Imagem de leitura: Olgierd Bierwiaczonek

9 07 2018

 

 

 

olgierd-bierwiaczonek-dziewczyna-z-czerwonym-pisakiem-1993.-fot.-barbara-kubskaJovem com caneta vermelha, 1993

Olgierd Bierwiaczonek (Polônia, 1925 — 2002)

óleo sobre tela

 





Natureza maravilhosa: Bengala doce Sorrel

9 07 2018

 

 

florrara10Flor Bengala Doce Sorrel (Oxalis versicolor )

 

 

Bengala doce Sorrel (em referência à bala de Natal vermelha e branca em forma de uma bengala), a Oxalis versicolor  é uma  planta que pertence à família Oxalidaceae, encontrada na África do Sul.

Cresce de um bulbo, chega a ter de 8 a 15 cm  de altura.  Forma, assim, uma cama de folhas verdes, cada folha composta de três folhetos alongados. No final do verão e início do outono, brotos tubulares brancos estreitos se formam na ponta de caules finos. Um rebordo escarlate curvo para cada pétala dá a aparência de uma bengala doce. As flores se abrem em plena luz do sol, mas permanecem enroscadas em outros momentos.

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Domingo, um passeio no campo!

8 07 2018

 

 

 

Menase Vaidergorn (Brasil 1927) Paisagem com figuras- osm - 20 x 30 cm. Ass.Paisagem com figuras

Menase Vaidergorn (Brasil, 1927)

óleo sobre madeira,  20 x 30 cm





Em três dimensões: William Henry Rinehart

8 07 2018

 

 

 

24233821.4386f90a.640Latona e seus filhos: Apolo e Diana, 1870 esta versão, 1874

William Henry Rinehart (EUA, 1825 – 1874)

Mármore, 117 x 167 x 78 cm

Metropolitan Museum of Art, Nova York

 

DETALHE

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NOTA: Latona era uma deusa do anoitecer.  Filha de  Febe e Céos foi mãe de Apolo e Diana.  Amante de Júpiter. Ela era a deusa  associada à maternidade e protetora das crianças.

 

 

 





Flores para um sábado perfeito!

7 07 2018

 

 

Jorge Maciel (Brasil, 1972) Floral, ost. 70x110cmFloral

Jorge Maciel (Brasil, 1972)

óleo sobre tela, 70 x 110cm





Resenha: “O caminho de casa” de Yaa Gyasi

6 07 2018

 

Titouan Lamazou (Marrocos, 1955)Retrato de Mulher, da exposição Tenebres au Paradis, Africaines des Grands Lacs, aquarelaRetrato de mulher

Titouan Lamazou (Marrocos, 1955)

Aquarela

 

 

É um projeto ambicioso O Caminho de Casa de Yaa Gyasi, com tradução de Waldéa Barcellos, no Brasil. Mas ficou aquém das minhas expectativas dado o volume de aplausos aqui e no exterior à obra. O livro permanece em voga, não por sua qualidade literária, mas pelo fôlego requerido ao abordar o tema: a história de africanos nos últimos  quase 300 anos. Yaa Gyasi contrasta aqueles que permaneceram na África, no século XVIII, com os que, escravizados, chegaram ao Novo Mundo.  Retratadas estão as gerações dos descendentes das meias irmãs Effia e Esi: uma permaneceu na África, outra veio para o Novo Mundo como escrava. Linhagens separadas que se espelham nos dois lados do Atlântico.  “E na minha aldeia nós temos um ditado sobre irmãs separadas. Elas são como uma mulher e a imagem do seu reflexo, condenadas a ficar cada uma de um lado do lago.” [65]

 

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A maior objeção que tenho é o formato.  Ele dá a sensação de uma trama picadinha.  Porque cada capítulo é uma história completa e pertence a um personagem descendente das meias irmãs.  Portanto, não há seguimento. Trata-se, de fato, uma coleção de pequenos retratos, perfis de vidas sofridas, cá e lá, que não dão continuidade, não formam uma história coesa. Este formato leva o leitor a repetidamente consultar as árvores genealógicas dos retratados para se situar na leitura.  Além disso, o romance que se propõe a ser histórico sofre de pesquisa limitada, de descrição superficial dos diferentes costumes, hábitos e até acontecimentos históricos mundiais que ajudariam o leitor a se localizar na narrativa e enriquecer a visão de época. Preocupada em contar a história dos que não têm voz, “ …quando se estuda História, é preciso sempre fazer perguntas. Que história não está sendo contada? De quem é a voz que foi reprimida para que essa voz pudesse se fazer ouvir?” [337] Yaa Gyasi pecou por não posicionar melhor no tempo, nos hábitos e costumes de cada era e de cada terra, o que acontecia, para enraizar a trama no conteúdo geral da história.

 

GYASI-SMYaa Gyasi

 

A coleção de contos, não permite que tenhamos simpatia por qualquer personagem, por mais do que algumas dezenas de páginas; no entanto é rica em acontecimentos, repleta do padecer típico dos séculos XIX e XX, e recheada de lágrimas e sofrimento pessoais para cada um dos diversos personagens.  Se você aprecia um drama sequencial, se gosta de contos variados, que partem o coração, talvez este seja um livro de que goste. Mas não é a obra prima que se descreve no momento.

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem qualquer incentivo para a promoção de livros.





Rio de Janeiro, minha cidade natal!

6 07 2018

 

 

DÉCIO VIEIRA - Guache - 1922 - 1988, série Guanabara, assinada no c.i.d. datada 1971. Adquirido da família do artista com recibo. 75 x 49 cmSem título, 1971

[da série Guanabara]

Décio Vieira (Brasil, 1922 – 1988)

Guache, 75 x 49 cm





Yaa Gyasi: “Entre força e fraqueza”

6 07 2018

 

 

8855bd0cfd37585d5ea658be1f1508a7Metamorfose, 2011

Carol Chen Poun Joe (Suriname, 1989)

acrílica sobre tela, 50 x 40 cm

 

 

“Você quer saber o que é fraqueza? Fraqueza é tratar alguém como se pertencesse a você. Força é saber que cada pessoa pertence a si mesma.”

 

 

Em: O caminho de casa, Yaa Gyasi, tradução Waldéa Barcellos, Rio de Janeiro, Rocco: 2017, página 63





Eu, pintor: Paul Gustave Fisher

5 07 2018

 

 

Paul Gustave Fisher (Dinamarca,) autoretrato, 1909, ost, 41 x 38 cm, col part.Autorretrato, 1909

Paul Gustave Fisher (Dinamarca, 1860-1934)

óleo sobre tela, 41 x 38 cm

Coleção Particular





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 07 2018

 

 

Clovis Pescio - Natureza morta - Óleo sobre tela - datado de 1999 - acid - sem moldura - 50x70cmNatureza morta, 1999

Clóvis Pescio (Brasil, 1951)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm