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10 06 2010
Ilustração Maurício de Sousa.

Muito obrigada!





O comercial de O Boticário no Natal: um desrespeito com o consumidor brasileiro

30 11 2009

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Fiquei bastante surpresa ao assistir ao comercial da cadeia O Boticário na televisão brasileira. Com o vídeo acima, belíssimo com certeza, o consumidor brasileiro, normal, que não tem qualquer obrigação de saber uma outra língua, e muito menos exclusivamente a língua inglesa, é submetido a um comercial totalmente em inglês.

Este é um comportamento que além de arrogante, manifesta total descaso com a nossa cultura. O que foi que aconteceu?

Não temos bons compositores? — Nossa música em geral não cativa o público? Por isso recorremos a uma canção protestante, um gospel americano, produzido por Harry Dixon Loes (1895-1965) nos anos 20?

Não temos letristas ou poetas? — As letras de nossas músicas são muito herméticas? Por isso recorremos a um poema numa outra língua, porque hermético por hermético… ficamos com o inglês…

Não temos agências de propaganda capazes? O encantamento natalino só pode ser entendido com um toque de hemisfério norte?  Com um ar de EUA?

Ou será que este anúncio é um ato de segregação social?  Só os inciados são dignos de serem nossos clientes? O dinheiro de quem não entende inglês não interessa?

Esta é mais uma forma de se mostrar a mentalidade do complexo de subdesenvolvido. 

Será que nos EUA um anúncio em alemão iria ser mostrado em cadeia nacional com esperanças de venda?  Ou será que na França as cadeias televisivas mostrariam um comercial em sueco com esperanças de atingirem a grande população do país?

Pode até ser uma medida de economia.  Já que é uma companhia internacional, eles fizeram um anúncio para o mundo inteiro.  E por que, então, não o fizeram em português ( afinal é uma companhia brasileira) e com legendas para cada país em que estão representados?  Será porque esses outros povos não responderiam a um anúncio em língua estrangeira?

De quem foi a infeliz idéia de desmoralizar a nossa cultura a esse ponto?

Neste Natal não comprarei presentes de O Boticário. 

E tem mais, vou falar com todos que conheço para fazerem o mesmo. 




Matar aula? Não mais…

8 08 2009

sonecaIlustração Maurício de Sousa.

 

As instituições de ensino de todo o País estão obrigadas a partir de hoje a passar informações escolares aos pais, segundo lei publicada no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a alteração no Artigo 12, da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, as escolas são obrigadas a informar o pai e a mãe e, se for o caso, os responsáveis legais pelo estudante, sobre a frequência e rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica da escola.

 A lei foi sancionada dia 6 de agôsto  pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Fonte: ESTADÂO





Jasper Joffe um artista de seu tempo

3 08 2009

CLOWN FACES, 1999, Jasper Joffe (Inglaterra, 1975), 30x30cm, ost

Caras de Palhaços, 1999

Jasper Joffe ( EUA/Inglaterra, 1975)

óleo sobre tela, 30 x 30 cm

 

Nesta semana, serão leiloados todos os pertences do conhecido artista plástico inglês Jasper Joffe.  Ele nasceu nos EUA, mas foi com 8 anos para a Inglaterra, de onde nunca saiu, teve sua formação artística e sua carreira profissional na Ilha.  Sua arte, assim como sua visão do mundo, tem uma forte identidade britânica.    Uma identidade talvez mais ainda acentuada, quando considerarmos que um dos fortes traços da cultura inglesa é a aceitação e cultivo de excentricidades entre seus habitantes.  Eles são os primeiros a reconhecer que têm uma tendência a pensar e agir “outside the box” ou melhor, fora dos padrões da normalidade.   Essa liberalidade para com o comportamento próprio e para com o do vizinho sempre permitiu que personalidades extravagantes fizessem parte da textura social.   Esta característica é tão marcante que em 2003 fez parte de uma campanha para incentivo do turismo interno da ilha.  Campanha que apregoava entre outros eventos: encantadores de minhocas, corridas de caracóis, brigas de dedões do pé, competição de rolar queijos morro abaixo, festival do alho e trekking com lhamas. 

Seguindo os passos de seus conterrâneos, Jasper Joffe tem explorado o caminho da excentricidade.  Já famoso, tornou seu nome mais corriqueiro ainda quando organizou a Free Art Fair, chamada de “Feira para as vacas magras” [The art fair for the credit crunch] uma paródia da Frieze Art Fair, onde trabalhos de arte renderam alguns milhões de libras, a  Free Art Fair reuniu 50 artistas – conhecidos e não tão conhecidos  —   que apresentaram seus trabalhos para venda por frações mínimas de seus preços no mercado.  

 

Jasper Joffe

O artista plástico Jasper Joffe.

