Cuidado, quebra! Prato com brasão de Florença!

20 07 2017

 

 

louvre-bassin

Prato fundo com o brasão da cidade de Florença, início do século XV

Faiança. 64 cm de diâmetro e 8 cm de altura

Louvre

 

 

Este prato é uma das relíquias de cerâmica mais impressionantes do início do século XV (1400-1425) em Florença.  O desenho de um leão num campo de lírios e segurando uma bandeira com o lírio florentino, símbolo da cidade. O prato mostra influência espanhola e do oriente, mas também anuncia a nova faiança italiana.  Como o catálogo do Museu do Louvre explica, esse prato deve ser visto no contexto de desenvolvimento de um novo estilo, original.

 





Em três dimensões: escultor alemão anônimo

1 06 2017

 

 

09g_1250Cavaleiro de Bamberg, 1235

Escultor anônimo alemão

Arenito, 236 cm de altura

Catedral de Bamberg, Alemanha





Em três dimensões: Louis-Ernest Barrias

22 05 2017

 

 

bousaadaA menina de Bou Saada, década de 1890

Louis-Ernest Barrias (França, 1841-1905)

Mármore branco e bronze,  48 cm de altura

Coleção Particular





Curiosidade: uma moeda válida por mais de 400 anos!

20 05 2017

solidus-of-constantine-vi-and-irene-from-dumbarton-oaks-collectionSolidus, a moeda do Imperador Constantino.

 

 

O  solidus,  foi uma moeda de ouro relativamente puro.  Cunhada em 309-310, durante o governo do Imperador Constantino, tinha o peso de aproximadamente 4.5 gramas. Foi amplamente usada na Europa Ocidental e em todo o Império Bizantino até o século X.  No império romano ela substituiu o aureus como principal moeda de ouro. Foi usada em diversas formas, em diferentes países europeus.  No ocidente só foi substituída por Pepino, o Breve, [Pepino III] rei dos Francos, na reforma monetária de seu governo (751-768).





Esmerado: brincos de ouro etrusco, séc. IV, a. E. C.

4 05 2017

 

 

BRINCOS ETRUSCOS, sec. 4 antes da era comum

 

Dois discos de ouro etrusco,  século IV a. E. C.

Dois discos de ouro etrusco, datando do século IV a. E. C. Cada um formado por uma folha de ouro abaulada, rodeada  por granulações esféricas de ouro, decorado por anéis concêntricos rodeando outras esferas de ouro, tendo ao centro decoração em forma de pera com granulação.  Montados como brincos com dorso e pinos modernos em ouro.

2,2 cm em diâmetro cada.

 

Christie’s





Em três dimensões: Andrea del Verrocchio

2 05 2017

 

 

portraBusto de uma jovem, 1466

Andrea del Verrocchio (Florença, 1435 – 1488)

mármore, 53 cm de altura

Frick Collection, Nova York





Refeições na Idade Média, texto de Alexandre Staut

25 04 2017

 

 

The Temperate and the Intemperate, about 1475–80, Master of the Dresden Prayer Book. Flemish. The J. Getty MuseumOs moderados e os desmedidos, c. 1475-1480

Mestre do Livro de Orações de Dresden

Bélgica

The J. Paul Getty Museum

 

 

“Em toda a Europa predominavam refeições coletivas em que inteiras, incluindo os funcionários, sentavam-se juntos. Era uma recomendação da Igreja contra o egoísmo e a arrogância.  Porém, perto do final da Idade Média, os ricos procuraram escapar do espírito coletivo, retirando-se em salas privadas para desfrutar de privacidade durante as refeições.

Durante o período medieval os ricos atentaram para a importância da limpeza e de hábitos saudáveis antes e durante as refeições. Nas mesas havia tigelas de água e toalhas para que pudessem lavar as mãos.”

 

Em: Paris-Brest, Alexandre Staut, São Paulo, Cia Editora Nacional: 2016, p.152





Todos os caminhos levam a Roma

25 04 2017

 

 

roads to rome

 

 

O imperador Augusto (63 a. E.C. —  19 E. C.) era um homem que gostava de dados.  Colocou na cidade de Roma, capital do império, uma pedra com a distância de Roma a todas as cidades mais importantes do domínio imperial.  Mais tarde Constantino iria se referir a esta pedra como o “umbigo de Roma” [Umbilicus Urbis Romae].  Esta é a origem da expressão “todos os caminhos levam a Roma”.   Os romanos construíram 87.000 Km de estradas pavimentadas à volta do Mediterrâneo, no auge do império.

Para dar uma ideia da grandeza do império, estima-se que haja em todo o Brasil 212.798 km de estradas pavimentadas (dados de 2010).





Em três dimensões: Josef Wind

7 04 2017

 

 

snakechO encantador de serpentes

Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)

Mármore e bronze dourado, altura 83 cm

Coleção Particular

 

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DETALHE

O encantador de serpentes

Josef Wind (Alemanha, 1864- 1898)

Mármore e bronze dourado, altura 83 cm

Coleção Particular

 





Na tradição clássica: Teseu e o Minotauro

6 04 2017

 

 

b1e2b62db38cc97fbe8d0660c97d85f7Teseu e o minotauro, Séculos II-III

Mosaico romano

Província Récia, Império Romano

Bibliothek der Universität Fribourg, Suíça

 

 

Teseu foi um grande herói grego, filho de Egeu.  Governou Atenas por 30 anos, de 1234 a 1204 a. E. C. É um herói porque entre outros feitos, conseguiu matar o Minotauro, que se encontrava no centro de um labirinto.  O Minotauro, um ser fantástico, metade touro, metade homem, era filho do rei Minos.

Um acordo de guerra depois que Minos derrotou Egeu, pai de Teseu, fez com que Minos cobrasse uma recompensa: de nove em nove anos, sete rapazes e sete moças de Atenas iriam a Creta.  Lá, entrariam no labirinto onde seriam devorados pelo Minotauro, um ser monstruoso.

Na terceira vez que a seleção de jovens para o sacrifício foi feita, Teseu decidiu que isso era demais. Substituiu um dos jovens rapazes indicados para morrer no labirinto e rumou para Creta. Teve, no entanto, ajuda de Ariadne, filha do rei Minos, que enamorada por Teseu, sugeriu ao jovem que entrasse no labirinto segurando um novelo de lã, cuja ponta ela estaria segurando na porta de entrada.   Teseu desenrolaria o fio de Ariadne até chegar ao centro do Labirinto onde, encontraria o Minotauro.  Depois de enfrentá-lo, e matá-lo, bastava enrolar o fio de onde estava, seguindo o caminho de volta até a porta de entrada onde ela o esperava.  E assim foi feito, Teseu matou o Minotauro e voltou vitorioso para o lado de Ariadne.

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