Criança brasileira, na arte!

12 10 2013

alberto_da_veiga_guignard, Menino, 1941, osm, 41 x 33 cmMenino, 1941

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre madeira, 41 x33 cm

Coleção Geneviève e Jean Boghici

Aurélio D´Alincourt - Menina de fita no cabelo - Óleo sobre placa - 22 x 17 cmMenina de fita no cabelo, s/d

Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)

óleo sobre placa, 22 x 17 cm

Artur Timoteo da Costa, Retrato de menino oscartão 41x32 colpartRetrato de menino

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre cartão, 41 x 32 cm

Coleção Particular

Eduardo de Sá (866-1940) Menina do vestido vermelho, ost, 46x 38Menina do vestido vermelho, 1893

Eduardo Sá (Brasil, 1866-1940)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Coleção Particular

ELISEU VISCONTI (1866 - 1944)Retrato de Julinho, c1927,osm, 35 x 24 cmRetrato de Julinho c. 1927

Eliseu Visconti ( Brasil, 1866-1944)

óleo sobre madeira, 35 x 24 cm

José Ferraz de Almeida Júnior, Menina, 1890, desenho a carvãoMenina, 1890

José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850 –1899 )

Desenho, carvão sobre papel

ALICE BRUEGGMANN,Cabeça de Menino, 1955,ost,53 x 44 cmMseuufrgsCabeça de menino, 1955

Alice Bruggemann (Brasil, 1917-2001)

óleo sobre tela, 53 x 44 cm

Museu da UFRG

TulioMugnaini,(Brasil, 1895-1975) Menina de Chapéu,óleo sobre tela, 64 x 47 cm 1916, PESPMenina de chapéu, 1916

Túlio Mugnaini (Brasil, 1895-1975)

óleo sobre tela, 64 x 47 cm

PESP – Pinacoteca do Estado de São Paulo





Brincadeiras de crianças, arte brasileira

10 10 2013

portinari_pulandocarnica, 1959, ost, 54 x 65cmMeninos pulando carniça, 1959

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm

Harry Elsas - Figura - O.S.T - 100x80 cm -

Cavalinho de balanço, s/d

Harry Elsas (Alemanha 1925, Brasil, 1994)

Óleo sobre tela 100 x 80

GLÊNIO BIANCHETTI - Ciranda, 1988, ast,

Ciranda, 1988

Glênio Bianchetti ( Brasil, 1928)

acrílica sobre tela

Darcy Penteado (1926-1987)Crianças e solGravura, 60-100,35 x 45 cm

Duas crianças e sol, 1975

Darcy Penteado (Brasil, 1926-1987)

Gravura, tiragem de 100

festivaldepipas140x180cm2006_GR Erico santos

Festival de pipas, 2006

Érico Santos (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 140 x 180 cm

www.ericosantos.com.br

David Ricci, Dois meninos olhand pipas, 2005, ost, 60 x 40 cm

Dois meninos olhando pipa, 2005

David Ricci (Brasil)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

Galeria Abaporu

DJANIRA da Motta e Silva, Meninos com Pipa, 1966,ost,65 x 81 cmMeninos com pipa, 1966

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm

ricardo ferrari, brincadeira de criança, ost, 100 x 130Brincadeira de criança, s/d

Ricardo Ferrari (Brasil, 1951)

óleo sobre tela, 100 x 130 cm

www.rferrari.com

Antonio Gomide,st,aquarela,12x19,sdSem título

Antônio Gomide (Brasil, 1895-1967)

aquarela, 12 x 19 cm

Ferracioli - Tocando Corneta,ost, 2001, 80x100 cmTocando corneta,2001

Luiz Carlos Ferracioli (Brasil, 1949)

óleo sobre tela, 80 x 100

Georgina de Albuquerque,Brincadeiras de Criança, osm,c. 1950,27 x 35 cmBrincadeiras de criança, c. 1950

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)

óleo sobre madeira, 27 x 35 cm

Henry Vitor, Bambalão, 1983, serigrafia, 70x48Bambalalão, 19983

Henry Vitor (Brasil, 1939)

Serigrafia, 70 x 48 cm

www.henryvitor.com.br

LUIZ VERRI - Pulando corda, óleo sobre tela, 30 x 40 cm. Assinado 1985Pulando corda, 1985

Luiz Verri (Brasil, 1912-1990)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

Ivan Morais,Jogando bolinha de gude OST,65 x 100 1965 ACIDJogando bolinha de gude, 1965