 

Agora, Jasper Joffe está colocando sua vida inteira num leilão.  Isso mesmo, todos as suas possessões.  Para dar uma idéia aqui está uma amostra:

• 100 quadros incluindo retrato de Himmler do The Beauty Show, uma versão do mesmo quadro comprado por Charles Saatchi.

• Centenas de pincéis que foram lavados freqüentemente e com carinho

• Camisas da marca Lacoste em dezenas de cores

• 10 ternos, incluindo um Richard James de linho branco usado por Joffe em sua formatura no Royal College

•  Um casacão de couro negro, longo, Armani,  comprado em Roma quando o artista vendeu um quadro a um dentista

• Um par de sapatos feitos a mão por Ducker and Son comprado pelo artista no seu primeiro ano na universidade de Oxford.

 • Uma gravura de Tracey Emin que Joffe comprou depois de passar a noite em claro numa fila na liquidação Absolut, na escola de arte do Royal College.

• Mais de 800 livros, incluindo a coleção do artista de primeiras edições de escritores contemporâneos, livros de arte e outras edições raras.

• Um Mixer da Kitchenaid em aço inoxidável.

 

QUEEN II, jasper-joffe (EUA 1975)

Queen II

Jasper Joffe ( UK 1975)

óleo sobre tela

 

Com o nome de The Sale of a Lifetime (A Liquidação de uma Vida), a venda abre nesta terça-feira na Generation Gallery, ao leste de Londres.  O fator precipitador deste rompante foi uma desilusão amorosa:  Joffe, de 33 anos, foi abandonado pela namorada no último Natal.  A idade, aqui, é um fator importante.  Pois o artista aproveitou a simbologia da idade com que Cristo morreu para “colocar tudo o que possuo em uma exposição e à venda, posso perceber exatamente onde estou já que terei 34 anos de idade na semana que vem“, disse Joffe.  A venda inclui só 33 lotes, custando 3.333 libras cada (cerca de R$ 10.300).  “Estou vendendo minha vida toda por 109 mil libras (cerca de R$ 336 mil). Para os pertences de toda uma vida não é muito“, diz ele.

 

Jasper Joffe não é o primeiro a dar uma guinada em sua própria vida e tentar recomeçar do zero.  Nem é ele o primeiro artista a vender todos os seus pertences com o fim de mudar radicalmente.   Mas graças à sua personalidade esfuziante, e à tendência de conseguir transformar projetos em grandes eventos, neste momento, com a venda de seus  objetos pessoais, com a mudança radical e a certeza de uma trajetória de vida interrompida para ser recomeçada logo adiante, fazem do artista alguém que parece exprimir melhor que qualquer outro artista plástico da hora, o espírito de seu tempo.  Tudo é um evento.  Tudo é para ser testemunhado em público.  A vida, o dia a dia, o momento corriqueiro como parte do reality-show do dia, da cena.  

 

joffe

Jasper Joffe

 

Não é importante se gostamos ou não dos trabalhos de Joffe.  Se teríamos ou não uma de suas telas em nossas paredes.  Não acredito que se eu pudesse, eu comprasse qualquer um de seus quadros.  Acho a maioria do que já vi de uma brutalidade  muito grande, com uma temática que prefiro passar ao largo, freqüentemente unindo sexo e violência.  No entanto, há uma parte de mim, talvez o meu lado mais rebelde, ou até mais teatral, que aprecia este comportamento, essa irreverência para com o que outros e até mesmo seus colecionadores dão valor.  É justamente este espírito de rebeldia, de ir um ou dois passos além da norma, que o mostra colorindo do lado de fora do desenho,  que o faz um verdadeiro excêntrico, e que o distingue dos demais.   Talvez eu gostasse de ter esta coragem, de estar um pouco menos enquadrada no mundo comme il fault – no que é esperado —  e por isso aprecie tanto suas atitudes.  Tenho certeza que depois de todo o circo, depois de toda a venda, Jasper Joffe, saberá se renovar, se encontrar de novo.  Acho que eu e algumas outras pessoas que conheço poderíamos usar de vez em quando desta re-colocação, de um virar proposital de ponta-cabeça de tudo que nos cerca e nos faz quem imaginamos ser.  Stunt de publicidade ou não, deve ser gostoso





Olha o passo do elefantinho!

30 07 2009

Filhote passeia entre adultosFOTO: AFP

 

O zoológico Whipsnade, na cidade britânica de Bedfordshire, apresentou nesta terça-feira um filhote de elefante asiático. O bebê, que nasceu há seis dias (22/7/2009) pesando 126 kg, já passeia entre os adultos.

Recentemente (5/7/2009) o zoológico Taronga, na Austrália comemorou o nascimento de um outro bebê de elefante asiático, nascido com 120 kg.

