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Cartão de Natal, 1935.
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“A consciência limpa é um Natal contínuo”.
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Benjamin Franklin
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Menina lendo sentada frente à janela, 1914
Karl Harold Alfred Broge( Dinamarca, 1870-1955)
Óleo sobre tela, 54 x 43 cm
Christie’s Auction House
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Arthur Schopenhauer
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Continuando uma tradição deste blog, começamos hoje as postagens de cartões de Natal de outras épocas. O sucesso no ano passado da divisão de cartões por temas, faz com que eu continue na mesma agora, em dezembro de 2012. Hoje vemos alguns cartões de Natais passados, com representação de pássaros.
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Cartão de Natal, canadense: casal de cardeias em galho de pinheiro com neve.–
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Casal de cardeais na cerca em jardim coberto de neve, 1970, EUA.–
Cartão de Natal americano, década de 1980, árvore de cardeais.–
Cartão de Natal francês, década de 1960, Cardeais no lampião.–
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Cartão de Natal francês, contemporâneo, no estilo Toile.–
Cartão de Natal francês, cardeais com gorros de lã.–

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Liberdade é conviver
com sua própria razão,
sem a ninguém ofender,
nem magoar o coração.
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(Durval Lobo)
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Adoração dos pastores, c. 1535
Il Bronzino, [Agnolo Bronzino], (Itália, 1503-1572)
óleo sobre madeira, 77 x 65cm
Museu de Belas Artes de Budapeste
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Arcebispo Fulton J. Sheen
tradução de Marta de Mesquita Câmara
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Os Pastores representavam, ali, no Presépio, todas as almas simples que nada entendem das intrigas políticas do mundo, das suas artes, das suas ciências, das suas literaturas. Nem um só dentre eles todos era capaz de recitar um só verso de Virgílio, cujos poemas eram conhecidos de toda a gente na vastidão do Império Romano. Aos campos, onde pastoreavam as suas ovelhas, jamais chegara o mais pequeno eco dos escândalos da voluptuosa corte do rei Herodes ou das lições do sábio Gamaliel. E por seu lado a opinião pública, desconhecia até a própria existência desses humildes e rudes pastores, que para ela seriam ainda menos que grãos de pó, sem a mínima importância para o progresso dos povos e das nações.
E, todavia, esses humildes e simples pastores sabiam duas coisas importantíssimas: que havia no Céu um Deus e que havia na Terra as suas ovelhas. Nada mais precisavam aquelas almas simples de saber, e naquela noite em que os Céus se iluminaram só para eles so esplendor dos anjos, foram eles que lhes ouviram o anúncio de que havia nascido de pais pobres, num pobre estábulo, à beira do pobre povoado de belém, aquele que deveria salvar os homens.
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Em: A Estrela dos Reis Magos, Malba Tahan, São Paulo, Saraiva: s/d
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Dois árabes lendo em pátio, s/d
Edwin Lord Weeks (EUA, 1849-1903)
óleo sobre tela, 46 x 37 cm
Coleção Particular
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Edwin Lord Weeks nasceu em Boston em 1849. Filho de abastada família de importadores de chá e especiárias, foi capaz de frequentar as melhores escolas e de participar de uma educação artística de qualidade. Foi aluno de Léon Bonnat e de Jean-Léon Gerôme em Paris. Membro da Legião de Honra da França, viajou muito pelo oriente médio, países da Ásia e até mesmo ao Suriname na América do Sul. Publicou um livro de viagens. Sua temática reflete o encantamento das sociedades exóticas que conheceu, pintor orientalista. Faleceu em 1903 depois de uma carreira de sucesso.
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Meu beijo é bem diferente
dos beijos que os outros dão:
eles beijam, simplesmente,
eu… beijo, com o coração.
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(Rômulo Cavalcante Mota)
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Cartão Postal.–
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Peg Bracken
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Recebi esta semana um email com diversas imagens que nos dão ilusão de ótica. Já tratamos desse assunto aqui. E uma delas usamos como ilustração do poema Romance ingênuo de duas linhas paralelas, de José Fanha. Incentivo todos a conhecerem esse delicioso poema clicando no link. Mas a versão que usamos naquela postagem de 2009 não é colorida. Hoje postarei em seguida as imagens que recebi. Infelizmente elas vieram sem autoria, de modo que não posso passar para vocês o autor da coletânea, mas pela maneira de escrever deve ser português. Divirtam-se.
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Cartão de Natal, década de 1970 – A cidade de Belém com a estrela guia.–
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Marques Rebelo
[O trapicheiro, primeiro tomo de O Espelho Partido], São Paulo, Martins: 1959, primeira edição.