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Jurandi Assis (Brasil, 1939)
óleo sobre tela, 48 x 60 cm
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“Querer é quase sempre poder: o que é excessivamente raro é o querer.”
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Jurandi Assis (Brasil, 1939)
óleo sobre tela, 48 x 60 cm
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Leitura em dupla, trilha do Bem-te-vi, também chamado de Caminho Cláudio Coutinho, na base do Pão de Açúcar, Sábado, 20/07/2013.–
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Mulher lendo, 2003
Fernando Botero (Colômbia, 1932)
óleo sobre tela, 104 x 89 cm
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Nestor pega um livro para ler, ilustração Walt Disney.Quanto mais tempo você gasta em atividades cerebrais, melhor preparado estará o seu cérebro para agüentar os estragos que vêm com a idade. Esse é o resultado da investigação liderada pelo neuropsicólogo Robert Wilson da Rush University Medical Center, em Chicago, publicada na revista Neurology. Essa pesquisa confirma o que já se suspeitava há algum tempo: ler, escrever, usar o cérebro ajudam a retardar o declínio mental na idade avançada.
Ao que tudo indica um estilo de vida ativo não é o suficiente para impedir a formação de placas e outras degenerações que acompanham o estabelecimento da doença de Alzheimer. Além dos exercícios físicos, é preciso manter uma alto nível de atividade cognitiva para evitar a aparecimento mais cedo de um mal funcionamento mental.
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Metralhinha encontra um livro, ilustração Walt Disney.–
“A participação habitual em atividades cognitivamente estimulantes ao longo da vida pode aumentar substancialmente a eficiência de alguns sistemas cognitivos“, escreve a equipe de investigação, em Chicago. Esta eficiência aparentemente neutraliza os efeitos muitas vezes devastadores das doenças do sistema nervoso.
Wilson e seus colegas observaram o nível de atividade cognitiva em 294 idosos, não só no presente, mas também na infância, idade adulta jovem e de meia idade. Eles especificamente anotaram a freqüência de atividades como ler livros, escrever cartas, ou visitar uma biblioteca em cada fase de suas vidas.
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Mickey quer saber o que Pateta está lendo, ilustração Walt Disney.–
O funcionamento cognitivo foi então examinado anualmente, até a morte. Testaram diversas vezes uma variedade de habilidades, incluindo a memória de longo prazo, memória de trabalho e habilidade visuo-espacial . Finalmente, dentro de horas após a morte, os seus cérebros foram removidos e examinados para a evidência de várias doenças.
O resultado chave: “atividade cognitiva mais freqüentes podem contrabalançar a perda cognitiva associada a condições neuropatológicas.”
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Tio Patinhas lê “Manual de Sobrevivência”, ilustração Walt Disney.–
Nas palavras de um editorial de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que “os indivíduos com altos níveis de atividade cognitiva durante a vida mostram um declínio muito mais lento, apesar da presença de patologia subjacente.”
Curiosamente, os resultados sugeriram que nunca é tarde demais para começar, a fazer de atividades como ler, escrever, para se beneficiar do retardamento de qualquer doença mental associada à velhice, mas quanto mais cedo melhor, já que o estabelecimento de hábitos de leitura e escrita desde a infância ajudam a manter o cérebro em plena forma até a idade mais avançada.
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FONTE: Pacific Standard Magazine.
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Boletim escolar, 1920
Edmund Adler (Áustria, 1871-1965)
Óleo sobre tela, 59 x 69 cm
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Edmond Adler, nasceu na Áustria em 1876. Estudou arte na escola técnica, procurando a especialização de litografia. Mais tarde, entre 1896-1903, estudou na Academia de Belas Artes de Viena, sob a direção de Christian Griepenkerla. Após a formatura, recebeu uma bolsa de estudos da Academia e passou um ano de estadia em Roma (1903-1904). Em 1910, ele se estabeleceu em Mannersdorfie am Leithegebirge. Em 1914 anos, no exército,foi capturado e passou os próximos anos de guerra em um campo de prisioneiros russo, na Sibéria. Retornou à Áustria em 1920. Pintou paisagens, interiores e naturezas-mortas, mas acima de tudo, ele era conhecido como retratista e cenas de gênero autor cujos heróis eram crianças. Estas pinturas serenas, de uma infância feliz, retratada com humor , foram particularmente apreciadas pelos clientes e colecionadores. Muitos deles acabaram em coleções privadas, tanto na Europa como no Canadá e nos Estados Unidos. Faleceu em 1965, na Áustria.
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Luís de Laval (1411- 1489), Senhor de Châtillon, que encomendou a tradução para o francês da “Chronique Martinienne” sentado com o livro traduzido à sua frente. A seu lado o tradutor Sebastien Mamerot, prior de Luís de Laval.
Crônica Martiniana, 1475-1500
France (Tours?)
Thott 430 , pintura sobre pergaminho, 317 ff. Fol. 2r
Biblioteca Real da Dinamarca
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São Tomás de Aquino
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Hugo Scheiber (Hungria, 1873-1950)
Guache
Coleção Particular
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Casal veneziano
John Michael Carter (EUA, contemporâneo)
óleo sobre tela, 30 x 40cm
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John Michael Carter nasceu em Chicago nos Estados Unidos. Estudou na American Academy of Art de Chicago, continuando seus estudos em Los Angeles no Art Center College of Design. Ensinou pintura e desenho na Universidade de Kentucky e também na Scottsdale Artists School, Dallas Art League e Arts Club de Cincinnati.
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Renato Guttuso (Itália, 1911-1987)
têmpera, óleo e jornal sobre tela, 220 x 249 cm
Tate Gallery, Londres
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A questão lançada pela FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty) para o resto do ano: qual é o ponto de equilíbrio entre o debate literário e a política?
Com Graciliano Ramos homenageado seria impossível deixar de falar de política em Paraty. Além disso, as demonstrações nas ruas do Brasil durante a Copa das Confederações fizeram-se lógicos assuntos de conversa. Mas ter a política como assunto predominante na feira foge do que há de melhor nesse encontro, que é a celebração da arte literária. Concordo com John Bainville. Quando questionado sobre a política e a literatura foi claro ao afirmar que “Não dá pra misturar arte e política, porque acaba saindo arte política e política ruim“.
É claro que todos que queiram usar suas habilidades artísticas a serviço da política têm o direito de se manifestar dessa forma, mas em geral, a arte com mensagem política ou social, raramente chega a ser de boa qualidade. E frequentemente perde o frescor e a originalidade. Em literatura, a política torna o texto fugaz, com data de validade.
E a pergunta continua válida: haverá mesmo a necessidade de se saber o que um romancista pensa da política? De que lado político ele vê o mundo? Não acredito nisso. A obra deve se sustentar por si só. Boa ou ruim, liberal ou conservadora, marxista ou capitalista. Não importa, o que fica é a obra.