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Vagalumes no Japão. Fotografia de Tsuneaki Hiramatsu, em Okinawa. Esta foto faz parte da exposição itinerante do Museu Americano de História Natural (sediado em Nova York) que exibe surpreendentes micro-organismos capazes de produzir luz.
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Vagalumes no Japão. Fotografia de Tsuneaki Hiramatsu, em Okinawa. Esta foto faz parte da exposição itinerante do Museu Americano de História Natural (sediado em Nova York) que exibe surpreendentes micro-organismos capazes de produzir luz.
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Foto: WikipediaEste é o caracol de lábios brancos, (Cepaea hortensis). É um molusco terrestre de tamanho médio que habita a Europa Ocidental e Central. Mais informações veja White-lipped snail.
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Abelha operária trabalhando. Foto: Hussy.–
Abelha-operária ou obreira’, responsável pela produção do mel e da cera, pela construção dos favos. Coleta e transporta néctar, pólen e água. Fornece a alimentação da rainha e das larvas e trabalha na defesa da colmeia. Seus tarsos são modificados para acomodar o pólen coletado nas flores e transportado até as colmeias. Também são conhecidas pelos nomes de abelha-campeadora, abelha-neutra, abelha-operária e mula. Informação da Wikipedia.
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Mangueira em flor.–
É com muito pesar que vejo uma a uma as grandes mangueiras do meu bairro irem desaparecendo… Onde moro perdemos pelo menos 4 grandes mangueiras com mais de 50 anos cada à custa da valorização dos imóveis no Rio de Janeiro. Por trás do edifício onde moro havia duas casas com duas grandes mangueiras, Elas deveriam ter pelo menos uns 10m de altura. Robustas e saudáveis. Mas às cinco da manhã todos os dias, vinha uma pessoa, moradora da casa e “regava” as mangueiras. Elas definharam e morreram e assim eles puderam receber a permissão de retirá-las do terreno. As duas casas que eram de um único andar ganharam 2 andares cada e foram colocadas à venda pelo preço de um pequeno palácio na Europa. Venderam. Porque o bairro ficou na moda. Perdemos muito sem ela. E os morcegos que antigamente nos deixavam em paz, agora entram nos apartamentos como o meu à procura de comida. Não podemos deixar nenhuma fruta fora da geladeira, que eles invadem, mesmo quando ainda estamos com as luzes de casa acesas.
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A minha rua residencial, de um único quarteirão, tinha, faz uns dez anos, sete grandes mangueiras. Neste mês de agosto, para dar mais espaço à uma escola, foi-se a penúltima. Agora resta uma única mangueira. A que vemos na foto acima nasce ao longo de um pequeno riacho e é provavel que sobreviva, já que está nos fundos dos terrenos da minha rua e dos terrenos do quarteirão seguinte.
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Esta é a foto da mangueira que foi retirada este ano, pela escolinha para crianças de 2 a 6 anos. Tirei esta foto, sem saber de seu destino, talvez umas duas semanas antes da matança. Ela estava em flor, pois afinal as mangueiras aqui no Rio de Janeiro florescem no inverno.
Não sei se é porque sou completamente apaixonada por mangas, principalmente pelas Carlotinhas, que sinto tanta tristeza ao relatar essas perdas. Mas precisamos acordar. Não vai ser retirando nossas árvores que vamos ter qualidade de vida, que já anda tão escassa no Rio de Janeiro.
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Camarão arlequim, Foto: Chicago Now–
O camarão arlequim [Odontodactylus scyllarus] é natural do oceano Indo-Pacífico. Este é um dos mais coloridos camarões assim como um dos maiores, chegando a 18 cm de comprimento. É um camarão muito agressivo chegando a quebrar, com seu ataque, vidros de aquários. Para mais informações veja: Odontodactylus scyllarus.
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Peixe Mandarim. Foto: Life of Sea.–
O peixe-mandarim (Synchiropus splendidus) vive na água salgada em lugares de clima tropical. Mede de 6 a 10 centímetros de comprimento. Vive escondido em fendas nos recifes de coral e alimenta-se de pequenos animais marinhos que passam próximo de seu esconderijo; também come pequenas quantidades de algas e outros flocos que possam lhe servir de alimento. Vive no Pacífico.