Ivan Morais [Ivan da Silva Morais] (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 65 x 100

Paulo do Prado, Brincadeira de roda, ast,70 x 70 cmBrincadeira de Roda, s/d

Paulo do Prado (Brasil, 1978)

acrílica sobre tela, 70 x 70 cm

Paulo do Prado

Antonio Poteiro,(1925-2010) Ciranda,2002,ost,100x100Ciranda, 2002

Antônio Poteiro (Brasil, 1925-2010)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm

MESSIAS NEIVA - O Nosso Fusca, O.S.T, assinado no C.I.E. 24,5x33 cmO nosso fusca, s/d

Messias Neiva (Brasil, 1925)

óleo sobre tela, 24 x 33 cm

REYNALDO FONSECA (1925) Menino com Velocipede Óleo seucatex Ass. e datado 1980 na lateral direita  100 x 81 cmMenino com velocípede, 1980

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

óleo sobr eucatex, 100 x 81cm

Em 2011 coloquei aqui outra coletânia de quadros brasileiros com brincadeiras de crianças.  Para vê-los basta clicar aqui:

Dia 12 de outubro — Dia das crianças e como elas brincam!





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

9 10 2013

Antonio Henrique Amaral, Composição com frutas, 1980, ost, 76x76Composição com frutas, 1980

Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)

óleo sobre tela, 76 x 76 cm





Um gesto que fala: Paulo Coelho na Feira do Livro de Frankfurt

8 10 2013

GEORGINA DE ALBUQUERQUE (1885-1962) A Leitura ost, Ass. cid 42 x 32 cm.A leitura, s/d

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1882-1962)

óleo sobre tela, 42 x 32 cm

No início de setembro uma pequena notícia, durante a Bienal do Livro, aqui no Rio de Janeiro, atraiu a minha atenção: descobriu-se que apesar das vendas de livros de ficção terem aumentado muito no Brasil, os leitores brasileiros preferiam a ficção estrangeira.  Preferem-na em grandes números.  A leitura de ficção no Brasil aumentou no último ano 42%, mas só tivemos 11% de aumento nas vendas do mesmo gênero por escritores nacionais.  Os brasileiros se recusam a comprar e a se render ao encanto dos escritores brasileiros. Isso não me pareceria normal não estivesse eu envolvida em projetos de divulgação da leitura. Sei que é verdadeiro. É uma daquelas nossas vergonhas, que varremos para debaixo do tapete, porque desvendá-la e trazê-la à luz, estragaria os prazeres de muita gente que se acredita responsável pela cultura nacional.

Aplaudo portanto o gesto de Paulo Coelho quando se recusou a participar como representante dos escritores brasileiros na maior feira de livros do mundo, a Feira de Frankfurt, na Alemanha, onde o Brasil é o país homenageado, este ano. Como divulgado pela Folha de São Paulo o escritor brasileiro mais vendido no mundo inteiro fez um ato de imolação a favor dos autores de ficção no Brasil, os verdadeiramente aclamados pelo público, aqueles que são lidos e relidos, e que representam a sociedade brasileira, de fato.

Reynaldo Fonseca, Leitura interessante, glicê, 55x65cm tiragem 10Leitura interessante

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

gravura glicée, tiragem 10

Paulo Coelho não aprova “a maneira como o Brasil representa sua literatura“.  Concordo.  Os critérios de escolha são uma incógnita.  Por que?  Porque uma feira como a de Frankfurt, uma feira comercial que tem representantes de editoras estrangeiras querendo fazer negócios, comprar livros brasileiros de autores brasileiros, deveria ser um local onde os escritores que mais agradam aos brasileiros, os escritores que mais vendem no Brasil, fossem escolhidos para nos representar. Por que imaginar que eles gostariam de comprar autores que não têm apoio dos leitores?  As editoras não são ONGS.  São negócios.  Vivem de comprar e vender.  Se não apresentamos autores vendáveis, roubamos de nós mesmos a oportunidade de fazermos a nossa cultura conhecida.

Fico surpresa com as escolhas de autores.  Como explicar, por exemplo, que escritores como Eduardo Spohr, Thalita Rebouças, André Vianco, Raphael Draccon só para citar alguns, não estejam na lista daqueles que representam o gosto do leitor brasileiro?  Alguns dos escritores brasileiros indo à feira só são fenômeno de vendas porque têm contratos governamentais.  Cadê na lista os escritores que conseguem se fazer sem qualquer desses apoios?  Que conseguem se apoiar em si mesmos, naquilo que escrevem?

