São Paulo, comemorando seu aniversário!

25 01 2020

 

 

 

Marcos Zechetto, SÃO JOÃO COM IPIRANGA - REF. 005. QUADRO PINTADO A OLEO SOBRE TELA ...Avenida São João com Ipiranga

Marcos Zechetto (Brasil, 1949)

óleos sobre tela

 

 

146391Paisagem urbana, s.d.

Takeshi Suzuki (1908-1987) V

óleo sobre tela, 60 X 73 cm

 

 

Jorge Mori (Brasil, 1932) esquina do anhagabaú, sp., 1952, osplaca, 54 x 65,PESP

Esquina do Anhagabaú, SP, 1952

Jorge Mori (Brasil, 1932 – 2018)

óleo sobre placa, 54  x 65 cm

PINA – Pinacoteca do Estado de São Paulo

 

Agostinho Batista de Freitas, Mappin, 78 x 120 cm, óleo sobre tela, 1991Mappin, 1991

Agostinho Batista de Freitas (Brasil, 1927-1997)

óleo sobre tela, 78 x 120 cm

 

I. BORGHESE - Praça D. Pedro II -SP - Abril de 1968Óleo Sobre tela colado sobre Eucatex, Assinado Canto Inferior Direito, Medindo 25,00 x 34,50Praça D. Pedro II, SP, abril de 1968

Innocêncio Borghese (Brasil, 1897- 1985)

óleo sobre tela colada em eucatex,  25 x 34 cm

 

joo-emilio-gerodetti-tecnica-mista-so-paulo-das-motos-

São Paulo das motos, 2015

João Emílio Gerodetti (Brasil, contemporâneo)

técnica mista

 

Adolfo Fonzari, Praça de Azevedo, óleo sobre papelão, 18 X 26 cm PESPPraça de Azevedo

Adolfo Fonzari (Itália/Brasil, 1880-1959)

óleo sobre papelão, 18 x 26 cm

PINA – Pinacoteca do Estado de São Paulo

 

Márcio Schiaz (Brasil,1965)Rua General Carneiro - São Paulo,2004,Óleo sobre tela100 x 70 cmRua General Carneiro – São Paulo, 2004

Márcio Schiaz (Brasil,1965)

óleo sobre tela, 100 x 70 cm





Flores para um sábado perfeito!

25 01 2020

 

 

GILBERTO TROMPOWSKY,(Brasil, 1912-1982)Flores,óleo tela, 1941-44 91 x 72,5 cmFlores, 1941-44

Gilberto Trompowsky (Brasil, 1912-1982)

óleo sobre tela, 91 x 72 cm

 





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

24 01 2020

 

 

 

ANGELO CANNONE - Paisagem do Rio de Janeiro - óleo sobre eucatex - ass. inf. dir. - 20 x 30 cm.Paisagem do Rio de Janeiro, Praia de Copacabana vista da Pedra do Leme

Angelo Canonne (Itália/Brasil, 1899 – 1992)

óleo sobre eucatex, 20 x 30 cm.





Trova da espera

23 01 2020

 

 

 

espera, Henriette Willebeek Le MairIlustração Henriette Willebeek Le Mair

 

 

O tempo passa voando …

Mentira, posso jurar.

Se estou meu bem esperando,

como ele custa a passar!

 

(Lilinha Fernandes)

 

 





Nossas cidades: Salvador

22 01 2020

 

 

 

MENDONÇA Filho, Manoel Ignácio (Brasil, 1895 –1964) Água de Meninos”, déc. 1930. Óleo sobre placa, 70 x 55 cmColeção Augusto Gentil Baptista-agua_de_meninos_OS_papelãoÁgua de Meninos,  Salvador, década 1930

Manoel Ignácio Mendonça Filho (Brasil, 1895 –1964)

óleo sobre papelão, 70 x 55 cm

Coleção Augusto Gentil Baptista





Treinando para ser escritor, texto de Paul Auster

21 01 2020

 

 

 

Merrie C. Ligon (EUA) O leitor, aquarela sobre papelO leitor

Merrie C. Ligon (EUA, contemporânea)

aquarela sobre papel

 

 