 

Filhote de elefante asiático nasce com 126kg

FOTO: AFP

 

No passado esses elefantes podiam ser encontrados nos territórios que abrangem grande parte da Ásia. Hoje existem só pequenas comunidades,  espalhadas em zona florestais, por vários países: Índia, Tailândia, Bangladesh, Butão, Brunei, Camboja, China, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar (antiga Birmânia), Nepal, Sri Lanka e Vietname. O desaparecimento dos habitats naturais empurrou estes animais para junto das populações.

Esses elefantes se alimentam principalmente de ervas e folhas de árvore. No entanto, parecem demonstrar gostar muito de produtos da horta.  Isso causa um problema sério para as populações que vivem próximo ao habitat desses paquidermes, pequenos agricultores vêem as suas culturas devastadas, rapidamente.

 

Filhote britânico

FOTO: AFP

 

Os elefantes asiáticos atingem 3 metros de altura, têm orelhas pequenas e defesas um tanto leves. Machos e fêmeas, atingem a maturidade sexual por volta dos 14 anos.  O tempo de gestação de um bebê elefante varia entre os 18 e os 22 meses.  Ao cabo desse tempo nasce apenas uma cria.  A espécie é muito utilizada pelo homem como animal de guerra, em trabalhos florestais e como meio de transporte.

Seu único predador natural é o tigre, que na maioria das vezes ataca os filhotes, porém existem casos registrados de tigres caçarem elefantes adultos.  Em circunstâncias normais a expectativa de vida de um elefante asiático é 60 anos.

 

filhote de elefante asiatico, zoo de Bedfordshire, Inglaterra

FOTO: AFP

 

As principais diferenças entre este e o elefante-africano são: costas mais arqueadas, orelhas menores, 4 unhas nas patas traseiras em vez de 3, 19 pares de costelas em vez de 21, ausência de presas de marfim nas fêmeas.

Na religião hindu, o elefante-asiático está associado a Ganexa, o deus da sabedoria.





Cinco navios romanos naufragados foram encontrados!

26 07 2009

navio romano reconstruçãoNavio romano, reconstrução.

 

Um grupo de arqueólogos descobriu um “cemitério de navios” romanos.  Ao todo foram encontrados por tecnologia de sonar, cinco antigos navios romanos, sem vestígios de exploração humana desde que afundaram, nos arredores da ilha Ventotene.   Esses navios de carga comercial do primeiro século AC ao quinto século AD, estavam a um pouco mais de 100 metros abaixo do nível do mar.  Isso os faz entrar na lista dos espólios de naufrágio descobertos nas maiores profundidades do mar Mediterrâneo, nos últimos anos.

O arquipélago de Ventotene está situado a meio caminho entre Roma e Nápoles, na costa oeste da Itália, e historicamente foi um lugar que navios procuravam quando precisavam de abrigo do mau tempo no Mar Tirreno.  “Tudo indica que esses navios estavam a caminho de abrigo mas afundaram antes de conseguir chegar a um lugar seguro,” disse Timmy Gambin, chefe do programa de arqueologia. “Isso explica porque em uma pequena área há cinco naufrágios.”  Os navios encontrados levavam carregamento de vinho, da valiosa lingüiça de peixe de origem espanhola e do norte da África, e um misterioso carregamento de tabletes de metal da Itália, provavelmente para serem usados na construção ou de estátuas ou de armas.

Ventotene_cliffs

Costa de Ventotene.

 

Gambin lembra que essas descobertas revelam os padrões de comércio durante o império romano.  Primeiro eles exportavam alimentos para suas províncias, depois, gradualmente, começaram a importar mais e mais o que eles originalmente exportavam.

Durante o império romano, o arquipélago de Ventotene era conhecido como Pandataria, e era usado para abrigar nobres que vergonhosamente  haviam sido exilados do país.  O imperador Augusto mandou sua filha Júlia para a Pandataria por causa de seu adultério.  No século XX o ditador italiano Benito Mussolini usou esta ilha com prisão para seus oponentes políticos.

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Ânforas encontradas em Ventotene.

 

Dos naufrágios, o que resta são principalmente os carregamentos cobertos de crustáceos.  Nada sobrou das embarcações propriamente ditas que devem ter sido devoradas por vermes de madeira através dos séculos.  A profundidade em que estas cargas se encontravam ajudou a protegê-las por todos esses anos.

Fonte: Reuters   Tradução minha.





Chocolate de leite de camela ?!?

26 07 2009

egyptian-camel,steven noble (EUA)

Camelo, ilustração de Steven Noble (EUA).

