Cascata dos Amores, Teresópolis, 1956
Fernando Martins (Portugal/Brasil, 1911 – 1965)
óleo sobre tela, 90 x 120 cm
Cascata dos Amores, Teresópolis, 1956
Fernando Martins (Portugal/Brasil, 1911 – 1965)
óleo sobre tela, 90 x 120 cm
Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ.
Minha rua é de um único quarteirão. Vai da esquina com edifícios a outra de casas à moda antiga. Como todos os prédios da rua pagam uma companhia de segurança particular, as casas continuam a ter aquele ar de vivendas onde crianças podem e devem brincar no jardim, mesmo que muitas dessas casas hoje sirvam para pequenos escritórios onde trabalham não mais que cinco a oito pessoas. Sim, ainda temos aquela impressão de rua puramente residencial.
Numa dessas casas/escritório há essa belíssima trepadeira chamada popularmente de Lágrimas de Cristo. Floresce abundantemente na primavera e no verão. Suas flores vão do rosa claro ao branco, mas a característica mais marcante é que há pétalas vermelhas bem no centro dessas flores, corolas vermelhas, que se projetam para fora e para o chão, como podemos ver na foto abaixo.
Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, DETALHE.
Procurando mais informações sobre essa maravilhosa trepadeira que fornece uma verdadeira tela natural dando privacidade à casa, soube que ela também se adapta ao interior das casas, desde que o ambiente seja bastante iluminado e que sejam colocadas em vasos pendentes. A palavra chave aqui é local muito iluminado, porque precisa de muita luz. O que ela não suporta é frio… Precisa de suporte para crescer em jardins.
Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, vista na grade.
É uma excelente opção para ser entrelaçada na grade de casa e ser apoiada em cercas. Há muitos caramanchões que são guarnecidos por essas belas flores. E com elas pode-se aproveitar mais a sombra no verão.
Não são originárias do Brasil. Elas vêm da África Central. Para mais informações: Jardineiro.
Lágrimas de Cristo,[Clerodendron thomsoniae], na Gávea, RJ, vista na grade, pétalas rosas e brancas.
Verão 2
Richard van Mensvoort, (Holanda, 1972)
óleo sobre tela, 50×40 cm

LENDO:
O PROJETO JANE AUSTEN
Kathleen A. Flynn
Editora Única: 2108, 280 páginas
SINOPSE
Metas cada vez mais agressivas, resultados desafiadores e o desejo constante de crescer. Este é o resumo da vida do profissional de vendas, especialmente daquele que almeja o posto e o reconhecimento de liderança.
Inglaterra, 1815.
Rachel e Liam são dois viajantes do futuro que chegam à antiga Londres com a missão mais audaciosa do que qualquer viagem no tempo que já ocorreu: encontrar Jane Austen, ganhar a confiança dela e roubar um manuscrito inacabado.
Ela, uma médica; ele, um ator. Selecionados e treinados cuidadosamente, tudo o que Rachel e Liam têm em comum é a admiração pela autora e a situação extraordinária em que se encontram – e que obriga Rachel a colocar seu jeito independente de lado e deixar Liam assumir a liderança enquanto se infiltram no círculo da família Austen.
Além do desafio de viver uma mentira, Rachel luta para diagnosticar a doença fatal de Jane. À medida que a amizade das duas se fortalece e o seu relacionamento com Liam torna-se complicado, Rachel faz de tudo para reconciliar seu verdadeiro eu com as convicções da sociedade do século XIX.
O tempo está acabando. Rachel e Liam conseguirão deixar o passado intacto?
Depois desse encontro com Jane Austen, a vida que os espera no futuro será o bastante?
Paisagem bucólica
Diógenes Campos Ayres (Brasil, 1881-1944)
óleo sobre cartão, 18 x 24 cm
Paisagem do Rio de Janeiro, visto do Posto Seis, 1929
Antônio Garcia Bento (Brasil, 1897-1929)
Óleo sobre tela colado em papelão, 27 x 34 cm
Ilustração de Marcel Marlier ( Bélgica, 1930-2011)
Trago minhas mãos manchadas
de sangue, pelos espinhos
das mil rosas perfumadas
que espalhei nos teus caminhos…
Izo Goldman
Natureza morta com abacaxi, 1965
Benedito José de Andrade (Brasil, 1906 – 1979)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm

Manuel Bandeira
Olho a praia. A treva é densa.
Ulula o mar, que não vejo,
Naquela voz sem consolo,
Naquela tristeza imensa
Que há na voz do meu desejo.
E nesse tom sem consolo
Ouço a voz do meu destino:
Má sina que desconheço,
Vem vindo desde eu menino,
Cresce quanto em anos cresço.
– Voz de oceano que não vejo
Da praia do meu desejo…
Em: Estrela da Vida Inteira- poesias reunidas, Manuel Bandeira, Rio de Janeiro, José Olympio: 1979, pp 30.