11 Lembretes de Bill Gates dados aos alunos de uma escola — Nº 11

11 12 2014

 

sala de aula, meryl treatnerIlustração Meryl Treatner.

 

“Seja legal com os alunos que são muito estudiosos. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.”





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

10 12 2014

 

 

 

ORLANDO TERUZ - Natureza morta, O.S.T, assinado no canto inferior direito, localizado e datado no Rio em 1972 80x99 cm.Natureza morta, 1972

Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984)

óleo sobre tela, 80 x 99 cm





11 Lembretes de Bill Gates dados aos alunos de uma escola — Nº 10

10 12 2014

 

Televisão,invenção, Professor Pardal, lampadinha, dormirPedido de uma televisão mágica ao Prof. Pardal, ilustração Walt Disney.

 

“Televisão não é a vida real. Na vida real as pessoas têm que deixar o barzinho, a boate, ou a farra para no dia seguinte ir trabalhar.”





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

9 12 2014

 

 

barco a vela, postalIlustração anônima.

 

 

“Conhece-se o marinheiro, no meio da tempestade.”





11 Lembretes de Bill Gates dados aos alunos de uma escola — Nº 9

9 12 2014

 

fériasZé Carioca e Nestor de férias, ilustração de Walt Disney.

 

“A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.”





Nossas cidades — Goiás velho

8 12 2014

 

 

obras de octo marques pintura a oleo 02OCTO MARQUES (Brasil, 1915-1988) goias velhoGoiás Velho

Octo Marques (Brasil, 1915-1988)

óleo





11 Lembretes de Bill Gates dados aos alunos de uma escola — Nº 8

8 12 2014

 

???????????????????????????????Professor Pardal é posto no olho da rua, ilutração de Walt Disney.

 

“Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isso não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido, RUA! Faça certo da primeira vez.”





Imagem de leitura — David Brooke

7 12 2014

 

David Brooke (Inglaterra) , Reading in bed, acrílica 10 x 10 inchesLendo na cama

David Brooke (Inglaterra, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 25 x 25 cm





Domingo, um passeio no campo!

7 12 2014

 

 

 

TERUZ, ORLANDO (1902-1984) - Paisagem em Teresópolis ao Fundo Dedo de Deus - RJ, óleo s tela, 33 X 55. Assinado c.i.d. e datado (1947)Paisagem em Teresópolis, ao fundo o Dedo de Deus, 1947

Orlando Teruz (Brasil, 1902-1984)

óleo sobre tela, 33 x 55 cm





Resenha: Há quem prefira urtigas, de Junichiro Tanizaki

7 12 2014

 

Shibai_Ukie_by_Masanobu_OkumuraCena de uma peça, [Shibai Ukie], c. 1740

[Teatro Edo Ichimura-za]

Masanobu Okumura (Japão 1686-1764)

 

 

Uma narrativa sensível e indireta. Delicada. Com um tema que me pareceu um tanto datado: divórcio. Foi difícil, para mim, me situar em um tempo anterior à Segunda Guerra Mundial, em um Japão cujas principais metáforas para a explicação dos sentimentos foram o teatro Kabuki ou músicas cantadas que diferenciam a língua falada em Tóquio da língua falada em outra área. As metáforas, extensas, nesse livro, vêm cheias de considerações que eu sabia estar perdendo, limitada pela minha ignorância sobre a cultura do país na época.

 

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A introdução à metáfora do teatro logo no início do romance passa ao largo de quem não conhece os personagens. Sim, no palco há uma boneca mulher, que não tem vontade própria. Mas é só isso? Não há de haver mais já que passamos tanto tempo enroscados naquela descrição. Encontrei-me consultando o Google a cada vinte páginas, tentando captar mais do que uma leitura superficial do texto.

Sim, a dúvida do casal, mais dele do que dela, de se separar ou não. Entregar-se à modernidade ocidental ou às tradições nipônicas de pré-guerra é óbvia, permanente e angustiante. Mas por ser parte de uma narrativa metafórica e oblíqua, leva muito tempo para ser desenvolvida.

 

junikiro-tanizakiJunichiro Tanizaki

Penei para achar uma maneira de relatar as minhas frustrações com o romance sem tentar desencorajar quem quer que seja de lê-lo, pois a opinião da maioria dos leitores desse romance é muito mais apreciadora do que a minha. Mas fui forçosamente lembrada dos romances do início do século XX, em que as histórias podem ser longas e um tanto repetitivas porque muitas vezes apareciam em capítulos semanais.

Definitivamente não recomendo sua leitura como uma introdução à literatura contemporânea japonesa, mesmo sendo este autor considerado um dos pais da moderna literatura do país.