 

Quando morei em Oran, na Argélia, tive a oportunidade de me familiarizar um pouco mais com os camelos, que até então só conhecia de zoológicos.  Ou seja, passei a vê-los no dia a dia, não dentro do perímetro urbano, afinal Oran era uma cidade moderna de mais de um milhão de habitantes.  Mas como animal de carga, vi muitos camelos nos arredores da cidade, assim como nas aldeias.  Eles não me deram uma boa impressão.  São muito altos, grandes mesmo, e têm um odor peculiar tão intimidante quanto sua altura. Alguns poderiam dizer uma inhaca, uma catinga que penetra nas narinas de visitantes – como eu — e não quer mais largar…   Ruminantes que são, parecem em perpétuo comer, e enquanto mastigam, seus lábios se embabadam para os lados e para a frente de uma maneira pouco atraente.   Cospem com freqüência e seu relincho (camelo relincha?) é sofredor, dá pena.  Não quero desmoralizar esse animal.   Sei da importância que tem para a sobrevivência do ser humano em condições extremas e reconheço seu enorme valor para os moradores do deserto.  Estou simplesmente dando a minha impressão, reiterando os meus preconceitos de cidadã urbana, do mundo ocidental, quando confrontada com tamanha besta.  Por isso mesmo fiquei surpresa de ver que a Al Naasma – uma companhia de Dubai, especializada em chocolates feitos com o leite do camelo, que começou tal produção em 2008 —  tem planos de expansão de mercado incluindo entre seus futuros parceiros outros países árabes, a Europa, o Japão e os Estado Unidos.  E não pretende vender chocolate para qualquer um.  Seus chocolates poderão ser adquiridos, se as negociações em progresso se cristalizarem, na famosa loja Harrods em Londres, ou na conhecida Chocolate Covered, boutique de chocolate da cidade de  São Francisco.  

 

chocolate

 

Procurei ir um pouquinho mais a fundo nesse plano para saber das razões que levariam alguém a comprar chocolate de leite de camela.  Por que, além do simples modismo, alguém se daria ao trabalho de procurar adquirir mais de uma vez, ( não há negócio que possa sobreviver sem o comprador que repete a sua compra) esse singular produto?  E descobri coisas incríveis:  o leite de camela tem 5 vezes mais vitamina C do que o  leite de vaca, tem muito mais ferro do que o leite de vaca, menos gordura, menos lactose e mais insulina.  Além disso é rico nas vitaminas que fazem o complexo B.   Talvez mais importante que tudo já mencionado é que o leite de camela leva a fama de ser um ótimo restituidor de forças, recuperador de ânimo para doenças sérias, recuperador da virilidade masculina e grande afrodisíaco.  Isso o faz um produto excepcional.  O leite de camela aparece como um ótimo produto para diabéticos assim como para aqueles que apresentam intolerância à lactose.   Os chocolates produzidos com o leite de camela, pela companhia Al Naasma, não têm conservantes ou aditivos químicos.   São adocicados com mel e produzidos com coquinhos e especiarias do Oriente Médio.  

Não.  Não pense que esse discurso é um anúncio pago pela companhia de Dubai.  Minha influência não é tão grande, mas a minha curiosidade sobre novos projetos de auto-sustentação é grande.  

 

camel, niles shmistry

Camelo, ilustração de Nilesh Mistry.

 

No meio dessas descobertas li que é muito difícil tirar o leite de camelas.  De acordo com um artigo de 22/7/2009 do Wall Street Journal, Uma fã de leite de camela sofre para começar uma fazenda de gado camelo [A Fan of Camel Milk Struggles to Start a Drome-dairy], as camelas sentem cócegas nas regiões próximas às tetas, movem-se muito e podem de repente se deitar no chão, no meio do processo de tirar o leite.  Além disso preferem dar leite quando há cria por perto.  Sem um bebê camelo é mais difícil a camela dar leite.  Até hoje poucas são as fazendas leiteiras que usam maquinaria na extração do leite de camelo.  A mais conehecida é a companhia The Camelicious [O Camelicioso], uma companhia de Dubai, que desde 2006 vende leite de camela com sabores açafrão ou tâmara.   Outra característica do leite de camela para os produtores é que em média a camela produz 7,5 litros de leite por dia.  Quando se compara com a produção de uma vaca leiteira, em média 26,5 litros/dia, poderíamos dizer que não parece um investimento atraente.

No entanto, isso não está desanimando novos criadores rurais.  Principalmente quando há grande demanda tanto para o leite como para o chocolate feito com o leite de camela.  Essa procura vem dos países ricos do Oriente Médio, do Japão e da Europa.  Por isso mesmo, pessoas como Millie Hinkle, entrevistada pelo Wall Street Journal em Raleigh, Carolina do Norte, estão à cata de aprovação pela FDA [Food and Drug Admnistration] para poderem vender o leite de camelo dentro dos EUA.  A produção de seu rebanho de 40 camelos já estaria toda vendida caso o leite de camelo já tivesse sido aprovado para comércio nos EUA.  Há muito interesse.  Há muita procura.    Em 2006, a ONU projetou  em 10 bilhões de dólares o total de vendas globais de leite de camela e recomendou que o Oriente Médio se dedicasse a essa atividade para melhoria econômica.  Evidentemente não só os habitantes do Oriente Médio estão com os olhos abertos para a oportunidade.  Já há interesse na produção de leite de camela nos EUA, que como o Brasil, não têm camelos naturalmente.  Será que haverá alguém, aqui no Brasil, interessado em se dedicar à produção de leite de camela?   Fica aqui a idéia e os votos de sucesso.  Quanto a mim, a não ser que o meu médico recomende, acho que ficarei com os meus próprios preconceitos.  Vai ser difícil esquecer de onde vem esse leite.  Rs…

FONTES: 

Reuters

The Wall Street Journal





Um fim de semana muito trabalhoso!

