
Hipólito Caron (Brasil, 1862-1892)
– Óleo sobre tela – 50x 75
Paisagem
Luiz Armond (Brasil, 1969)
óleo sobre tela, 59 x 80 cm
Vaso de flores, 1986
Antonio Augusto Marx (Brasil, 1919 – ?)
Óleo sobre tela, 70×50 cm