Em casa: Richard Emil Miller

28 11 2021

Miss V. em um vestido verde, 1920

Richard Emil Miller (EUA,  1875 -1943)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

27 11 2021

Flores e borboleta, 2013

Cláudio Barake (Brasil, 1966) 

acrílica sobre tela,  70 x 60 cm





Imagem de leitura — Helena P. S. Ohashi

24 11 2021

Figura feminina em paisagem

Helena P. S. Ohashi (Brasil, 1895-1966)

óleo sobre tela,  66 x 58 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

24 11 2021

Natureza morta, década de 1940

Iberê Camargo (Brasil, 1914-1994)

óleo sobre madeira, 37x 54 cm





Nossas cidades: Ouro Preto

23 11 2021

Ouro Preto, 1958

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre madeira, 45 x 55 cm.





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

22 11 2021
Ilustração de Mike Ludlow, década de 1960.

Veem os olhos o que o coração deseja.





Flores para um sábado perfeito!

20 11 2021

Cesto de flores

Israel Faria Sodré (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

17 11 2021

Natureza morta

Pietrina Checcacci (Itália-Brasil, 1941)

óleo sobre eucatex, 46 x 36 cm





Nossas cidades: São Luiz

16 11 2021

Casario, Ilha de S. Luiz, Maranhão, 1951

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela,  70 x 90 cm





Ano-Bom, poesia de Olavo Bilac

11 11 2021

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Ano-Bom

Olavo Bilac

Ano-Bom. De madrugada,

Bebê desperta, e, assustada,

Avista um vulto na cama.

Que será? Que medo! E, tonta,

Eis que Bebê se amedronta,

Chora, grita, chama, chama…

Mas, quando se abre a cortina,

Quando o quarto se ilumina,

Bebê, de pasmo ferida

Vê que o medo não é justo:

Pois a causa de seu susto

É uma boneca vestida.

Que linda! é gorda e corada,

Tem cabeleira dourada

E olhos cor do firmamento…

Põe-na no colo a criança,

E de olhá-la não se cansa,

Beijando-a a todo o momento.

Nisto a mamãe aparece.

Como Bebê lhe agradece,

Com beijos, risos e abraços!

— Porém, logo, de repente,

Diz à mamãe, tristemente,

Prendendo-a muito nos braços:

“Mamãe! como sou ingrata!

“Com tantos mimos me trata,

“Tão boa, tão dedicada!

“Dá-me vestidos e fitas,

“Dá-me bonecas bonitas,

“E eu, mamãe, não lhe dou nada!…

“Tolinha! (a mãe diz, num beijo)

“As festas que eu mais desejo,

“Ó minha filha, são estas:

“A tua meiga bondade

“E a tua felicidade…

“Não quero melhores festas!”

Em: Poesias infantis, Olavo Bilac, Rio de Janeiro, Francisco Alves: 1949, pp 98-100