Imagem de leitura: Dean Cornwell

10 06 2024

“‘Gad,’ said Heseltine to Peril, ‘If the doctor can only keep me going long enough,'”, 1923

Dean Cornwell (American, 1892-1960)

Ilustração para o conto The Garden of Peril , Cosmopolitan Magazine, Abril, 1923

óleo sobre  tela, 91 x 76 cm

Coleção Particular





Paisagens brasileiras…

9 06 2024

Interior de Minas Gerais, Gonçalves, 2016

Alcides Marques (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 80 x 120 cm

 

 

Paisagem Serrana com Estradinha e Pinheiros na Margem

Pedro Nascimento (Brasil, 1927-1986)

óleo sobre tela, 27 X 22 cm

 

 

 

Paisagem com estrada ao sol e andarilhos

Mauro Ferreira (Brasil, 1958)

óleo sobre eucatex, 20 x 30 cm





IA decifra texto da biblioteca da família do Imperador Romano Júlio César

9 06 2024
Os pergaminhos estão tão queimados que é impossível abri-los sem despedaçá-los.

 

Textos em papiro da biblioteca da família de Júlio Cesar, completamente queimados como este da fotografia acima podem agora começar a ter seu conteúdo revelado graças ao trabalho de três estudantes trabalhando com inteligência artificial.  Os papiros de aproximadamente 2000 mil anos se encontram ilegíveis desde a erupção do Vesúvio no ano 79 DC que os atingiu na cidade de Herculano. Esta é uma verdadeira descoberta, um incontestável passo no estudo da história antiga e da cultura ocidental.

 

O manuscrito decifrado, provavelmente, pertenceu à biblioteca do sogro de Júlio César. Trata-se de um texto sobre música, cuja maneira de escrita parece típica do filósofo Filodemo de Gádara (110 AC-35 AC) que seguiu os ensinamentos de Epicuro (341AC – 270 AC), ambos gregos.  Filodemo pode ter sido o filósofo em residência em Herculano.   Especialistas dizem que esta descoberta é uma pequena revolução no estudo da filosofia grega.

 

 

 

Os papiros foram descobertos por um fazendeiro em uma das casas de Herculano.

 

 

Dr. Brent Seales, da Universidade de Kentucky, nos EUA reconheceu o trabalho de um time de três estudantes de diferentes locais, todos na área de inteligência artificial e não, como se poderia supor, na área da filosofia, que desenvolveram a técnica de ler os papiros sem os abrir.  Eles foram recipientes do prêmio de um milhão de dólares, que Dr. Seales havia conseguido levantar junto a investidores para descobrir o que estes documentos do passado guardavam.  A este projeto foi dado o nome de Desafio do Vesúvio.   Os estudantes foram: Youssef Nader, estudante de doutoramento em Berlim, Luke Farritor, estudante e estagiário na SpaceX e Julian Schillinger, estudante de robótica na Suíça.  Juntos  eles construíram um robô que é capaz de reconhecer letras através de matrizes.

Até o momento eles decifraram dois mil caracteres gregos escritos em um dos quatro documentos escaneados pelo time do Dr. Seales, o que é só 5% dos textos.  O que foi traduzido refere-se a fontes de prazer na vida, tais como música e alimentos.  

Em uma passagem Filodemo se pergunta se coisas em pequenas quantidades dão maior prazer.  O time do Desafio do Vesúvio espera que a tecnologia desenvolvida por eles possa ler pelo menos 90% de todos os papiros escaneados neste ano e possivelmente todos os 800 rolos encontrados nas mesmas circunstâncias.

 

 

NB: este artigo é baseado em publicação da BBC News, de fevereiro de 2024:  AI unlocks ancient text owned by Caesar’s family;

 





Um Degas reencontrado!

6 06 2024

Em louvor aos cosméticos, 1876

Edgar Degas (França, 1834-1917)

pastel sobre papel, 48 x 62 cm

O desenho acima de Edgar Degas havia sido dado como perdido. Esta obra tem uma história cheia de aventuras. Fora comprada por Julián Bastinos em Paris em 1887, das mãos do próprio Degas por três mil francos, como havia sido registrado numa carta para o cantor de ópera Jean-Baptiste Faure. Julián Bastinos levou o desenho com ele para a capital do Egito, Cairo, em 1910, prova disso é o selo da loja em que foi colocada a moldura. Em 1918, quando Julián faleceu, o desenho foi mandado para Barcelona por Antonio J. Bastinos, irmão de Julián.

Passam-se os anos. Em 1934 a obra de Degas é listada entre cento e cinquenta obras de arte da família Bastinos, lista que incluía um quadro a óleo de Goya, de obras confiscadas pelas autoridades governamentais e colocadas, no monastério de Pedralbes por segurança durante a Guerra Civil Espanhola. Um rótulo no verso da obra, mais tarde, mostra que esteve sob o domínio do governo de Franco, como parte do patrimônio nacional pelo Ministério da Educação com os dizeres “recuperado das mãos do nossos inimigos. datando de 1939. O desenho foi então devolvido à família Bastinos em 1940 e logo em seguida vendido no dia 13 de setembro, 1940, por três mil pesetas para o empresário e político Joan Llonch i Salas.

