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O Baile de Máscaras no teatro Hof em Bonn em 1754
Franz Jakob Rousseau (Alemanha, 1757 – 1826)
óleo sobre tela
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O Baile de Máscaras no teatro Hof em Bonn em 1754
Franz Jakob Rousseau (Alemanha, 1757 – 1826)
óleo sobre tela
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Camille Nicolas Lambert (Bélgica, 1874-1964)
óleo sobre tela
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Botafogo, vista do Morro da Viúva, 1920-30
Henrique Goldschmidt (1867-1952)
aquarela sobre papel, 19 cm diâmetro
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Maravilha em resplendor,
onde Deus sempre é louvado
o Rio guarda o Senhor
no Cristo do Corcovado!
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(Hilário de Soneghet)
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Virgílio Dias ( Brasil, 1956)
óleo sobre tela, 60 x 60cm
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Virgílio Dias Filho nasceu no dia 8 de setembro de 1956 no Rio de Janeiro, onde mora.
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Fábio Eduardo Soares ( Natal, RN, Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela
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1 — A música provoca um forte impacto no cérebro e deve ser encorajada nas crianças desde cedo, desenvolvendo o processo de linguagem e a inteligência espacial.
2 — Tocar instrumentos fortalece e melhora a coordenação motora, a precisão física e mental.
3 — O estudo musical amplia o raciocínio das crianças, a paciência e a lógica.
4 — Crianças que estudam música têm melhor concentração e comportamento na escola, e quase não apresentam problemas disciplinares.
5 — Pessoas de mais idade, quando envolvidas com música, têm melhora significativa na saúde, ajuda a enfrentar desafios e assumir riscos.
6 — Tocar um instrumento, cantar ou compor uma música ajuda no combate ao mal de Alzheimer.
7 — O envolvimento com a música auxília o equilíbrio emocional, combate a depressão, a ansiedade e a solidão.
8 — A música diminui o estresse e reforça o sistema imunológico.
9 — O aprendizado de um instrumento musical pelos idosos colabora para o combate à osteoporose e aumenta a massa muscular do corpo.
10 – Em todas as idades a música reforça o sentimento de grupo, de pertencimento que melhora o convívio social.
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Fonte: Cia das cordas
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Ilustração, capa, Saturday Evening Post, 1º de outubro de 1949
Constantin Alajalov ( Rússia, 1900 — EUA, 1987)
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Constantin Alajalov nasceu em Rostov, na Rússia em 1900. Fez seus estudos nas artes gráficas ainda na Rússia onde frequentou a Universidade de Petrograd trabalhou produzindo cartazes para a Revolução Russa. Em 1916 emigrou para a Pérsia e lá também trabalhou como artista gráfico até sua emigração para os Estados Unidos em 1923. Tornou-se cidadão americano em 1928. Fez as capas das revistas The New Yorker e Saturday Evening Post até sua morte em 1987.
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Terraço de Café em Paris, 1950
Céline Marie Tabary ( França, 1908 – 1993)
óleo sobre tela, 78 x 98 cm
National Museum of Women in the Arts
Smithsonian Institution, Washington DC
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Céline Marie Tabary nasceu em Vermelles, na França em 1908. Filha de um arquiteto interessou-se por desenho e pintura desde cedo. Em 1937 estudou na Académie Chauler Beat-Ozeel em Lille e de 1937 até 1938 estudou na Académie Julian em Paris. Dedicou-se à paisagem e à pintura de gênero. Trabalhou com Paul Eachbach e Maurice Decamps enquanto na França. Em 1938 mudou-se para os Estados Unidos: o que era para ser uma pequena viagem, transformou-se numa longa estadia com o início da guerra. Passou até 1945 em Washington DC. O final da guerra trouxe para a pintora a possibilidade de visitar a França a cada verão e permanecer nos Estados Unidos onde sua carreira já havia se estabelecido, nos sete anos que lá peramecera. Morreu em 1993, na França, depois de haver retornado ao país de origem por alguns anos.
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Alexandre Petrovich Myasoedov (Rússia, 1806-1852)
óleo sobre tela
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