Sublinhando…

26 03 2024

Lendo na sacada

Bruce Yardley (Inglaterra, 1962)

óleo sobre tela

 

 

“Viajar em si mesmo o tempo inteiro, achando que vai encontrar alguma coisa em si mesmo, que vai resolver tudo, é uma ilusão.”

 

 

 Luiz Felipe Pondé

Em: Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e Imperfectibilidade, Luiz Felipe Pondé, edição kindle.





Quando, poema de Sophia de Mello Breyner

25 03 2024

Citando a fada, 2015

Emma Ersek (Romênia, 1979)

Quando

 

Sophia de Mello Breyner

 

 

Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta

Continuará o jardim, o céu e o mar,

E como hoje igualmente hão-de bailar

As quatro estações à minha porta.

Outros em Abril passarão no pomar

Em que eu tantas vezes passei,

Haverá longos poentes sobre o mar,

Outros amarão as coisas que eu amei.

Será o mesmo brilho, a mesma festa,

Será o mesmo jardim à minha porta,

E os cabelos doirados da floresta,

Como se eu não estivesse morta.





Imagem de leitura: Julio Gonzalez

14 03 2024

Mulher lendo, c.1927

Julio Gonzalez (Espanha, 1876-1942)

óleo sobre tela, 65 x 50 cm

Museu Nacional Reina Sofia, Madri

 





Imagem de leitura: Anne Boucher

9 03 2024

Leitura de verão

Anne Boucher (Baseada nos EUA, contemporânea)

gravura





Curiosidade literária…

29 02 2024
Minie decide ler a seção policial do jornal, Ilustração de Walt Disney.

 

 

Vamos concordar: algumas pessoas têm sorte. Certamente o ex-marido da escritora Sue Grafton é um deles.  Que bom também que há pessoas, como a própria Sue Grafton, que conseguem  ter bom-senso e não levar seus sentimentos destrutivos a termo.

Sue Grafton, escrevia argumentos para filmes em Hollywood.  Mas, antes disso, formada em Letras pela Universidade de Louisville, publicou dois livros, Keziah Dane e The Lolly-Madonna War, no final da década de 1970, livros que não tiveram qualquer sucesso. Voltou-se, então, para carreira de roteirista.  E assim trabalhou por quinze anos.  Sucesso! No entanto quando faleceu em 2017, era conhecida como a autora de diversos livros de sucesso internacional, numa série que levou o cognome:  Crimes do Abecedário.  O primeiro livro deste grupo, A é para Álibi, publicado em 1982, foi resultado da raiva que sentia pelo marido de quem se divorciava.  A autora admitiu que se dedicou a imaginar maneiras de acabar com a vida do marido com quem disputava as condições do divórcio.  Até que se sentou um dia e escreveu o manuscrito que iria de fato abrir as portas para publicações de muito sucesso.  Depois deste primeiro livro de mistério, seguiu-se B is for Burglar, no Brasil, B de Busca.  O terceiro livro, C de Cadáver (C is for Corpse) alavancou a ideia de uma série.  Quando morreu em 2017, Sue Grafton havia publicado mistérios cujos títulos cobriam vinte e cinco letras do alfabeto inglês estrelando o detetive particular, Kinsey Millhone. Salva por sua imaginação, Sue Grafton não poderia ser presa por um crime que nunca cometeu, só planejou!

 





Todo mundo lê…

28 02 2024
Ilustração, Robinson.




Imagem de leitura: William Strang

22 02 2024

Moça lendo, 1911

William Strang (Escócia, 1859-1921)

óleo sobre tela, 71 x 50 cm





Imagem de leitura: Raimundo de Madrazo y Garreta

18 02 2024

O vestido rosa

Raimundo de Madrazo y Garreta (Espanha, 1841-1920)

óleo sobre madeira





Imagem de leitura: Maurice Mendjisky

16 02 2024

Mme Bourgeois lendo, 1921

Maurice Mendjisky (Polônia-1890-1951)

pastel sobre papel, 29 x 23 cm





Imagem de leitura: Philip Alexius de László

14 02 2024

Mestre Peter Calvocoressi, 1917

Philip Alexius de László (Hungria-Inglaterra, 1869-1937)

óleo sobre tela, 78 x 63 cm