Manhã de Março – Posto 6, Rio, 1947
Jurandir Paes Leme (Brasil, 1896 – 1953)
óleo sobre madeira, 27 x 35 cm
Manhã de Março – Posto 6, Rio, 1947
Jurandir Paes Leme (Brasil, 1896 – 1953)
óleo sobre madeira, 27 x 35 cm
Natureza morta
Maria Amélia D’Assumpção (Brasil 1883-1955)
óleo sobre tela
Paisagem praiana
Hugo Adami (Brasil, 1899 — 1999)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Luiz Peixoto
Eu vou pra beira do mar
esperar uma sereia,
que canta as canções do Vento,
que canta as canções do Mar.
Em noite de lua-cheia,
com ela vou me casar.
No leito branco da areia,
com ela vou me deitar.
E todo o amor que incendeia
meu coração vou lhe dar.
Quando a última candeia
das estrelas se apagar,
bem sei que ela irá embora,
mas um dia há de voltar.
As sereias vão e voltam,
São como as ondas do mar…
Em: Poesia de Luiz Peixoto, Rio de Janeiro, Editora Brasil-América:1964, p. 96
Paisagem do dique na Bahia, 1980
Jenner Augusto (Brasil, 1924 – 2003)
óleo sobre tela, 37 x 61cm
Mesa com flores, 2012
Sérgio Telles (Brasil, 1936)
óleo sobre tela, 73 x 60 cm
Paisagem do Canal da Barra da Tijuca, casario e Pedra da Gávea ao fundo
Gian Paolo (Brasil, 1965)
óleo s eucatex, 50 X 60 cm
Bananeiras, ao Fundo Serra dos Órgão – RJ
Paulo Gagarin (Rússia-Brasil, 1885-1980)
óleo s tela, 41 X 34 cm
“Uma planta se dá também nesta província, que foi da ilha de São Tomé, com a fruta da qual se ajudam muitas pessoas a sustentar na terra. Esta planta é muito tenra e não muito alta, não tem ramos senão umas folhas que serão sei ou sete palmos de comprido. A fruta dela se chama bananas; parecem-se na feição com pepinos, e criam-se em cachos; alguns deles há tão grandes que tem de 150 bananas para cima. E muitas vezes é tamanho o peso delas que acontece quebrar a planta pelo meio. Como são de vez colhem-se estes cachos, e dali a alguns dias amadurecem. Depois de colhidos, cortam esta planta, porque não frutifica mais que a primeira vez, mas tornam logo a nascer dela uns filhos que brotam do mesmo pé, de que se fazem outros semelhantes. Esta fruta é mui saborosa, e das boas que há na terra; tem uma pele como de figo (ainda mais dura) a qual lhe lançam fora quando a querem comer; mas faz dano à saúde e causa febre a quem se demanda nela.”
Em: História da província de Santa Cruz, Gandavo [Pero Magalhães de Gandavo], organização de Ricardo M. Valle, São Paulo, Editora Hedra: 2008, pp 89-90.
Natureza morta
Olímpia Couto (Brasil, 1947)
óleo sobre eucatex, 50 x 70 cm
Paisagem com rio, 1928
[Cataguases]
Aníbal Mattos (Brasil, 1886-1969)
óleo sobre madeira, 49 x 34 cm
Vaso de flores com copos de leite
Iracema Orosco Freire (Brasil, século XX)
óleo sobre tela, 36 X 44 cm