Maria Sylvia cordeiro, menina lendo, ost 80 x 100Menina lendo, s/d

Maria Sylvia Cordeiro (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm

Manoel Costa Pinto disse que os autores escolhidos eram aqueles agraciados com os principais prêmios de literatura do país e com “qualidade estética”.  “Qualidade estética”?  O que é isso? E, sinceramente, escolher os autores que ganharam prêmios literários…  esse é justamente o problema do Brasil.  Na maioria da vezes damos prêmios a quem o brasileiro não lê e ignoramos acintosamente aqueles que são sucesso comercial. Eliminar quem é sucesso de vendas no Brasil é uma posição pretensiosa, de quem usa uma forma e quer que seus representantes sejam só desse ou daquele jeito, que caibam nos limites da “qualidade estética” do momento.  Isso é um posicionamento elitista de quem acredita que o leitor, que não subscreve certa política, certa filosofia, o leitor, que não leva a sério as considerações filosóficas dos “profetas” da nossa literatura,  é um ignorante, um imbecil, que não sabe escolher.  É uma posição anacrônica que não cabe numa sociedade pluralista, numa sociedade onde ler faz parte daquilo que se faz por entretenimento, por diversão, por gosto.

Vergonha nacional este tipo de escolha “que vem de cima”.  Esta lista nos rouba de uma melhor representação de quem somos para o mundo.  Uma vergonha que Eduardo Sphor, autor que já vendeu mais de 600.000 volumes no Brasil, não esteja lá nos representando, nem Vianco, nem Thalita Rebouças, nem Raphael Draccon que são autores com fã-clube no Brasil.  Pobre Brasil que continua a ver literatura como uma maneira de seleção de classe social, como um divisor de águas entre “os iluminados” e o povo. Estamos muito mal servidos, como em tudo o mais no país, para ser franca.





A Herança do Sagrado, últimos dias, MNBA

7 10 2013

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Gente, quem ainda não viu essa belíssima exposição, tem só 6 dias para vê-la.  Quantas vezes na vida você pode examinar um Leonardo da Vinci a um metro de distância, por quanto tempo você quiser?

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Quantos mestres da arte italiana você conhece de perto sem sair do Brasil?  Olhe o mapa acima, veja os nomes dos grandes artistas representados na exposição.  O que você está esperando?  Mora fora do Rio de Janeiro?  Tome um ônibus, venha de carro, de avião, de carona…  Vale a pena…

993593_314614492007912_1328972087_nMUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES

Av. Rio Branco 199

Centro [Cinelândia]

Rio de Janeiro, RJ  20.040-008

Telefone: (21) 3299-0600

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Não perca essa extraordinária oportunidade.  Está nas suas mãos. São peças da coleção do Vaticano, uma das maiores coleções de arte do mundo.

 Facebookhttp://www.facebook.com/MNBARio

 Visitação/Visiting Hours:
 Terça a domingo das 09 às 21 horas/Tuesday – Friday from 9 a.m. to 9 p.m.
 Acesso a portadores de necessidades especiais/Wheelchair accessible        





O verde do meu bairro — Mangueiras

7 10 2013

???????????????????????????????Mangueira em flor.

É com muito pesar que vejo uma a uma as grandes mangueiras do meu bairro irem desaparecendo…  Onde moro perdemos pelo menos 4 grandes mangueiras com mais de 50 anos cada à custa da valorização dos imóveis no Rio de Janeiro.  Por trás do edifício onde moro havia duas casas com duas grandes mangueiras,  Elas deveriam ter pelo menos uns 10m de altura.  Robustas e saudáveis.  Mas às cinco da manhã todos os dias, vinha uma pessoa, moradora da casa e “regava” as mangueiras.  Elas definharam e morreram e assim eles puderam receber a permissão de retirá-las do terreno.  As duas casas que eram de um único andar ganharam 2 andares cada e foram colocadas à venda pelo preço de um pequeno palácio na Europa.  Venderam.  Porque o bairro ficou na moda.  Perdemos muito sem ela.  E os morcegos que antigamente nos deixavam em paz, agora entram nos apartamentos como o meu à procura de comida.  Não podemos deixar nenhuma fruta fora da geladeira, que eles invadem, mesmo quando ainda estamos com as luzes de casa acesas.

