Jarra de prata
Verena Matzen (Argentina/Brasil, 1965)
guache e acrílica sobre tela, 92 x 70 cm
Jarra de prata
Verena Matzen (Argentina/Brasil, 1965)
guache e acrílica sobre tela, 92 x 70 cm

O guardião fiel, 1911
Arthur John Elsley (Inglaterra, 1860-1952)
óleo sobre tela, 100 x 75 cm
Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro
Eliseu Meneses de Lemos (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm

Num jardim em Ogunquit, 1930
Clarence K. Chatterton ( EUA, 1880-1973)
óleos sobre tela, 28 x 36 cm

Broche de Milton , c. anos 600 a 700
Artista desconhecido
Região de Kent, Inglaterra
Prata, bronze, ouro, granadas e conchas
Victoria & Albert Museum, Londres
Esse é um dos mais sofisticados trabalhos de joalheria descobertos desse período, com uma intrigante escolha de materiais e desenho primoroso, decorado por granadas em cloison, nós em filigrana, sobre ouro e conchas. Foi encontrado em 1832, num cemitério em Milton, a oeste de Dorchester-on-Thames.
Vanessa e Tea Biscuit, s/d
Anne Womack (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela
John Fitzgerald Kennedy

Natureza morta com mangas
Júlio Eduardo Morando (Uruguai/Brasil, 1945)
óleo sobre tela

Estudante, 1969
Gevork Kotiantz (Rússia, 1906-1996)
óleo sobre tela, 100 x 100 cm
“Imagino que, pesquisando, seja possível encontrar, para cada romancista, o episódio fundador da sua escrita: o distante relâmpago, a pequena humilhação, um primeiro amor impossível, a mãe controladora, um crime íntimo, a morte do pai.
Todos nós gostaríamos de saber de que selva fabulosa saíram os tigres de Jorge Luís Borges; de que ruínas barrocas ou jardins perfumados emergiram as baratas de Júlio Cortázar ou as belas ninfetas e mariposas (serão a mesma coisa?) de Vladimir Nabokov. Não creio que o segredo da criação se esgote nesse conhecimento, e nem me parece que tal fosse desejável. Talvez tenha até o efeito contrário, levando-nos a reler os livros que mais amamos e que mais nos marcaram, e a encontrar nessa releitura novos e mais profundos mistérios.”
Em: “Um relâmpago que atravessa vidas”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 20/02/2017, 2º caderno, página 2.

Retrato de uma senhorita
Erich Ernst Heilmann (Alemanha, 1924)
Pastel sobre papelão, 87 x 61 cm
A leitora, 2001
Pascual Carlos Estebán (Argentina, 1938)
acrílica sobre tela, 55 x 46 cm
Pensa em passar o Carnaval em casa lendo? Aqui vão algumas sugestões de leitura. Uns livro são mais grossos do que outros. Você terá que ver quantos dias de folga irá dedicar à leitura. Procure pelas sinopses on line.
Todos os livros aparecem em catálogos online de grandes livrarias, mesmo não tendo sido publicados em 2017.
Pequena joia da literatura japonesa:
O fuzil de caça, Yasushi Inoue, São Paulo, Estação Liberdade: 2010, 112 páginas
Livro leve e romântico, quase um conto de fadas francês:
A caderneta vermelha, Antoine Laurain, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2016, 134 páginas
Livro com pegada histórica, sobre adaptação a um novo ambiente, bom astral:
A garota de Boston, Anita Diamant, São Paulo, Nversos: 2016, 240 páginas
Livro não ficção que faz pensar, aprender e é de fácil leitura:
Sapiens, uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari, Porto Alegre: 2015, 462 páginas
Livro que virou filme:
Um homem chamado Ove, Fredrik Backman, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2015, 352 páginas
Livro brasileiro histórico/suspense/ação:
O romance inacabado de Sofia Stern, Ronaldo Wrobel, Rio de Janeiro, Record: 2015, 256 páginas
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