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Vaidade, ilustração de Boutet de Monvel, 1913.
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Estela funerária de Thrasea e Euandria, 375-350 aC
Mármore
Museu da Antiguidade [Antikensammlung], Berlim
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Quando você vê um amigo na rua e dá aquele aperto de mão gostoso, você está repetindo um gesto muito antigo, de mais de 2500 anos. O aperto de mão já era praticado pelo menos desde o século V aC. Provavelmente surgiu como um gesto de paz onde se mostrava que a mão não trazia nenhuma arma.
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Casas, s/d
Maria Ávila ( Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 55 x 46 cm
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Domingos Pellegrini
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Os cheiros que te assaltam suavemente
floradas de quintais e de jardins
de murta na calçada ou alecrim
ou santa-bárbara a chover sementes
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A fragância envolvente do jasmim
esse cheiro de chuva já no vento
e nos escuros entre vaga-lumes
o perfume moleque dos capins
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Um fedor de lixeira de repente
aqui carroças com cheiro de estrume
ali cheiro de graxa e de trabalho
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E duma casa pobre mas decente
aquele cheiro que o bairro resume
bife fritando com cebola e alho
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Em: Gaiola aberta: 1964-2004, Domingos Pellegrini, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil: 2005
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O pai do artista lendo o jornal, 1866
Paul Cézanne (França, 1839-1906)
óleo sobre tela, 198 x 119 cm
National Gallery, Washington DC
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Didier Lourenço (Espanha, 1968)
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André Deymonaz (França, 1946)
óleo
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Albert Anker (Suiça, 1831-1910)
óleo sobre tela
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Homem lendo jornal
Alain Pontecorvo (França, 1937)
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McSorley’s Bar, Richard and Gene, s/d
Carol Monacelli (EUA)
62 x 62 cm
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Sueli Gallacci (Brasil, SP, Contemporânea)
óleo espatulado sobre tela,
http://acordagente.blogspot.com
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Victor Brindatch (Israel, contemporâneo)
óleo sobre tela, 51 x 71 cm
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Suset Maakal (Africa do Sul, contemporânea)
aquarela sobre papel
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Marc Awodey (EUA, 1960)
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Henri de Toulouse Lautrec (França, 1864-1901)
Pastel
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José Malhoa (Portugal, 1855-1933)
óleo sobre tela
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Eero Jarnefelt (Finlândia, 1863-1937)
óleo sobre tela
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Dona Nelson (EUA, 1947)
óleo sobre tela, 205 x 160 cm
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Dogan Atanur (Turquia/Canadá, contemporâneo)
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Barbara Fox (EUA, contemporânea)
aquarela, 46 x 38 cm
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Edward B. Gordon (Grã-Bretanha/Alemanha, contemporâneo)
óleo sobre madeira
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Retrato de homem com jornal, 1911-14
André Derain (França, 1880-1954)
óleo sobre tela, 162 x 97 cm
Hermitage, São Petersburgo
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Ilustração sem autoria, do livro “At Work and Play”, Merton-McCall Readers: 1937.–
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Teodoro de Moraes
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“– Que é preciso para aprender? perguntou um filho ao pai.
– Para aprender, para saber e para vencer, respondeu o pai, é preciso buscar os três talismãs: a alavanca, a chave e o facho.
– E onde encontrá-los? interroga o filho.
– Dentro de ti mesmo, explica o pai. Os três talismãs estão em teu poder e serás poderoso, se quiseres fazer uso deles.
– Não compreendo, diz o filho, cada vez mais intrigado. Que alavanca é essa?
– A tua vontade. É preciso querer, é preciso remover obstáculos para aprender.
– E a chave?
– O teu trabalho. É preciso esforço para dar volta à chave e abrir o palácio do saber.
– E o facho?
– A tua atenção. É preciso luz, muita luz, para iluminar o palácio. Só assim poderás ver com clareza e descobrir a verdade, que vence a ignorância.”
[Exemplo de conversação no texto]
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Em: Flor do Lácio,[antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário)p. 158.
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Theodoro Jeronymo Rodrigues de Moraes (Brasil, 1877-1956)Professor paulista. Formado pela Escola Normal Secundária de São Paulo, em 1906.
Obras:
A leitura analítica, 1909
Como ensinar leitura e linguagem nos diversos anos do curso preliminar, 1911
Meu livro: primeiras leituras de acordo com o método analítico, 1909
Meu livro: segundas leituras de acordo com o método analítico, 1910
Cartilha do operário: para o ensino da leitura…, 1918 e 1924
Sei ler: leituras intermediárias, 1928
Sei ler: primeiro livro, 1928
Sei ler: segundo livro , 1930
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Ilustração, autoria desconhecida.–
Lenços brancos, acenando,
para a Maria Fumaça,
que vão, também retirando
o “cisco” que o olhar embaça!
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(Therezinha Radetic)
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Cozinheira com natureza morta de legumes e frutas, c. 1620-1625
Sir Nathaniel Bacon (Inglaterra,1585-1627)
óleo sobre tela, 151 x 247
Tate Gallery, Londres
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A cenoura existe em diversas cores. Elas podem ser brancas, amarelas, negras, roxas ou vermelhas. As de cor laranja, mais comuns na nossa mesa, são um cultivo especial que provavelmente foi desenvolvido na Holanda, no século XVI. Dizem os holandeses que elas foram criadas para honrar a Casa de Orange, que liderou a revolta holandesa contra a Espanha e mais tarde se tornou a família real do país. A cor laranja ainda é a cor oficial da Holanda e também é a cor oficial da camisa do time de futebol daquele país, além de ser um símbolo do patriotismo no país.