O encantador de serpentes
Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)
Mármore e bronze dourado, altura 83 cm
Coleção Particular

DETALHE
O encantador de serpentes
Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)
Mármore e bronze dourado, altura 83 cm
Coleção Particular
O encantador de serpentes
Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)
Mármore e bronze dourado, altura 83 cm
Coleção Particular

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O encantador de serpentes
Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)
Mármore e bronze dourado, altura 83 cm
Coleção Particular

Igreja de São Gonçalo Garcia e de São Jorge, vista do Campo de Santana, 2003
Amaral (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 47 x 38 cm

Moça lendo, 1912
Magnus Enckell (Finlândia, 1870 – 1925)
National Gallery da Finlândia,
Teseu e o minotauro, Séculos II-III
Mosaico romano
Província Récia, Império Romano
Bibliothek der Universität Fribourg, Suíça
Teseu foi um grande herói grego, filho de Egeu. Governou Atenas por 30 anos, de 1234 a 1204 a. E. C. É um herói porque entre outros feitos, conseguiu matar o Minotauro, que se encontrava no centro de um labirinto. O Minotauro, um ser fantástico, metade touro, metade homem, era filho do rei Minos.
Um acordo de guerra depois que Minos derrotou Egeu, pai de Teseu, fez com que Minos cobrasse uma recompensa: de nove em nove anos, sete rapazes e sete moças de Atenas iriam a Creta. Lá, entrariam no labirinto onde seriam devorados pelo Minotauro, um ser monstruoso.
Na terceira vez que a seleção de jovens para o sacrifício foi feita, Teseu decidiu que isso era demais. Substituiu um dos jovens rapazes indicados para morrer no labirinto e rumou para Creta. Teve, no entanto, ajuda de Ariadne, filha do rei Minos, que enamorada por Teseu, sugeriu ao jovem que entrasse no labirinto segurando um novelo de lã, cuja ponta ela estaria segurando na porta de entrada. Teseu desenrolaria o fio de Ariadne até chegar ao centro do Labirinto onde, encontraria o Minotauro. Depois de enfrentá-lo, e matá-lo, bastava enrolar o fio de onde estava, seguindo o caminho de volta até a porta de entrada onde ela o esperava. E assim foi feito, Teseu matou o Minotauro e voltou vitorioso para o lado de Ariadne.
Charles Henry Malcolm Kerr (Inglaterra, 1858-1907)
óleo sobre tela, 137 x 91 cm
Tate Gallery, Londres

A leitora
Anônimo francês
óleo sobre tela, 37 x 48 cm
Pedro Abelardo (França, 1079- 1142)
Tacho com abóbora e caquis sobre a mesa, 2016
Isabel Magalhães (Brasil, 1961)
óleo sobre tela, 41 x 41 cm
Leitora, 1886
John Pettie (GB, 1839-1893)
Óleo sobre tela colada em madeira, 47 x 32 cm
Francis Bacon
Lampadinha pede férias, © Estúdio Walt Disney.
Um artigo interessante sobre pessoas que trabalhavam poucas horas por dia e produziram muito nos leva a pensar qual seria o número de horas mais eficiente para melhor solução de problemas, ou produção do trabalho criativo. As pessoas mencionadas, o escritor Charles Dickens, o matemático Henri Poincaré, o cientista Charles Darwin, o cinematógrafo Ingmar Bergman, o cientista John Lubbock, todos profissionais de sucesso, apaixonados por seu trabalho, não se dedicavam mais do que umas poucas horas por dia aos seus projetos mais importantes. Além das horas de trabalho, eles se dedicavam a esportes, a sonecas, a andar diariamente com amigos, ou a simplesmente sentar e pensar. E pasmem, a conclusão é radical: “Cientistas que passaram 25 horas no trabalho, não foram mais produtivos do que aqueles que se dedicaram a apenas 5 horas por dia.”
Pesquisadores focaram então em estudantes de música. Só para descobrir que aqueles que se dedicavam a poucas horas por dia também teriam sucesso. E o mesmo ficou claro.
Talvez seja hora de você que trabalha com o criativo pense se vale a pena passar aquelas horas todas frente ao seu trabalho ou se um passeio pela natureza, ou uma soneca após o almoço não seria uma maneira mais agradável e eficiente de usar as horas do dia.
Moça lendo, 1897
Ferdinand Max Bredt (Alemanha, 1860-1921)
Óleo sobre painel – 38 x 25 cm