Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

30 04 2014

Estêvão_Silva_-_Natureza-morta,_1891Natureza morta, 1891

Estevão Silva (Brasil,1844 – 1891)

óleo sobre tela, 64 x 81 cm

Museu Afro Brasil, São Paulo

óleo sobre tela,





Imagem de leitura — Giosi Costan

28 04 2014

 

 

???????????????????????????????Leitora com roupa de banho, 2010

Giosi Costan (Itália, 1963)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

www.giosicostan.it





Nossas cidades — Alcântara

28 04 2014

Ivan Marquetti, Rua Grande – Alcântara, 1979,ost,75 x 95Rua Grande, Alcântara, 1979

Ivan Marquetti (Brasil, 1941-2004)

óleo sobre tela, 75 x 95 cm





Imagem de leitura — Blaise Vlaho Bukovac

27 04 2014

 

 

Blaise Vlaho bukovac (Croácia, 1855-1922)Um momento de distração, 1916, ost,73 x 96, priv colUm momento de distração, 1916

Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)

óleo sobre tela, 73 x 96 cm

Coleção Particular





Domingo, um passeio no campo!

27 04 2014

Roberto Gil, Serra de Petrópolis, ose,1962,30 x 37 cmSerra de Petrópolis, 1962

Roberto Gil (Brasil, 1899-1990)

óleo sobre eucatex, 30 x 37 cm





Imagem de leitura — Vadim Chazov

26 04 2014

 

 

Vadim CnazovNatasha com um livro, 2008

Vadim Chazov (Rússia, 1975)

óleo sobre tela

Galeria Artica, São Petersburgo





Flores para um sábado perfeito!

26 04 2014

Kuno Schiefer., Orquídea, ost, 1983, 100x 100Orquídea, 1983

Kuno Schiefer (Alemanha, 1948 – Brasil, 1992)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm





O renascimento dos “Pelicanos”

26 04 2014

Gwen Meyerson Woman In Pink Reading Original pink Painting by Gwen MeyersonMulher de cor de rosa lendo no parque

Gwen Meyerson (EUA, contemporânea)

www.gwenmeyerson.com

 

Não há dúvida que na Europa o livro de bolso foi elevado a um nível muito mais alto do que o atingido cá pelas nossas bandas.  Não só na variedade do conteúdo, no cuidado com as traduções e na excelência da encadernação os livros de bolso europeus derrubam as aspirações de qualquer selo brasileiro semelhante. Tanto na França quanto na Inglaterra os livros de bolso sempre foram das melhores fontes de conhecimento. Quando eu estudava aqui no Brasil na Alliance Française foram os livros de bolso, depois dos primeiros anos básicos do aprendizado da língua, que me levaram a conhecer os grandes nomes da literatura francesa, do teatro, da poesia e até mesmo de qualquer outro assunto através dos diversos selos existentes naquele país.  Muitos desses livros tenho até hoje comigo, fáceis que são de empacotar e repletos o suficiente de conteúdo para que eu não considere descartá-los.

Quando saí do Brasil para os Estados Unidos fui apresentada então às coleções de origem inglesa que já dominavam o mercado americano. A seleção de textos clássicos da Penguin trago comigo até hoje. Não sei quantos volumes tenho em casa desse selo.  São muitos, forram uma pequena parede com seus dorsos negros, são organizados por assunto e época.  O selo foi  responsável pela minha familiaridade com os clássicos gregos e romanos, com os textos dos pensadores medievais e renascentistas, enfim, por todo aquele conhecimento necessário para qualquer curso superior sério nas ciências humanas.  Se hoje meu conhecimento tem falhas — e muitas — não se deve certamente nem à falta de acesso aos textos originais, nem à precariedade dessas publicações, mas exclusivamente à minha inabilidade de digerir o conteúdo.

Pelican books

Além dos Penguins, tenho, em menor número é verdade, volumes do selo Pelican da mesma companhia. O selo ajuda qualquer um a destrinchar assuntos complexos de diversas áreas de conhecimento: psicologia, história, antropologia, sociologia e assim por diante.  Enquanto os Penguins são a fonte original, por exemplo, Platão, Juvenal, Catarina de Pisano; os Pelicans teriam grandes autores sobre esses originais.  A combinação dos dois selos daria e dá uma educação completa, autodidata, de qualidade.  O uso de textos originais é essencial na história da arte, por isso mesmo a minha tendência a ter mais Penguins do que Pelicans.  Mas confesso que eu não havia me dado conta de que o selo Pelican havia deixado de ser produzido desde os anos 80. Talvez os meus interesses tenham me levado a outras áreas.  Levamos muitas vidas através da vida e a cada etapa novas necessidades se impõem. As minhas últimas não incluíram os Pelicans.

Portanto, hoje quando li no jornal inglês The Guardian a respeito da volta do selo Pelican às livrarias fiquei simultaneamente surpresa e feliz. Surpresa de ter sido apresentada à sua morte e decadência, que eu não havia percebido e feliz por saber que ele volta às prateleiras.  Eu me surpreendi também com a fidelidade dos meus sentimentos.  Em marketing sou o exemplo ideal do consumidor satisfeito — objetivo a que todas as companhias aspiram — tenho confiança no produto, lealdade e ainda faço o meu boca a boca como nesta postagem. Mas acredito que as boas coisas devem ser difundidas e se possível permanecer no nosso dia a dia.  Certamente é uma notícia esperançosa a respeito da educação. Você só precisa saber inglês.  Mas hoje, quem não sabe?





Imagem de leitura — Rudolf Ernst

25 04 2014

Rudolf Ernst (Austria,1854 – 1932)The_Reader_TwoLeitora II

Rudolf Ernst (Áustria, 1854-1932)

óleo sobre tela





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

25 04 2014

Artur_Timóteo_da_Costa_-_Passeio_Público,_1919, ost,PESPPasseio Público, 1919

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre tela

PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo