Maurice Brazil Prendergast (EUA, 1858-1924)
aquarela sobre papel contornada por lápis, 35 x 28 cm
Metropolitan Museum of Art, Nova York
Maurice Brazil Prendergast (EUA, 1858-1924)
aquarela sobre papel contornada por lápis, 35 x 28 cm
Metropolitan Museum of Art, Nova York
Gabriella Picatto (Itália,contemporânea)
Aquarela, 30 x 40 cm
Grandes começos na literatura, escolha da escritora Ana Maria Machado:
“Alguém deve ter dito mentiras sobre Joseph K., pois, sem ter feito nada de errado, certa manhã ele foi preso.”
Franz Kafka, O Processo
Em: Iscas de leitura, Ana Maria Machado, coluna publicada no jornal O Globo de sábado, 27 de dezembro de 2014, 1º caderno, página 16.
Mary Cassatt (EUA, 1844-1926)
óleo sobre tela, 81 x 64 cm
Crystal Bridges Museum of American Art
Grandes começos na literatura, escolha da escritora Ana Maria Machado:
“Em meus anos mais jovens e mais vulneráveis, meu pai me deu um conselho que, desde então, tenho feito virar e revirar em minha mente. ‘Sempre que tiver vontade de criticar alguém‘, disse, ‘lembre-se de que nem todo mundo teve a vantagens que você teve‘”.
Scott Fitzgerald, O grande Gatsby.
Em: Iscas de leitura, Ana Maria Machado, coluna publicada no jornal O Globo de sábado, 27 de dezembro de 2014, 1º caderno, página 16.
David Blaine Clemons (EUA, contemporâneo)
caseína sobre papel, 46 x 33 cm
Cachorros jogando pôquer, 1903
C. M. Coolidge (EUA, 1844-1934)
Para a companhia de charutos, Brown & Begelow
A vantagem de uns dias de folga é que tive tempo de perambular pela rede. É impressionante a quantidade de informações a que temos acesso se nos deixarmos levar de link a link. Surfar me parece um pouco rápido demais. Perambular é mais o meu ritmo.
Entendo que tudo é uma questão de moda. Através de documentação, sabemos que a moda como imaginamos hoje — de qualquer item — é documentada desde o século XIV, no final da Idade Média ou início da Renascença, dependendo de como você classifica a época. Reis, príncipes, duques e demais nobres, banqueiros e grandes mercadores começaram a se vestir melhor com tecidos finos importados das terras orientais pela Rota da Seda. É a época em que itens de luxo como livros com iluminuras começaram a ser colecionados e roupas elegantes especialmente confeccionadas. O luxo ia aos poucos aparecendo, desafiando as rígidas leis suntuárias em exercício, até então, por toda a Europa.
Além disso sempre achei que conhecia a grande influência que os meios de comunicação exercem no público, do século passado ao presente. Cinema e televisão são meios de impacto muito grande. Mas confesso que fiquei surpresa ao ver quantificada e colocada em gráfico a influência do cinema na moda para a adoção de certas raças de cachorros, como animais de estimação. O gráfico abaixo me surpreendeu. É de um artigo publicado no Pacific Standard, chamado o Efeito Beethoven: o cinema nos leva à preferência de certas raças de cachorro. O título do artigo explica o conteúdo e o gráfico. Nele podemos ver a raça do cachorro, o nome do filme, o ano em que foi lançado e a sucessiva popularidade daquele tipo de cachorro, com o pico de demanda. Fiquei surpresa.
Não chore, mãe … é só um programa!, 1940
Harry Anderson (EUA, 1906-1996)
Anúncio para o Rádio GE, para a revista Saturday Evening Post
Kay Crain (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 30 x 23 cm
Linda Apple (EUA,contemporânea)
óleo sobre tela, 20 x 15 cm
http://lindaapple.blogspot.com
Joseph Brodsky