Flores para um sábado perfeito!

19 10 2024

Vaso de flores, 1938

Manuel Teixeira da Rocha (Brasil,1863-1941)

óleo sobre tela, 55 x 45 cm

 

 

 

Vaso Com Flores,1952

Vitório Gobbis (Itália-Brasil, 1894-1968)

óleo sobre tela, 67 x 57 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

18 10 2024

Santa Thereza e o Castelo do Valentim, RJ

Felisberto Ranzini (Itália-Brasil,1881-1976)

aquarela sobre papel, 50 x 33 cm





Primavera: Machado de Assis

14 10 2024

Paisagem

Vicente Leite (Brasil, 1900 -1941)

óleo sobre madeira, 28 x 22 cm

 

“Nos climas ásperos, a árvore que o inverno despiu, é novamente enfolhada pela primavera, essa eterna florista que aprendeu não sei onde e não esquece o que lhe ensinaram”.

 

Machado de Assis





Paisagens brasileiras…

14 10 2024

Paisagem brasileira com casario e igreja, 1966

Armínio Pascual (Brasil, 1920-2006)

óleo sobre eucatex, 23 x 32 cm

 

 

 

Igrejinha

Alice Soares (Brasil, 1917-2005)

óleo sobre tela, 74 x 100

Acervo UFRGS

 

 

 

Casario, 1984

Yugo Mabe (Brasil,1955)

óleo sobre tela, 76 x 86 cm





12 de outubro: N. Sra. Aparecida

12 10 2024

Nossa Sra. Aparecida, 2005

Antônio Maia (Brasil, 1928-2008)

óleo sobre tela, 80 x 60 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

11 10 2024

Jockey Club, Rio de Janeiro, 1999

Renato Meziat (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 73x 109 cm





Nossas cidades: Mogi das Cruzes

8 10 2024

Chácara de Alfredo Volpi em Mogi das Cruzes, 1983

Olga Nóbrega (Brasil, 1935-2024)

óleo sobre tela





Flores para um sábado perfeito!

5 10 2024
Expandindo o significado de flores…

 

Mesa com plantas

John Graz (Suíça-Brasil, 1891-1980)

óleo sobre tela

 

 

Jardim, 1999

Ingres Speltri (Brasil,1940)

óleo sobre eucatex, 72 x 110 cm





Rio de sol, de céu, de mar…

4 10 2024

Baía da Guanabara, II

Alcy Vianna (Brasil, 1937)

óleo sobre eucatex, 30 x 52 cm





“A fresta da verdade” texto de Rosa Montero

3 10 2024

Maternidade

Yolanda Mohalyi (Hungria-Brasil,1909-1978)

técnica mista sobre papel, 62 x 48 cm

“Apenas em nascimentos e mortes é que saímos do tempo. A Terra detém sua rotação e as trivialidades com que desperdiçamos as horas caem no chão feito purpurina. Quando uma criança nasce ou uma pessoa morre, o presente se parte ao meio e nos permite espiar durante um instante pela fresta da verdade — monumental, ardente e impassível. Nunca nos sentimos tão autênticos quanto ao beirarmos essas fronteiras biológicas: temos a clara consciência de viver algo grandioso.”

 

Rosa Montero, A ridícula ideia de nunca mais te ver.