Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

6 07 2025

Copacabana, Julho 2025.  –  Qualquer idade pode apreciar uma boa história em quadrinhos.





Em casa: Hélène Béland

6 07 2025

Descanso, 2022

Hélène Béland (Canadá, 1949)

óleo sobre tela, 73 x 50 cm





Flores para um sábado perfeito!

5 07 2025

Vaso de flores, 2011

Yara Tupynambá (Brasil, 1932)

acrílica sobre madeira 34 x 20 cm

 

 

Flores, 2012

Marcia Brener (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela,  50 x 60 cm





Palavras para lembrar: Emily Dickinson

4 07 2025

Jovem de blusa azul

Jeannette Perreault (Canadá, 1958)

óleo sobre tela,  90 x 70 cm

 

 

“Não há fragata melhor que um livro para nos levar a terras distantes”

 

Emily Dickinson





Vento do mar e o sol no meu rosto a queimar…

4 07 2025

Domingo na Urca, Rio de Janeiro, 2013

Mauro Ferreira (Brasil, 1958-2021)

óleo sobre madeira, 40 x 60 cm





O amor e o tempo, poesia de Antônio Feijó

3 07 2025

Senhora no salão

Paul Walter Ehrhardt (Alemanha, 1872-1959)

óleo sobre tela, 84 x 66 cm

 

O amor e o tempo

 

Antônio Feijó

 

Pela montanha alcantilada
Todos quatro em alegre companhia,
O Amor, o Tempo, a minha Amada
E eu subíamos um dia.

Da minha Amada no gentil semblante
Já se viam indícios de cansaço;
O Amor passava-nos adiante
E o Tempo acelerava o passo.

— «Amor! Amor! mais devagar!
Não corras tanto assim, que tão ligeira
Não pode com certeza caminhar
A minha doce companheira!»

Súbito, o Amor e o Tempo, combinados,
Abrem as asas trêmulas ao vento…
— «Porque voais assim tão apressados?
Onde vos dirigis?» — Nesse momento,

Volta-se o Amor e diz com azedume:
— «Tende paciência, amigos meus!
Eu sempre tive este costume
De fugir com o Tempo… Adeus! Adeus!

 

 





Filhotes fofos!

3 07 2025

Filhotinho de Urso polar em sua primeira exposição ao público, com três meses e meio, no Zoológico de Toronto.

Para celebrar o frio que anda fazendo por aqui e pelo sul do país.





Dia a dia…

3 07 2025

Claraboia foi um livro de José Saramago escrito em 1952.  Mas ele não conseguiu publicá-lo até os anos 80. Não tem aquela forma por que Saramago ficou conhecido.  Tem parágrafos, pontuação tradicional. Trata-se das histórias de diversas famílias vivendo em um edifício.  Tem um gostinho dos anos cinquenta do século passado, é um tantinho moralista. Afinal trata-se da era de Salazar. Saramago usa da insinuação em temas delicados, que hoje seriam abertamente ilustrados, fala de política, de amores e paixões, de seres humanos.  Cativa com sua linguagem, seduz mesmo. É tão bom reconhecer palavras que são usadas em contextos  diferentes e com maestria! Foi uma excelente tarde nesse papo delicioso. 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

2 07 2025

Natureza morta, cesto com maçãs, 1962

Ettore Frederighi (Brasil, 1909-1978)

óleo sobre eucatex, 59 x 48 cm

 

 

Natureza morta, cebolas, chuchu, beterraba, couve-flor, repolho, cesto e garrafão, sobre a mesa

José Lima (Brasil, 1910-1980)

óleo sobre tela, 65 x 80 cm





A justiça do leão, fábula de Claude Augé

1 07 2025
Ilustração anônima, início do século XX.
 
 
A justiça do leão

Claude Augé

 

 

O leão sentado em seu trono e tendo a seu lado seu ministro urso, um dia dava audiência a seu povo.  A ovelha veio chorando reclamar que seu pequeno cordeirinho havia sido raptado na noite anterior.  O leão examinou com cuidado a fisionomia de todos que o rodeavam, porque o crime em geral se revela na face do culpado.

— Não fui eu o autor do crime, logo gritou o lobo.  Não, senhor, já há muitos dias estou indisposto o que me obrigou a uma dieta; digo a verdade, não fui eu!

— Foi você! respondeu o leão. Por se defender quando ninguém ainda havia lhe acusado, você se acusou a você mesmo;  você devorou o carneirinho e o urso vai lhe dar a mesma sina.

Sem demora, o lobo foi castigado com pela ferocidade do urso.  Alguns dias depois testemunhas oculares declararam que o lobo realmente havia sido o culpado. 

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Traduzido do francês e adaptado por Ladyce West. Publicação de 1911, em domínio público. Ilustração original