Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

2 01 2015

 

 

Aurelio Figueiredo (Brasil, 1854-1916) Corcovado, 1903, ost, 46 x 74cm, Museu de Arte de BelemCorcovado, 1903

Aurélio Figueiredo (Brasil, 1854-1916)

óleo sobre tela

Museu de Arte de Belém





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

31 12 2014

 

 

RAFAEL GALVEZ - Natureza com uvas - OST  - dat 1942 - 61 x 50 cm.Natureza morta com uvas, 1942

Rafael Galvez (Brasil, 1907-1998)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

 





O cogumelo da sorte e seus companheiros no Ano Novo

30 12 2014

 

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Aqui no Brasil nós nos preocupamos em subir um degrau à meia noite, pular ondas no mar, fazer um desejo jogando sobre o ombro o caroço da primeira cereja do ano.  Sementes de uvas, de romãs e muitas outras frutas são guardadas para trazer dinheiro e sorte.

Na Europa do Norte, Alemanha, Áustria, Escandinávia, França, Inglaterra, Irlanda outros símbolos de  boa sorte foram e são usados até hoje, nos cartões de boas festas, nos desejos de prosperidade.  Eles incluem porcos, símbolo da abundância, trevos de quatro folhas, ferradura, joaninhas e cogumelos vermelhos de bolinhas brancas [amanita muscaria] em geral, mas nem sempre acompanhados de elfos.

Em seguida, alguns postais antigos para vocês conhecerem essas novas maneiras de desejar boa sorte, ainda hoje usadas nesses países.

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Com ou sem cogumelos da sorte, aqui fica, antecipadamente o desejo de um bom 2015 para todos!





Nossas cidades — São Paulo

29 12 2014

 

 

 

Carlos Eduardo Zornoff - Estação Julio Prestes. Óleo sobre tela, 70x100 cm, 2013Estação Júlio Prestes, São Paulo, 2013

Carlos Eduardo Zornoff (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 70 x 100 cm





Domingo, um passeio no campo!

28 12 2014

 

 

Luiz Pinto, (Brasil 1939) paisagem-do-campo, 2008,ost, 60x80Paisagem, 2008

Luiz Pinto  (MG, 1939)

óleo sobre tela,  60 x 80 cm

 





Viagem, poesia de Odylo Costa Filho

27 12 2014

 

 

Eduardo Cambuí Figueiredo Junior (Brasil, contemporâneo)Av. Paulista com Rua Pamplona, 2004, Óleo sobre tela - 150 x 60 cm - 2004Avenida Paulista com Rua Pamplona, 2004

Eduardo Cambuí Figueiredo Jr (Brasil, contemporâneo)

óleo sobre tela, 150 x 60 cm

 

 

Viagem

 

Odylo Costa Filho

 

Mote:
Veste o terno mais velho, e vai-te embora.
Alphonsus de Guimarães Filho

 

 

Veste o terno mais velho, e vai-te embora.

Atravessa o quintal e pula o muro.

E entre morte do luar e a luz da aurora

parte na antemanhã, ainda no escuro.

 

Bebe as velhas fachadas, as cidades

que a água penetra, ameiga e acaricia;

e nelas o sinal de outras idades

gosto de vinho velho em novo dia.

 

Quando cessar a febre das viagens

e cansares de tudo — das paisagens,

de ignotas gentes e de virgens praias —

 

volta aos brejos natais. Arma tua rede

em pleno campo. E mata tua sede

de pureza nas grandes sapucaias.

 

 

Em: Boca da noite, Odylo Costa Filho, Rio de Janeiro, Salamandra: 1979, p. 58

 

NB: na opinião leiga da Peregrina um dos mais belos sonetos do século XX.

 





Flores para um sábado perfeito!

27 12 2014

 

 

 

Konstantin Christoff – Floral- 1995, - 80x100 cmFloral, 1995

Konstantin Christoff (Bulgária/Brasil, 1923-2011)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





A lenda do algodão, folclore brasileiro

26 12 2014

 

Candido Portinari, Colheita do Algodão, Guache sobre PapelColheita do algodão, 1937

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

guache sobre papel, 37 x 26 cm

Acervo do Palácio Capanema, Rio de Janeiro

 

 

A lenda do algodão

 

Há umas centenas de anos, os índios viviam sem cultivar a terra; tampouco domesticavam os animais. Não fiavam, nem teciam. Era um tempo quando ainda não construíam as malocas que tanto associamos a eles. Moravam em cavernas ou nas copas das árvores mais altas e frondosas, junto aos pássaros e longe dos animais selvagens que não subiam tantos metros acima da terra.

Nessa época havia um pajé, chefe da tribo, chamado Sacaibu. Ele era muito sábio e, vendo que o local onde estavam não oferecia alimentos em abundância, resolveu levar seu povo para outras terras, numa região montanhosa, onde havia muita caça, água fresca das nascentes dos rios próximos e grande variedade de árvores frutíferas que dariam ao seu povo uma alimentação mais rica e equilibrada. Acabaram por se estabelecer numa área verde, a mais plana da região, próxima a um despenhadeiro, que formava um abismo, tão íngreme que a tribo não conseguia descer.

Lá chegando Sacaibu plantou a semente, de uma planta que ele desconhecia, mas que lhe havia sido dada por Tupã, o trovão, o mensageiro que transmitia todas ordens de Deus. Sacaibu ficou feliz ao ver que a semente em pouco tempo germinou e passado algum tempo se transformou em um arbusto frondoso. Para surpresa de todos, ele dava uma flores diferentes: tufos brancos.

Curiosos com a aparência dessas flores, os índios colheram os tufos e começaram a imaginar o que poderia ser feito com eles.

Eventualmente aprenderam a desfiar, tecer, trançar e descobriram que com essas flores podiam fazer corda, cordas fortes, que prendiam ou levantavam muito peso. Com as cordas eles desceram ao longo do abismo e lá embaixo encontraram outro povo, muito adiantado que logo lhes ensinou a cultivar a terra.





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

26 12 2014

 

 

Yêda Gomes - Rio Antigo, o.s.t. - 47 x 34 cm. Assinado e datado 90Rio antigo, 1990

Yeda Gomes (Brasil, ? -?)

óleo sobre tela, 47 x 34 cm





Domingo, um passeio no campo!

21 12 2014

 

 

 

OLYMPUS DIGITAL CAMERAPingo sedento, 2008

Plínio Afonso Franz (Brasil, 1943)

acrílica sobre tela, 80 x 60 cm