Imagem de leitura — Giosi Costan

28 04 2014

 

 

???????????????????????????????Leitora com roupa de banho, 2010

Giosi Costan (Itália, 1963)

óleo sobre tela, 60 x 80 cm

www.giosicostan.it





Imagem de leitura — Blaise Vlaho Bukovac

27 04 2014

 

 

Blaise Vlaho bukovac (Croácia, 1855-1922)Um momento de distração, 1916, ost,73 x 96, priv colUm momento de distração, 1916

Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)

óleo sobre tela, 73 x 96 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Vadim Chazov

26 04 2014

 

 

Vadim CnazovNatasha com um livro, 2008

Vadim Chazov (Rússia, 1975)

óleo sobre tela

Galeria Artica, São Petersburgo





O renascimento dos “Pelicanos”

26 04 2014

Gwen Meyerson Woman In Pink Reading Original pink Painting by Gwen MeyersonMulher de cor de rosa lendo no parque

Gwen Meyerson (EUA, contemporânea)

www.gwenmeyerson.com

 

Não há dúvida que na Europa o livro de bolso foi elevado a um nível muito mais alto do que o atingido cá pelas nossas bandas.  Não só na variedade do conteúdo, no cuidado com as traduções e na excelência da encadernação os livros de bolso europeus derrubam as aspirações de qualquer selo brasileiro semelhante. Tanto na França quanto na Inglaterra os livros de bolso sempre foram das melhores fontes de conhecimento. Quando eu estudava aqui no Brasil na Alliance Française foram os livros de bolso, depois dos primeiros anos básicos do aprendizado da língua, que me levaram a conhecer os grandes nomes da literatura francesa, do teatro, da poesia e até mesmo de qualquer outro assunto através dos diversos selos existentes naquele país.  Muitos desses livros tenho até hoje comigo, fáceis que são de empacotar e repletos o suficiente de conteúdo para que eu não considere descartá-los.

Quando saí do Brasil para os Estados Unidos fui apresentada então às coleções de origem inglesa que já dominavam o mercado americano. A seleção de textos clássicos da Penguin trago comigo até hoje. Não sei quantos volumes tenho em casa desse selo.  São muitos, forram uma pequena parede com seus dorsos negros, são organizados por assunto e época.  O selo foi  responsável pela minha familiaridade com os clássicos gregos e romanos, com os textos dos pensadores medievais e renascentistas, enfim, por todo aquele conhecimento necessário para qualquer curso superior sério nas ciências humanas.  Se hoje meu conhecimento tem falhas — e muitas — não se deve certamente nem à falta de acesso aos textos originais, nem à precariedade dessas publicações, mas exclusivamente à minha inabilidade de digerir o conteúdo.

Pelican books

Além dos Penguins, tenho, em menor número é verdade, volumes do selo Pelican da mesma companhia. O selo ajuda qualquer um a destrinchar assuntos complexos de diversas áreas de conhecimento: psicologia, história, antropologia, sociologia e assim por diante.  Enquanto os Penguins são a fonte original, por exemplo, Platão, Juvenal, Catarina de Pisano; os Pelicans teriam grandes autores sobre esses originais.  A combinação dos dois selos daria e dá uma educação completa, autodidata, de qualidade.  O uso de textos originais é essencial na história da arte, por isso mesmo a minha tendência a ter mais Penguins do que Pelicans.  Mas confesso que eu não havia me dado conta de que o selo Pelican havia deixado de ser produzido desde os anos 80. Talvez os meus interesses tenham me levado a outras áreas.  Levamos muitas vidas através da vida e a cada etapa novas necessidades se impõem. As minhas últimas não incluíram os Pelicans.

Portanto, hoje quando li no jornal inglês The Guardian a respeito da volta do selo Pelican às livrarias fiquei simultaneamente surpresa e feliz. Surpresa de ter sido apresentada à sua morte e decadência, que eu não havia percebido e feliz por saber que ele volta às prateleiras.  Eu me surpreendi também com a fidelidade dos meus sentimentos.  Em marketing sou o exemplo ideal do consumidor satisfeito — objetivo a que todas as companhias aspiram — tenho confiança no produto, lealdade e ainda faço o meu boca a boca como nesta postagem. Mas acredito que as boas coisas devem ser difundidas e se possível permanecer no nosso dia a dia.  Certamente é uma notícia esperançosa a respeito da educação. Você só precisa saber inglês.  Mas hoje, quem não sabe?





Imagem de leitura — Rudolf Ernst

25 04 2014

Rudolf Ernst (Austria,1854 – 1932)The_Reader_TwoLeitora II

Rudolf Ernst (Áustria, 1854-1932)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Carrie Graber

24 04 2014

Carrie Graber, Sunset-over- the-Arroyo, 2004

Por do sol no arroyo, 2004

Carrie Graber (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela

www.carriegraber.com





Imagem de leitura — Elisabeth Jerichau-Baumann

23 04 2014

Elisabeth Jerichau-Baumann ( EUA) Era uma vez,Hans Christian Anderson lendo para as crianças, 1862

Elisabeth Jerichau-Baumann (Polônia, 1819- Dinamarca, 1881)

óleo sobre tela

 





Imagem de leitura — Arthur Timótheo da Costa

21 04 2014

ARTHUR TIMÓTHEO DA COSTA - (1882 - 1923) Ziza no atellier - ost - 65 x 54 - cie - 1919Ziza no ateliê, c.1919

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1923)

óleo sobre tela, 65 x 54 cm





Imagem de leitura — Ralph Heimans

18 04 2014

 

 

Ralph HeimansChão de mosaico

Ralph Heimans (Austrália, 1970)

óleo sobre tela

www.ralphheimans.com





Imagem de leitura — Contardo Barbieri

17 04 2014

Barbieri_Contardo_Lettura_1964Leitura, 1964

Contardo Barbieri (Itália, 1900-1966)

gravura

Contardo Barbieri, nasceu em Pavia em 1900 formou-se pela Academia de Brera , em 1921. Pintor figurativo trouxe modernidade para a arte figurativa lombarda. Durante a década de 1920, simplificou o estilo influenciado pelo grupo italiano Novecento, onde ingressou após sua primeira exposição em Milão, em 1926. Daí por diante começou a expor regularmente; ganhou reconhecimento como principalmente de figuras femininas e belíssimas naturezas mortas. Dedicou-se também a paisagens. Foi nomeado diretor da Academia Carrara de Bérgamo, em 1931 quando desempenhou papel fundamental na renovação cultural da cidade. Faleceu em Milão em 1966.