Paisagem
Ubirajara Ribeiro (Brasil, 1930-2002)
aquarela sobre papel, 12 x 17 cm
Pássaros, 1982
Hugo Adami (Brasil, 1899-1999)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Montanhas e lagos
Edson Lima (Brasil,1936-2001)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Paisagem
Ubirajara Ribeiro (Brasil, 1930-2002)
aquarela sobre papel, 12 x 17 cm
Pássaros, 1982
Hugo Adami (Brasil, 1899-1999)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Montanhas e lagos
Edson Lima (Brasil,1936-2001)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Vinhedo vermelho em Arles, 1888
Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)
óleo sobre tela
Museu Pushkin de Belas Artes, Moscou
Dizer que van Gogh vendeu um único quadro em vida é sempre assunto de debate. Talvez tenha vendido apenas um, o quadro acima, para alguém que não pertencia ao mundo das artes. Porque van Gogh certamente trocou muitas de suas obras com outros artistas de sua época e seu tio, que era um galerista, encomendou algumas obras a van Gogh, para lhe dar uma ajuda.
No entanto, Vinhedos vermelhos em Arles, foi vendido para uma artista Anna Boch. Dois anos depois da compra, esta tela fez sua primeira aparição pública. Em 1890, foi uma das telas fazendo parte da exposição anual do grupo de artistas belgas, que se denominavam OS VINTE [Les XX]. Anna era um dos membros do grupo. Em 1888, mesmo ano em que van Gogh pintou o quadro Vinhedos vermelhos, ele também pintou o retrato do irmão de Anna, Eugène Boch.
Eugène Boch, 1888
Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)
óleo sobre tela, 60 x 45 cm
Museu d’Orsay
Eventualmente Vinhedos vermelhos em Arles foi vendido por uma galeria de arte em Paris para o colecionador Ivan Morozov cuja coleção foi nacionalizada durante a Revolução Bolchevista, e as obras divididas entre dois museus: Hermitage e Pushkin.
Retrato de Ivan Morozov, 1910
Valentin Aleksandrovich Serov (Rússia, 1865-1911)
óleo sobre tela
Galeria Tretiakov, Moscou

Floral, 2017
DAVI [Dagoberto Victor de Lima] (Brasil, 1954-2018)
óleo sobre tela, 45 x 80 cm
Flores, 2009
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 60 x 100cm
Igreja Nossa Senhora do Brasil, Urca
Felisberto Ranzini (Itália-Brasil, 1881-1976)
aquarela sobre papel, 50 x 34 cm
Leitora no jardim, final da década de 1960
Cesare Peruzzi (Itália, 1894-1995)
óleo sobre tela, 33 x42 cm
Januário dos Santos Sabino
Quando o sol já no poente
Perde o brilho, a cor desmaia
E louca vaga gemente
Se desenrola na praia;
Quando alegre o coleirinho,
No galho da pitangueira,
Trina à beira do seu ninho
Doce canção feiticeira;
Quando a flor n’haste pendida,
Mais grato perfume exala,
E a natureza sentida
Como que, cantando fala:
Eu sinto, minha alma então
Divagar na imensidade
Dos cismares da paixão,
Levada pela saudade;
Lembra-me o tempo encantado,
Que eu a teu lado passei…
Ah!… com então enlevado,
No teu amor me inspirei!
Minha vida que então era,
Arruinado jardim,
Transformou-se em primavera,
Teve rosas e jasmim;
E as ondas procelosas,
Do mar de minha existência,
Se acalmaram bonançosas,
Ao teu sorrir de inocência;
Mas agora, — ave sem ninho,
A doudejar no deserto,
Cego em busca do caminho,
Com passo tardio e incerto;
Lembrando esse momento,
De tão venturosa idade,
Só encontro um sentimento,
Uma palavra – saudade!
Revista O Cysne, ano I, nª 1, 1864
Januário dos Santos Sabino (Brasil, 1836?- 1900)
Natureza Morta, 1956
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Flores e fruto
Gladys Maldaun (Brasil, 1941)
aquarela sobre papel, 56 x 38 cm
Lendo na sacada
Bruce Yardley (Inglaterra, 1962)
óleo sobre tela
Luiz Felipe Pondé
Em: Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e Imperfectibilidade, Luiz Felipe Pondé, edição kindle.