Rótulo no reverso do desenho de Degas.

Até os dias de hoje, a última vez que este desenho em pastel havia sido visto em público foi em 1952, quando Joan Llonch i Salas emprestou-o para uma exposição coletiva na Galeria Gaspar em Barcelona, como aparece também em outro rótulo no reverso do trabalho emoldurado. Até 2021, quando, uma pessoa que visita feiras de antiguidades e mercados de pulgas, compra este desenho rotulado “FALSO” Degas, num sítio de vendas on-line. O lance inicial desta obra foi de €1 (um Euro). Mas acabou comprando por €976. O vendedor, em Sabadell, na Catalunha informou mais tarde que havia herdado esse desenho e que mesmo com a assinatura “Degas” no canto interno, à direita, não havia imaginado que pudesse ser genuíno e que por isso mesmo o colocou à venda mostrando os documentos que havia herdado junto com o desenho da compra deste desenho em 1940 por seu antepassado Joan Salas, um colecionador e antigo presidente do Banco Sabadell.

Agora, devidamente confirmado ser um trabalho original de Degas por experts, que se debruçaram sobre esta obra por alguns anos, a obra comprada por €976 pode valer entre €7 ou €8 milhões, por algumas estimativas ou até €12 milhões, de acordo com estimativas mais otimistas. A notícia deste achado tornou-se pública no final do mês de maio deste ano, pelo diário catalão El Punt Avui. Esta minha entrada no blog está baseada no artigo “Artwork Bought Online for $1,000 Identified as a Long-Lost Degas Worth $13 million” de Jo-Lawson Tancred, para a Artnet Newsletter.





Hoje é dia de feira: frutos e legumes frescos!

5 06 2024

Abacaxi, peras, papaia e bananas, 1983

Madiano Tomei (Itália-Brasil, 1936-2002)

óleo sobre tela, 73 x 60 cm

Natureza Morta, 1960

Ettore Federighi (Brasil, 1909-1978)

óleo sobre placa, 50 x 60 cm





O escritor no museu: Adalgisa Nery

4 06 2024

Adalgisa Nery, 1934

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

Têmpera com areia, 60 x 72 cm





Nossas cidades: Lauro de Freitas, BA

4 06 2024

Ipitanga, Lauro de Freitas, BA, 1981

José Maria de Souza (Brasil, 1935-1985)

óleo sobre placa, 46 x 38 cm





Paisagens brasileiras…

2 06 2024

Paisagem de Petrópolis

Carlos Oswald (Itália, 1882-1971)

óleo sobre tela, 33 x 41 cm

 

 

 

Paisagem. 1965

Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887-1983)

óleo sobre eucatex, 53 x 44 cm

Vilarejo

Reynaldo Manske (Brasil, 1906-1980)

aquarela sobre papel, 19 x 28 cm





Flores para um sábado perfeito!

1 06 2024

Flores

Inos Corradin (Itália-Brasil, 1929)

Litografia policromática, 60 x 47

Tiragem: 60/180

 

 

 

Vaso de flor

Virgínia de Paula (Brasil, 1949)

serigrafia, 48 x 67 cm

Tiragem: P/A





As Naturezas Mortas, únicas, do impressionista Henri Le Sidaner

30 05 2024

A toalha cor de rosa, 1924

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela,  74 x 92 cm

 

 

 

Henri Le Sidaner era um pintor francês nascido em nas Ilhas Maurício. Um pintor do que chamamos a segunda geração de impressionistas franceses.  Criou um mundo só dele,  encantado, em que grande parte de suas telas — não todas — apresentam lugar romântico, com uma Natureza Morta com dimensões maiores do que o normal, incluindo mesas e cadeiras, em lugares em varandas, pátios antigos, lugares de encontros amorosos?  ou de amigos?  todas  localizações encantadas.

Aqui vão algumas de suas obras. Suas obras foram bastante procuradas em seu tempo.  E mostram, hoje, terem sido excelente investimento.

 

 

 

 

Pequena mesa ao cair da tarde, 1921

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela,  100  x 81 cm

Ohara Museum of Art, Kurashiki, Japan

 

 

 

A sobremesa, 1904

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela,  80  x 65 cm

Museu d’Orsay, Paris

 

 

 

A pequena mesa

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela,  61 x 73 cm

 

 

 

 

Mesa no terraço à luz do luar, Villefranche-sur-Mer, 1927

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm

 

 

 

 

A mesa e a casa, em Gerberoy, 1935

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela

A mesa de aldeia

Henri Le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela, 101 x81 cm

A mesa das dálias

Henri le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm

 

 

 

A mesa à luz de lanternas japonesas, 1924

Henri le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela, 126 x 149 cm

 

 

 

Mesa de primavera, 1913

Henri le Sidaner (França, 1862-1939)

óleo sobre tela