Alto da Serra
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre madeira, 23 x 33 cm
Alto da Serra
João Baptista da Costa (Brasil, 1865-1926)
óleo sobre madeira, 23 x 33 cm
Araçoiaba da Serra
Joel Firmino do Amaral (Brasil, 1951)
aquarela sobre papel
Gustavo Barroso
“Vasto, dourado à luz do meio-dia,…o vale de Araçoiaba era duma beleza forte e impressionante de paisagem sertaneja. Ao fundo barravam-lhe a perspectiva, altas, abruptas, as serras de Baturité e do Acarape, onde emergiam da verdura brancos telhados de granito, faiscando ao sol. A glória luminosa do dia enchia tudo. Sob ela cintilavam os penhascos, incendiam-se as micas, palhetavam-se de tons flavos as águas paradas de uma lagoa ao longe. Aqui e ali uma grande árvore derramava sombra numa fachada clara de casa matuta ou espargia frescura sobre um quintalejo benfeitorizado. Pelo recosto do cerro descia em ondulações de veludo novo uma capoeira densa, de fetos, de marmeleiros e ameixeiras bravas. Por tudo e em tudo, do alto azul do céu à calma horizontal das águas empoçadas, do dorso corcovado dos montes às extensões lisas da planície, sorria farta, orgulhosa, a pompa régia do inverno. A terra tinha um nobre e calmo aspecto de abundância; o céu, um claro riso de bondade e proteção.”
Em: Flor do Lácio, [antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 37.
Este livro foi usado no curso secundário da década de 1960, quase 60 anos se passaram e talvez seja necessário uma ajuda com vocabulário:
palhetar — salpicar
flavo — amarelado, dourado
quintalejo — pequena quinta
Natureza Morta, 1943
Leopoldo Gotuzzo (Brasil, 1887-1983)
óleo sobre tela, 53 x 70 cm
Mosteiro de São Bento, 1945
Gérson de Azeredo Coutinho (Brasil, 1900-1967)
óleo sobre madeira, 35 x 27cm
Frutos do cerrado
Carlos Roberto Miranda (Brasil, 1957)
Óleo sobre tela
Brilho dourado
Aditya Phadke (Índia, contemporâneo)
Óleo sobre tela, 60 x 81 cm
Cidade de Goiás
[Da série Quintas de Goiás]
Ana Cristina Elias (Brasil, 1960)
Aquarela, 28 x 38 cm
Senhora sentada, lendo
André Dérain (França, 1880 – 1954)
óleo sobre tela
“Em cada romance de Sherlock Holmes pode-se reconhecer, naturalmente, os traços característicos do personagem, mas por outro lado o autor nunca deixa de introduzir um aspecto novo (a cocaína, o violino, a existência do irmão mais velho Mycroft, o gosto pela ópera italiana… certos serviços prestados no passado a famílias reais europeias… o primeiro caso resolvido por Sherlock, ainda adolescente). A cada novo detalhe revelado desenham-se novas zonas de sombra e afinal surge um personagem realmente fascinante: Conan Doyle consegue criar uma mistura perfeita entre o prazer da descoberta e o prazer do reconhecimento.”
Em: Plataforma, Michel Houellebecq, tradução Ari Roitman e Paulina Wacht, Rio de Janeiro, Editora Record: 2002, p. 107

Honoré de Balzac, 1836
Louis Boulanger (França, 1806-1867)
óleo sobre tela, 61 x 50 cm
Museu de Belas Artes de Tours
Banco, Parque São Lourenço, Curitiba
Rene Tomczak (Brasil, 1964)
óleo sobre tela
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