Moça lendo jornal
Karl Hofer (Alemanha, 1878-1955)
“Os livros têm os mesmos inimigos que os homens: o fogo, a umidade, os animais, o tempo e o próprio conteúdo.”
Paul Valéry
Moça lendo jornal
Karl Hofer (Alemanha, 1878-1955)
Paul Valéry
Mickey recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Clarabela recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Horácio recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Minie recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Pateta recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Pato Donald recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Pluto recebe um presente de Natal, ilustração Walt Disney.
Diógenes Duarte Paes (Brasil, 1896-1964)
óleo sobre tela
Pinacoteca Diógenes Duarte Paes, Jundiaí
Ilustração Ruth Eger, 1926.
Ao recruta João Leal
indaga o cirurgião:
– Onde é que te sentes mal?
Diz ele: – No batalhão!
(Severino Uchôa)
A cidade se prepara para as Olimpíadas, trabalhando no VLT, Av. Rio Branco, Centro, RJ.
Comércio leve, Rua Senhor dos Passos, SAARA, Rio de Janeiro.
Volta para casa, Rua Humaitá, Humaitá, Rio de Janeiro.
Iuca elefante florida, Praça do Jóquei, Rio de Janeiro.
Ainda em construção, Museu do Amanhã, projeto do arquiteto espanhol Calatravas, ao fundo a ponte para a cidade de Niterói, sobre a Baía de Guanabara, Praça Mauá, Centro, Rio de Janeiro.
Verde que te quero verde, entrada de edifício na Rua Jardim Botânico, Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
Cisne azul, diversão de feriado na Lagoa Rodrigo de Freitas, Rio de Janeiro.
Fachada de prédio do início do século XX, na Rua Senhor dos Passos, SAARA, Rio de Janeiro.
Sol inclemente, Rua Voluntários da Pátria, Botafogo, Rio de Janeiro.
Pousando, Heliponto da Lagoa, Rio de Janeiro.
Orquídea no Quiosque do Árabe, Lagoa, Rio de Janeiro.
Robert Daley (EUA,contemporâneo)
óleo sobre tela, 75 x 100 cm
“Na história da literatura brasileira, em algum momento, criou-se a noção de que diversão e qualidade são elementos obrigatoriamente dissociados: o que diverte não tem qualidade, o que tem qualidade não diverte. Nessa lógica deturpada, onde se situam autores como Machado de Assis, Pedro Nava e Jorge Amado? Teríamos que assumir que “Memórias póstumas de Brás Cubas”, por exemplo, é um livro de qualidade literária que não diverte ou que é um livro divertido, mas sem qualquer profundidade artística. Ambas as ideias são absurdas. Machado unia os dois lados e, assim, fazia boa literatura…”
Em: “A Antinarrativa”, Raphael Montes, O Globo, 18/11/2015, 2º caderno, página 6.