12 07 2009

mudanças 2

 Ilustração:  Walt Disney

 

Aos meu leitores:

Desculpas!  Mas, a partir de ontem, tenho uma nova residência.  Estou no processo de abrir caixas e mais caixas.  E esperar que a linha de internet rápida seja instalada no novo local.  Então estarei apenas dando uma passadinha por aqui, breve, até que aos pouquinhos a vida se normalize.  Deve ser logo!  Um abraço!





Novos quadros na Casa Branca dos Obama

25 05 2009

quadros, pregar

Peninha, ilustração de Walt Disney.

 

Os Obamas mandaram novas ondas de choque pelo mundo da arte mundial depois de colocarem um pedido de empréstimo a museus, galerias e colecionadores particulares, mostrando que gostariam, para a Casa Branca,  de arte moderna produzida por artistas negros, asiáticos, hispânicos e por mulheres.  Dando uma guinada radical da arte do século XIX  que domina as paredes da Casa Branca como pintura de gênero, paisagens bucólicas e muitos retratos, o casal Obama está incluindo, entre outras, obras de arte abstrata.

 

As escolhas do presidente do EUA podem afetar os valores de mercado das obras e dos artistas escolhidos para decorarem a Casa Branca.  Curadores de museus e colecionadores decidiram rapidamente oferecer obras para inclusão no local.

As escolhas que fizerem terão inevitavelmente algumas implicações políticas.  E poderão servir como uma ferramenta para impulsionar a mensagem de uma administração mais inclusiva do que as anteriores.   O presidente Clinton recebeu elogios após ter selecionado Simmie Knox, um americano negro, artista do estado de  Alabama, para pintar seus retratos oficiais.   Enquanto que a administração do presidente Bush ganhou aprovação quando adquiriu Os construtores, uma pintura do artista negro americano Jacob Lawrence, recebeu também algumas críticas porque este quadro retrata homens negros fazendo trabalho servil.

 

jacob_lawrence, (1947) tempera sobre madeira, 50 cm x 60 cm

Os Construtores

Jacob Lawrence (EUA 1947)

Têmpera sobre madeira

50 x 60 cm

Coleção da Casa Branca, Washington DC

 

Na semana passada, sete novas obras, de empréstimo vieram do Hirshhorn Museum and Sculptural Garden em Washington DC.  Elas foram transportadas e instaladas na Casa Branca, na parte da residência particular da família.  Entre elas estão “Sky Light” e “Watusi (Hard Edge),” um par de pinturas abstratas em azul e amarelo pela pouco conhecida pintora negra americana Alma Thomas, aclamada por suas pinturas pós-guerra de formas geométricas e cores alegres.

 

alma thomas, skylight

Skylight, 1973

Alma Thomas (EUA 1891- 1978)

Acrílica sobre tela,  50 x 60 cm

Hishhorn Museum & Sculpture Garden,

Em empréstimo à Casa Branca, Washington DC

 

A National Gallery of Art, em Washington DC,  emprestou à família, pelo menos, cinco obras este ano, incluindo os “números, de 0 a 9“, uma escultura em relevo de Jasper Johns, “Berkeley No. 52,” em grande escala, a espalhafatosa pintura de Richard Diebenkorn, e um quadro vermelho-sangue Edward Ruscha, em que na tela estão escritas as  palavras, “eu acho que talvez eu vá …“, montagem que parece própria para um presidente conhecido por longos momentos contemplação.  A escultura de Jasper Johns foi instalada na ala  residencial da Casa Branca,  no dia da inauguração,  junto com outras obras de arte moderna de Robert Rauschenberg e Louise Nevelson, que também foram emprestadas para a Casa Branca pela National Gallery of Art.

 

Jasper Johns, 0 through 9, embossed lead relief, 30 x 23,5 inches

De 0 a 9, 1961

Jasper Johns (EUA 1930 – )

Relevo em chumbo

National Gallery, Washington DC

Em empréstimo à Casa Branca

 

Depois que George W. Bush trouxe para a Casa Branca o artista de El Paso, Texas,  Tom Lea’s “Rio Grande” — uma visão de um cacto foto-realista de encontro a nuvens cinzentas, e colocou-a na Oval Office, o preço das pinturas deste artista subiu cerca de 300%, diz Adair Margo, dono de uma galeria em El Paso que representa o trabalho de Lea. [Lea faleceu em 2001, o que também ajudou a aumentar o valor do seu trabalho].