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A minha rua residencial, de um único quarteirão, tinha, faz uns dez anos, sete grandes mangueiras.  Neste mês de agosto, para dar mais espaço à uma escola, foi-se a penúltima.  Agora resta uma única mangueira.  A que vemos na foto acima nasce ao longo de um pequeno riacho e é provavel que sobreviva, já que está nos fundos dos terrenos da minha rua e dos terrenos do quarteirão seguinte.

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Esta é a foto da mangueira que foi retirada este ano, pela escolinha para crianças de 2 a 6 anos.   Tirei esta foto, sem saber de seu destino, talvez umas duas semanas antes da matança.  Ela estava em flor, pois afinal as mangueiras aqui no Rio de Janeiro florescem no inverno.

Não sei se é porque sou completamente apaixonada por mangas, principalmente pelas Carlotinhas, que sinto tanta tristeza ao relatar essas perdas.  Mas precisamos acordar.  Não vai ser retirando nossas árvores que vamos ter qualidade de vida, que já anda tão escassa no Rio de Janeiro.





Quadrinha das pedras no caminho

6 10 2013

jardinagem anne andersonIlustração de Anne Anderson

Quando as pedras do caminho
causam lágrimas e dores,
basta um gesto de carinho
para mudá-las em flores.

(Lucina Long)





Flores para um sábado perfeito!

5 10 2013

Bernardo de Souza Pereira (1895-1985) Hortênsias, 1966, ose, 67x51Hortênsias, 1966

Bernardino de Souza Pereira (Brasil, 1895-1985)

óleo sobre eucatex, 67 x 51 cm





Uma cadeira vazia…

4 10 2013

Edward Alfred CucuelChá no parque

Edward Alfred Cucuel (EUA,1875-1954)

óleo sobre tela

A vida é um sopro.  Disseram-me isso na semana passada quando passei uns dias um pouco desorientada: uma amiga de muitos anos morreu subitamente, em casa. Olga tinha idade.  Era uma senhora. Cabeça e corpo em ótimo estado.  Só a asma crônica dava trabalho de vez em quando. Mas estava de viagem marcada para Inhotim daqui a umas semanas e no início deste ano já havia passeado pela América Latina, em uma de suas inúmeras viagens com membros da família.

 Já conheci Olga aposentada. Havia trabalhado usando seu maravilhoso senso estético:  havia sido designer de azulejaria para uma grande companhia brasileira. Mas era uma artista fora do trabalho também, tendo se dedicado à pintura por muitos e muitos anos. Grande senso estético.  Tudo que resolvia fazer com as mãos saía bonito.  Equilibrado.  No meu aniversário, este ano, fez uma toalha de mesa para mim, belíssima, colorida, uma combinação elegante de variados chitões.  Em boutiques de cama e mesa  seria vendida por uma pequena fortuna. Era audaciosa no design. Cores vibrantes. Ideias destemidas.  Como no quadro/escultura em que ripas pintadas e espaçadas, brincavam com o espaço nulo entre elas. Que efeito!

Olga era uma das mulheres que entrou para o grupo de leitura há dez anos.  Era das mais antigas.  Veio pelas mãos de uma amiga em comum.  A amiga foi embora.  Olga ficou.  E nos deu, a todos nós, grandes lições.  Ensinou pelo exemplo.  A independência era um de seus traços mais marcantes. Além da generosidade, do senso de humor e da impaciência com os que se dedicavam às lamentações.   No grupo de leitura primava por opiniões sinceras, complexas e invariavelmente certeiras. Tinha uma maneira única de interpretar. Lembro-me de algumas ocasiões em que defendeu um livro mesmo quando dezesseis outras pessoas o criticaram.  O cemitério de Praga, de Umberto Eco, foi um desses.

Estava sempre disposta a fazer algum programa cultural.  Ávida por visitar exposições de arte, por participar de uma palestra. Colocava-se em situações que favoreciam falar inglês e francês, para não perder a fluência em ambas as línguas. E generosa, dispunha-se a dividir conosco sua bela residência.  E nós adorávamos.  Foi lá que celebramos alguns encontros do grupo.  Foi lá que recebemos escritores para um bate-papo com o grupo. Foi uma real participante do Papa-livros.  Deixa 16 amigas que sentirão muito sua falta.  Estou entre elas.

olga abramson 1927-2013Olga Abramson

1927-2013





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

2 10 2013

Yoshiya Takaoka (1909-1978)Vaso de floresÓleo s tela colada em placa48 x 60 cmVaso de flores,

Yoshiya Takaoka (Japão, 1909 — Brasil, 1978)

óleo sobre tela colada em madeira, 48 x 60 cm