“Naqueles três anos como aluno do ensino médio nos subúrbios de Nova Jersey, Ferguson de dezesseis, dezessete e dezoito anos começou a escrever vinte e sete contos, terminou dezenove e passou não menos de uma hora por dia com o que chamava de seus cadernos de trabalho, que ia enchendo com diversos exercícios de escrita que inventava para si mesmo, a fim de manter a forma, afiar a pegada e tentar melhorar (como ele disse certa vez para Amy): descrições de objetos físicos, paisagens, céus no amanhecer, rostos humanos, animais, o efeito da luz na neve, o barulho da chuva no vidro, o cheiro de madeira queimada, a sensação de andar na neblina e ouvir o vento soprar entre os galhos das árvores; monólogos na voz de outras pessoas a fim de se transformar naquelas pessoas ou, pelo menos, tentar entendê-las melhor (o pai, a mãe, o padrasto, Amy, Noah, seus professores, seus colegas de colégio,o sr. e a sra Federman), mas também pessoas desconhecidas e mas distantes, como J. S. Bach, Franz Kafka, a garota do caixa do supermercado local, o cobrador da Companhia Ferroviária Erie Lackawanna, o mendigo barbado que lhe pediu um dólar na Grand Central Station; imitações de admirados, rigorosos, inimitáveis escritores do passado (pegue um paragrafo de Hawthorne, por exemplo, e componha algo baseado no seu modelo sintático, usando um verbo nos lugares onde ele usava um verbo, um substantivo nos lugares onde ele usava um substantivo, um adjetivo nos lugares onde ele usava um adjetivo — a fim de sentir o ritmo nos ossos, sentir como se forma a música); uma sequência curiosa de vinhetas geradas por trocadilhos, homonímias e deslocamento de uma letra: óleo/olho, luxo/luto, alma/lama; porto/morto e arroubos impetuosos de escrita automática, a fim de limpar o cérebro, toda vez que estiver se sentindo tolhido, como um jorro de escrita de quatro páginas inspirada pela palavra “nômade”, que começava assim: Não, eu não estou doido. Não estou nem zangado, mas me dê uma chance para desnortear você e num instante eu vou te deixar com os bolsos vazios. Também escreveu uma peça em um ato, que ele queimou de desgosto uma semana depois de terminar, e vinte e três poemas que estavam entre os mais nojentos que qualquer cidadão do Novo Mundo jamais viu e que ele rasgou depois de jurar para si mesmo que nunca mais ia escrever poemas. No geral, detestava o que escrevia.  No geral, achava que era burro e sem talento e que jamais conseguiria escrever nada, mesmo assim insistia, se esforçava a se dedicar àquilo todos os dias, apesar dos resultados muitas vezes decepcionantes, entendia que não haveria esperança para ele, a menos que persistisse, que para ser o escritor que almejava levaria anos, mais anos do que seu próprio corpo levaria para terminar de crescer, e toda vez que escrevia algo que parecia ligeiramente menos ruim do que o texto que tinha escrito antes, Ferguson achava que estava progredindo, ainda que o texto seguinte se revelasse uma abominação, pois a verdade era que ele não tinha opção, estava destinado a fazer aquilo ou então morrer, porque, apesar de seus esforços e de seu descontentamento com as coisas mortas que muitas vezes saíam dele, fazer aquilo lhe dava a sensação de estar vivo, mais do que qualquer outra coisa que já tinha feito na vida, e quando as palavras começavam a cantar em seus ouvidos e ele se sentava diante da escrivaninha e empunhava a caneta ou colocava os dedos nas teclas da máquina de escrever, sentia-se nu, nu e exposto ao vasto mundo que passava em disparada na sua frente, e nada dava uma sensação melhor do que isso, nada podia se equiparar à sensação de desaparecer de si mesmo e entrar no vasto mundo cantarolando, por dentro, as palavras que cantarolava, no interior de sua cabeça.”

 

Em: 4321, Paul Auster, tradução de Rubens Figueiredo, Cia das Letras: 2018, páginas 431-432

 

 





São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro

20 01 2020

 

 

 

Djanira São Sebastião, ost, 1966, 73 x 59 cmSão Sebastião, 1966

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 73 x 59 cm

 

 

20 de janeiro, dia de São Sebastião: a cidade em festa!




Flores para um sábado perfeito!

18 01 2020

 

 

 

Raquel Taraborelli (Brasil, 1957) Bouquet na janela, 1999, ost, 80x80cmBouquet na janela, 1999

Raquel Taraborelli (Brasil, 1957)

óleo sobre tela, 80 x 80cm





Rio de Janeiro, um parque à beira-mar

17 01 2020

 

 

 

Yvonne Visconti Cavalleiro, Paisagem,Óleo sobre tela,Assinado inferior esquerdo,61 X 46 cmPraça do Bairro do Peixoto ao fundo pedra do Inhangá Copacabana, década de 1950

Yvonne Visconti Cavalleiro (Brasil, 1901 – 1965)

óleo sobre tela, 61 x 53 cm





Cuidado, quebra! Frasco de peregrino

16 01 2020

 

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Frasco de peregrino, c. 1480-1489

Vidro Veneziano

31, 8 cm altura, 17,8 cm diâmetro, 11 cm corpo, 8,6 cm pé

Corning Museum of Glass,  Corning, Nova York

 

Este frasco (cantil) tem em seu corpo, esmaltado, o brasão de Albertino della Rovere, Bispo de Pesaro.