 

tom lea, rio grande, 1954, ost

Rio Grande, 1954

Tom Lea,  (1907-2001)

Óleo sobre tela, 56 x 80 cm

Esteve em empréstimo no Oval Office

da Casa Branca no governo de G. W. Bush.

 

O interesse do casal Obama por arte moderna vem de longa data, de muito antes da mudança que fizeram para Washington.  A casa da família em Hyde Park tinha arte moderna e  fotografias em preto-e-branco, é o que afirmam vários amigos de Chicago.  Vale a pena lembrar, também, que  em um de seus primeiros encontros,  Obama levou Michelle para uma visita ao Art Institute de Chicago.

 

O porta-voz da Casa Branca diz que o casal Obama aprecia desfrutar todo tipos de arte, mas que deseja “complementar a coleção permanente” e “dar nova voz” aos modernos artistas americanos de todas as raças e origens.

 

As mudanças na arte da Casa Branca acompanham o desejo da administração do presidente  Obama  para o aumento do orçamento para as artes. Obama incluiu $ 50 milhões de dólares em seu pacote de estímulo econômico para a National Endowment for the Arts e na segunda-feira Michelle Obama falou sobre a reabertura da ala do Metropolitan Museum, dedicada à arte americana.

 

ed ruscha

Eu acho… talvez eu vá, 1983

Ed [Edward] Ruscha  (EUA 1937 – )

Óleo sobre tela, 138 x 160 cm

National Gallery, Washington DC

Em empréstimo à Casa Branca

 

Michelle  e Barack Obama começaram a pensar na arte que colocariam na Casa Branca pouco depois da eleição em novembro, explica curador de arte William Allman. Michael Smith, um decorador baseado em Los Angeles, contratado pelo casal Obama para redecorar seus cômodos particulares trabalhou com o Sr. Allman, com a secretária social da Casa Branca Desirée Rogers e outros da equipe de transição para determinar quais obras fariam o casal se sentir em casa, em Washington.

 

O casal fez uma lista de cerca de 40 artistas e pediu por escrito numa carta ao Museu Hishhorn  por potenciais empréstimos, de acordo com Kerry Brougher, diretor adjunto do museu e curador-chefe.  Uma das imposições dos Obama foi que quaisquer empréstimos deveriam vir das obras armazenadas da coleção do museu e em hipótese alguma seus pedidos deveriam depenar as paredes de exposição da instituição.  

 

A coleção permanente da Casa Branca é um excelente documento da força artística da América dos séculos XVIII e XIX”, diz  Michael Smith. “As peças de arte selecionadas para empréstimo servem de ligação entre esse legado histórico e as diversas vozes de artistas do século 20 e 21.”

 

Na semana passada, Michelle e Barack Obama decidiram tomar emprestado “Nice“, um quadro abstrato de 1954 do pintor francês de origem russa, Nicolas de Staël, de retângulos vermelho, preto e verde-musgo; um par de pinturas de quadrados do pintor alemão Josef Albers, da famosa série “Homenagem ao Quadrado” em tons de ouro, vermelho e lavanda, e também “Dançarina colocando meia” e “Primeira Bailarina”, dois bronzes decorativos do escultor e pintor francês, Edgar Degas.  O museu também enviou um trabalho sobre a segregação racial do artista de Nova York  Glenn Ligon: “Black Like Me”, [Negro como eu]  entre outros que o casal ainda pondera, de acordo com um porta-voz Casa Branca.

 

Nicolas de Stael, Nice, 1954

Nice, 1954

Nicolas de Staël (França 1914- 1955 )

Óleo sobre tela,

Hishhorn Museum & Sculpture Garden,

Em empréstimo à Casa Branca

 

Obras existentes no Oval Office incluem a paisagem de 1895 de Thomas Moran «Três Tetons‘ e a escultura ‘Bronco Buster” (1903) de Frederic Remington.   O presidente pode pendurar o que ele quiser na residência e nos escritórios, incluindo o  Oval Office, mas a arte colocada em salas públicas, como a Sala Verde, por exemplo, deve ser primeiro aprovada pelo curador da Casa Branca e  pelo Comitê para a Preservação da Casa Branca , um conselho consultivo sobre qual a primeira-dama atua como presidente honorário.

 

“Todas as obras destinadas à coleção permanente da Casa Branca muitas vezes, passam por rigoroso e longo controle antes de a Casa Branca aceitá-los como brindes ou, por vezes, comprá-los usando doações privadas”, diz o Sr. Allman, que atuou como curador-chefe, uma posição permanente na Casa Branca, onde ele atua desde 1976.

