O acaso traz à luz tesouro de moedas na Polônia

31 08 2023

Em março deste ano, Michal Lotys procurava numa fazenda, ao leste da Polônia, por ferramentas de agricultura acidentalmente perdidas na camada superficial de solo, perto da pequena vila de Zaniówka. De repente descobriu um tesouro.  Imediatamente notificou as autoridades, pois na Polônia não se pode sair por aí com um detector de metais à procura de tesouros.  A lei requer que todo tesouro encontrado nestas circunstâncias seja não só imediatamente anunciado ao governo como passa a ser propriedade deste.

Dariusz Kopciowski, que ocupa o cargo de diretor do patrimônio de Lublin, descreveu então o tesouro encontrado: quase mil moedas de cobre escondidas numa jarra de cerâmica.  Cunhadas, na maioria, no século XVII, entre 1663 e 1666.

Para mim é sempre impressionante como aprendemos com a descoberta de um tesouro, como este, que nem tão valioso é.  São moedas comuns a maioria de cobre.  Mas, essas moedas foram cunhadas nas casas da moeda de Varsóvia; Vilnius na Lituânia; e Brest — que hoje é da Bielo-Rússia.

Aprofundando nosso conhecimento:  no século XVII, essa região fazia parte da Comunidade Polônia-Lituânia e era foco de constantes invasões de forças cossacas da Rússia em 1655 e da Suécia no ano seguinte.  Chama-se esse período de Dilúvio.  É fácil imaginar, então, o objetivo desse esconderijo.

 

As moedas encontradas neste tesouro levam o nome de “boratynki”, em homenagem a Tito Livio Burattini (1617-1641); um polonês nascido na Itália, que estudou em Pádua e Veneza. Burattini foi um famoso cientista, arquiteto, engenheiro e membro da nobreza, que além de se interessar em fazer uma máquina voadora,  ou calcular a circunferência da Terra, ocupava nesta época o cargo de gerente da Casa da Moeda de Cracóvia e foi responsável por introduzir essas moedas, bem mais baratas do que as de prata.   Os “botatynki eram populares pois só podiam ser usadas no dia a dia. Na época, mil “boratynki” comprariam dois pares de sapatos.





Estamos de volta!

31 08 2023

Problemas resolvidos. Estamos de volta! VIVA!

Problemas no site da Peregrina resolvidos! Culpa? Provavelmente um pico de luz durante a noite na semana passada! Desde então a Peregrina tem conseguido postar o que estava em rascunho. Sem possibilidade de editar. Muito tenso. 22 horas de trabalho do técnico, em pessoa e remoto… Ah, como dependemos da internet hoje… E minhas postagens com trabalhos de arte, muitas vezes em alta definição, são difíceis de carregar pelo telefone. Enfim! Vida nova!

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Estamos Em manutenção

29 08 2023
Foto por Pixabay em Pexels.com

Se você vem aqui com frequência deve ter notado: não estamos com nossas postagens tradicionais.

Muito obrigada!

No momento tentamos resolver alguns problemas. Aguardem com paciência.





Imagem de leitura: Elizette Welgemoed

25 08 2023

Sem título

Elizette Welgemoed  (África do Sul, 1966)

óleo sobre tela





Arte estrangeira, artista do mês: Kerri Warner

24 08 2023

Uma menina e um caminhão

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

Técnica mista com  colagem sobre madeira

Beer

Cerveja

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

Técnica mista e colagem sobre madeira, 91 x 91 cm

Senhoras que almoçam

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista com colagem

Viajantes

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista com colagem, 91 x 91 cm

Verão

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

tecnica mista com colagem sobre madeira, 182 x 91 cm

Andei uma milha em seus sapatos

[I have walked a mile in her shoes… they’re not vey comfortable]

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista, colagem, páginas de livros, objetos ao léu, acrílica sobe painel de madeira

Café da manhã

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista com colagem, 50 x 50 cm

Spot

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista e colagem, 91 x 91 cm

De volta do mercado

Kerri Warner (EUA,contemporânea)

técnica mista, objetos achados, acrílica sobre madeira

Festa no jardim

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista e colagem, objetos achados, páginas de livros, papéis

Lobo como espírito animal

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista e colagem sobre painel de madeira, 91 x 91 cm

De repente ela notou que a histórias estavam à sua volta

Kerri Warner (EUA, contemporânea)

técnica mista com colagem, paginas de livros, objetos achados, acrílica sobre painel de madeira, 121 x 182 cm





Passeio de domingo: casa de campo, montanha ou costa?

6 08 2023

Chegou a jangada, 1953

Francisco Cea (Brasil, 1908 – 1978)

óleo sobre tela, 50 x 65 cm

 

 

 

Paisagem, 1983

Amadeo Luciano Lorenzato (Brasil, 1900 —1995)

óleo sobre eucatex, 41 x 35 cm

 

 

 

Paisagem com casas, 1946

Rubens Bustamante Sá (Brasil,1907-1988)

óleo s tela, 45 x 54 cm





Imperadores romanos, como eram? — Caracala

21 07 2023

Caracala, reconstrução facial pelo artista, Haround Binous (Suíça, contemporâneo)

Caracala (em latim Caracalla, 4 de abril de 188 — 8 de abril de 217) foi imperador romano de 211 até 217. O nome de nascimento de Caracala era Lúcio Sétimo Bassiano. Foi -lhe dado novo nome: Marco Aurélio Antonino aos sete anos de idade como parte da tentativa de seu pai de se unir às famílias de Antonino Pio e Marco Aurélio. Ficou conhecido como “Caracala” por causa de uma túnica gaulesa com capuz que ele usava habitualmente e que estava na moda. Passou para a história como responsável por talvez o maior ato de concessão de cidadania da história da humanidade de uma única vez. Quando proclamou o Édito de Caracala em 212, decretando que todos os habitantes livres do Império Romano, onde quer que vivessem, passariam a ser, daí por diante, cidadãos romanos. Mais de 30 milhões de pessoas das províncias próximas ou distantes do Império Romano, tornaram-se legalmente romanos, com todos os direitos que um cidadão na época possuía. Foi um ato revolucionário.

Império romano na época do governo de Caracala.




Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

19 07 2023

Flutuando no paraíso, 1986

Toninho de Souza (Brasil, 1951)

[Antônio Alves de Souza]

acrílica sobre  tela

Coleção Banco Itaú

 

 

Melancia, 1963

Antonio Henrique Amaral ( Brasil, 1935 – 2015)

óleo sobre tela, 60 x 60 cm





Férias?

12 07 2023





Inverno: George R.R. Martin

6 07 2023
Pateta visita Mickey no meio da noite, ilustração Walt Disney Studio

 

 

 

“Minha avó costumava dizer, amigos de verão passam tal qual neve no verão, mas os de inverno ficam amigos para sempre.”

 

George R.R. Martin, A Feast for Crows

 

Tradução Ladyce West

 

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“My old grandmother always used to say, Summer friends will melt away like summer snows, but winter friends are friends forever.”
― George R.R. Martin, A Feast for Crows