Os cafés de antigamente

13 09 2018

 

 

Coffeehouse01-768x491Um café em Londres, por volta de 1705.

 

Muita gente acha que o café, lugar de encontro para bater papo, para tomar uma bebida quente, para fazer e encontrar amigos é uma invenção moderna. Enganam-se todos que assim pensam.

Os primeiros cafés de que se tem notícia foram estabelecidos em Meca, e se tornaram em meados do século XVI, um problema para os imãs, porque se tornaram lugares de discussão política e lugares de ingestão de bebidas.  Por isso mesmo,  foram proibidos por doze anos entre 1512 e 1524.  No entanto, a necessidade de um lugar onde se pudesse tomar um café era intensa e foi em 1530, em Damasco que os cafés saíram do domínio de Meca para o resto do mundo.  Logo depois Cairo se tornou um grande centro de cafés. E em 1555 sabe-se da abertura do primeiro café, lugar de encontros, em Istambul, naquela época chamada de Constantinopla.

Veneza foi a primeira cidade da Europa ocidental a se orgulhar de um café, aberto em 1629.  A influência do império otomano nesta cidade mercantil explica o acontecimento. Da península itálica os cafés, como lugares de encontro, de conversas e discussões políticas, foram para a Inglaterra, outro país dependente do comércio internacional. Em 1650, o primeiro café inglês abriu na cidade de Oxford.

Nos 15 anos entre 1670 e 1685 foi grande o número de cafés abertos em Londres. E populares, tornaram-se locais de debate público. Foi só em 1672 que se tem notícia do primeiro café parisiense que teve monopólio sobre esse comércio por 14 anos quando, em 1686, o Café Procope abriu suas portas, à Rue de l’Ancienne Comédie, VI arrondissement, local que também tem o título de mais antigo restaurante de Paris em uso contínuo.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

12 09 2018

 

 

Evilásio Lopes (1917 - 2013 Rio de Janeiro), OST natureza morta, datado de 1985 e localizado Rio, nêsperas medindo 65 cm por 50 cm, sem moldura.Nêsperas, 1985

Evilásio Lopes (Brasil, 1917 – 2013)

óleo sobre tela,  65 x 50 cm,





“Coração”, poesia de Guilherme de Almeida

11 09 2018

 

 

castelo de cartas, jb longCastelo de cartas, ilustração de H. B. Long.

 

 

 

Coração

 

Guilherme de Almeida

 

 

Lembrança, quanta lembrança
Dos tempos que já lá vão!
Minha vida de criança,
Minha bolha de sabão!

Infância, que sorte cega,
Que ventania cruel,
Que enxurrada te carrega,
Meu barquinho de papel?

Como vais, como te apartas,
E que sozinho que estou!
Ó meu castelo de cartas,
Quem foi que te derrubou?

Tudo muda, tudo passa
Neste mundo de ilusão;
Vai para o céu a fumaça,
Fica na terra o carvão.

Mas sempre, sem que te iludas,
Cantando num mesmo tom,
Só tu, coração, não mudas,
Porque és puro e porque és bom!





Domingo, um passeio no campo!

9 09 2018

 

 

GIOVANNI OPPIDO, Paisagem - óleo sobre tela - 40x50 cm acidPaisagem com casas e bananal

Giovanni Oppido (Brasil, 1906 – 1988)

óleo sobre tela,  40 x 50 cm





Imagem de leitura — Xavier Blanch i Pla

9 09 2018

 

 

KONICA MINOLTA DIGITAL CAMERADescanso da bailarina

Xavier Blanch i Pla (Espanha, 1918 – 1999)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm

Coleção Particular





Flores para um sábado perfeito!

8 09 2018

 

 

Amélia Pastro Maristany, OSE, 45x36cmVaso com flores

Amélia Pastro Maristany (Brasil, 1897 – 1979)

óleo sobre eucatex, 45 x 36 cm





Imagem de leitura — Frank Frigyes

5 09 2018

 

 

Frank Frigyes , (Hungria, 1890–1976) Mimi na cadeira de bordo, 1927 ostMimi na cadeira de bordo, 1927

Frank Frigyes (Hungria, 1890–1976)

óleo sobre tela





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

5 09 2018

 

 

Fernando P - Natureza morta - Óleo sobre tela - 81 x 65 cm -Natureza Morta

Fernando P. (Brasil, 1917- 2005)

óleo sobre tela, 81 x 65 cm





Nossas cidades: Brasília

4 09 2018

 

 

Armando Romanelli, Vista de Brasilia, Ponte JK, Aquarela, 47 x 32 cmVista de Brasília, Ponte JK

Armando Romanelli (Brasil, 1945)

aquarela, 47 x 32 cm

 

 





Era uma vez um palácio imperial…

3 09 2018

 

 

SILVIO PINTO, Quinta da Boa Vista - óleo sobre madeira - 52x71cm - ass., datado e localizado cid. 1947 - Rio. Obra adquirada em leilão do Copacabana Palace (Coleção particular ROSANAQuinta da Boa Vista, 1947

Sylvio Pinto (Brasil, 1918-1997)

óleo sobre madeira, 52 x 71 cm

 

MODESTO BROCOS(1852-1936)Vista de S. Christovão,ost,34 x 49 cmVista de São Cristóvão

Modesto Brocos (Espanha/Brasil, 1852 -1936)

óleo sobre tela, 34 x 49 cm

 

Belmiro de ALmeida, Palácio de São CRistovao, 1894Palácio de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, 1894

Belmiro de Almeida (Brasil, 1858- 1935)

óleo sobre tela, 26 x 46 cm

MAR, Museu de Arte do Rio de Janeiro

 

Georgina de Albuquerque, Domingo na Quinta da Boa Vista, ost. 98 x 111cmDomingo na Quinta da Boa Vista, s.d.

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885 – 1962)

óleo sobre tela, ost. 98 x 111cm

 

GUSTAVO DALL'ARA-Quinta da Boa Vista - ost - 55 x 58 - 1919 - Coleção FadelQuinta da Boa Vista, 1919

Gustavo Dall’ara (Itália, 1865 – 1937)

Óleo sobre tela – 55 x 58 cm

Coleção Fadel

 

 

TEIXEIRA DA ROCHA - Quinta da Boa Vista - Óleo sobre madeira - 51 x 92 - 1906Quinta da Boa Vista, 1906 

Teixeira da Rocha (Brasil, 1863- 1941)

Óleo sobre madeira, 51 x 92 cm