 

Adições à coleção permanente deve ter, pelo menos, 25 anos.  A Casa Branca não aceita normalmente peças de artistas vivos para a sua recolha, porque sua inclusão poderia impactar no valor de mercado do artista escolhido para a coleção permanente. um valor de mercado. O resultado é que não há muitas opções de arte moderna na coleção, disse Allman.

 

Não somos uma galeria de arte”, Allman continua, “não somos um museu.  As pessoas vêm para a Casa Branca, uma vez na vida e já têm uma certa percepção de que eles verão”.

 

No momento, das 450 e poucas peças da coleção permanente só  cinco obras são de artistas negros: os retratos Clinton, por Knox; “Os Construtores” por Lawrence; “Dunas ao por do sol em Atlantic City” de Henry Ossawa Tanner, que está no Quarto Verde e foi comprado durante o governo Clinton e “A Fazenda Desembarque“, uma tranqüila paisagem pintada em 1892 pelo artista, de Rhode Island, Edward Bannister, adquirido com doações em 2006.

 

A Casa Branca também pode temporariamente selecionar obras de museus, galerias e de colecionadores para decorar quer a residência particular, quer os cômodos públicos. Os presidentes devolvem os empréstimos no final do seu governo.

 

albers

Homenagem ao quadrado, 1964

Joseph Albers (Alemanha 1888- 1976 )

Óleo sobre tela,

Em empréstimo à Casa Branca

 

Muitos dos mesmos colecionadores abastados que ajudaram Obama a financiar sua campanha presidencial estão agora oferecendo obras de arte.  ET Williams, um colecionador de Nova York  de arte americana de artistas negros, que já trabalhou no conselho de museus, incluindo o Museu de Arte Moderna de Nova York, está entre os candidatos à doadores.

 

No início deste mês, Williams, um banqueiro aposentado e investidor imobiliário, examinando a coleção que mantém em  seu apartamento em Manhattan analisou esta verdadeira jóia de sua coleção, um retrato de um homem com chapéu de Lois Mailou Jones.  A pintura está avaliada em $ 150.000, 00 dólares, mas ele disse que ficaria feliz se pudesse doá-lo para a coleção permanente da Casa Branca.  Ele também confirmou que o presidente pode “pegar emprestado tudo o de que gosta” de sua coleção, que inclui obras de Romare Bearden e Hale Woodruff.

 

Williams diz  que apesar de um empréstimo ou uma doação para a Casa Branca poder vir a  aumentar o perfil de sua coleção, a oferta que faz é motivada por um desejo de apoiar o presidente.  Um porta-voz Casa Branca confirmou que qualquer doação em potencial para a coleção permanente deve ser considerada através do curador do escritório.

 

Os colecionadores de arte negra americana imediatamente ficaram a postos  quando a notícia se espalhou de que o casal Obama procurava por arte para empréstimo, diz Bridgette McCullough Alexander, curadora de arte e que foi conselheira para o ensino médio com a primeira-dama.   Ela diz que alguns de seus clientes colecionadores manifestaram interesse em emprestar obras para a Casa Branca.

 

Para os colecionadores, foi como se os Obama tivessem pedido que lhes enchessem a geladeira. Como na mercearia, a lista de artistas só cresceu “, diz ela.

 

richard Diebenkorn Berkeley n 52, 1955, ost

Berkeley no. 52, 1955

Richard Diebenkorn (EUA 1922- 1993)

Óleo sobre tela,

Propriedade do espólio de Richard Diebenkorn

Em empréstimo à Casa Branca

 

A Casa Branca é, já, há muito tempo, uma verdadeira porta giratória de preferências artísticas. Dolley Madison salvou o célebre retrato de George Washington feito por  Gilbert Stuart. Jacqueline Kennedy ficou conhecida por elevar o perfil da arte na Casa Branca quando mandou tirar dos armazéns que guardam as obras da casa, oito pinturas de Cézanne que fazem parte da coleção permanente.

 

As últimas administrações têm tentado preencher as lacunas na coleção permanente de arte americana. Hillary Clinton teve sucesso em convencer o comitê  de Preservação da Casa Branca para aceitar o trabalho abstrato de 1931 de Georgia O’Keeffe  “Bear Mountain Lake, Taos.” Os críticos insistiam em dizer que o quadro  não se enquadrava na elegância da Sala Verde, característica do século XIX.   

 

 

bear lake, new mexico, georgia O keeffe (1887-1986) 1930, acervo casa branca

Bear Mountain Lake, NM,  1931

Geórgia O’ Keeffee ( EUA 1887-1986)

Acervo da Casa Branca, Washington DC

 

Laura Bush  também conseguiu convencer a comissão de preservação a aceitar um Andrew Wyeth, uma pintura doada pelo artista, numa rara exceção à proibição de obras de artistas vivos. “Graças a Deus que o aceitaram porque logo depois que Wyeth morreu e a Casa Branca nunca teria sido capaz de comprá-lo,” lembrou o historiador da arte William Kloss, que tem servido na comissão de preservação desde 1990.   

 

Em 2007, o Fundo de Aquisições para a Casa Branca, uma organização sem fins lucrativos que financia aquisições  de arte aprovadas pelo comitê de preservação, pagou US $ 2,5 milhões por um  Jacob Lawrence da cor de ferrugem colagem de trabalhadores no local de um edifício.  Pagou quatro vezes a sua elevada estimativa e  ultrapassando em muito os $ 968.000, 00 preço recorde para o artista em leilão na época, lembrou Eric Widing, chefe do departamento de pintura americana da Christie’s.  A compra pode ter dado um impulso ao mercado Lawrence, pois na primavera seguinte, um colecionador pagou $ 881.000, 00  para Christie’s  por um outro Lawrence,– o terceiro mais alto preço pago por uma de suas obras.

 

A aquisição de 1995 do quadro de Henry Ossawa Tanner,  Cena de praia em Atlantic City teve o efeito inverso.  A Casa Branca comprou o trabalho direto da sobrinha neta do artista por US $ 100.000,00 um preço bem inferior a $ 1 milhão de dólares, pedido por semelhantes quadros de Tanner.  O modesto preço da compra foi altamente comentado e divulgado.  Imediatamente o preço de quadros de Tanner desabaram no mercado, atestam vários marchands.  

 

hENRY OSSAWA TANNER, aTLANTIC CITY, 1885,OST, 73 X 137 CM

Cena de praia em Atlantic City, 1885

Henry Ossawa Tanner (EUA 1855- 1937)

Óleo sobre tela, 73 x 137 cm

Acervo permanente da Casa Branca

 

 

Laura Bush pendurou um trabalho moderno de Helen Frankenthaler na residência particular e pleiteou a aquisição de um Lawrence, enquanto G.W. Bush cobria as paredes de seu escritório com pelo menos seis paisagens do Texas.

 

Bush gostava de coisas que lhe lembrassem o Texas e disse que queria no Oval Office olhar como uma pessoa otimista que trabalha lá “, explicou Anita McBride, ex-chefe de equipe da Sra. Bush. Ela lembrou também que todos os quadros emprestados ao presidente anterior, já foram devolvidos.

 

Poucas semanas depois da posse Obama causou um auê, quando  removeu do Oval Office um busto de bronze de Winston Churchill, emprestado pela Embaixada Britânica e o substituiu por um busto de Martin Luther King Jr. do escultor Charles Alston, emprestado pela National Portrait Gallery em Washington DC.

 

No próximo mês, o casal Obama decidirá sobre o empréstimo de quatro obras do artista negro americano William H. Johnson, incluindo o seu ” A Lenda de Booker T. Washington“, um óleo sobre madeira compensada representando um ex-escravo no ato de educar um grupo de estudantes negros.  O quadro pertence ao Museu de Arte Americana do Smithsonian.   Nesse meio tempo, o Art Institute of Chicago planeja enviar aproximadamente 10 obras para a família Obama  considerar, entre elas, peças do artista americano negro Beauford Delaney e um trabalho expressionista abstrato de  Franz Kline.

 

Steve Stuart, um historiador amador que vem estudando a Casa Branca por três décadas, acha que os Obama não necessitam se vincular demais às tradições.  “Você não deveria ter de olhar para a cara da Sra. Hoover sobre sua cama por quatro anos, se não o quisesse”, disse ele.

 

 

Artigo: THE WALL STREET JOURNAL

Autores: Amy Chozick e Kelly Crow

Tradução liberal ( isto quer dizer, não ao pé da letra) de Ladyce West





Patinhos salvos pela segunda vez!

25 05 2009

patinhos

Patinhos recem-nascidos atravessam a cidade com alguma ajuda!

 

Uma boa notícia para começarmos  a semana com um sorriso!

 

Uma família de patos foi resgatada por um bancário na cidade americana de Spokane, no Estado de Washington. A mãe dos patinhos havia feito seu ninho na marquise de um prédio, do lado de fora da janela de Joel Armstrong.

Depois que 12 filhotes nasceram, a mãe precisava levá-los para a água. Com apenas um dia de vida, no entanto, os patinhos eram muito pequenos para deixar a marquise voando.

Armstrong foi para a calçada, às 5h45 da manhã, e esperou que os filhotes pulassem. O bancário já havia feito a mesma coisa no ano anterior, mas na época deixou um dos filhotes cair.

Desta vez, Armstrong conseguiu pegar todos os patinhos. A família de animais foi então guiada pelas ruas da cidade até chegar a sua nova casa, um rio local.

Fonte: Portal Terra

 

Para ver o vídeo do canal ABC mostrando o salvamento clique AQUI! 

E boa semana!