Paisagens brasileiras…

31 03 2024

Paisagem

Ubirajara Ribeiro (Brasil, 1930-2002)

aquarela sobre papel, 12 x 17 cm

 

 

Pássaros, 1982

Hugo Adami (Brasil, 1899-1999)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

 

 

 

Montanhas e lagos

Edson Lima (Brasil,1936-2001)

óleo sobre tela, 50 x 70 cm





Em casa: Maria Folger

31 03 2024

Pratos sujos

Maria Folger (EUA, contemporânea)

acrílica sobre tela, 119 x 149 cm





O único quadro vendido por Van Gogh?

30 03 2024

Vinhedo vermelho em Arles, 1888

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela

Museu Pushkin de Belas Artes, Moscou

 

 

 

Dizer que van Gogh vendeu um único quadro em vida é sempre assunto de debate.  Talvez tenha vendido apenas um, o quadro acima, para alguém que não pertencia ao mundo das artes.  Porque van Gogh certamente trocou muitas de suas obras com outros artistas de sua época e seu tio, que era um galerista, encomendou algumas obras a van Gogh, para lhe dar uma ajuda.

No entanto, Vinhedos vermelhos em Arles, foi vendido para uma artista Anna Boch.  Dois anos depois da compra, esta tela fez sua primeira aparição pública.   Em 1890, foi uma das telas fazendo parte da exposição anual do grupo de artistas belgas, que se denominavam OS VINTE [Les XX].  Anna era um dos membros do grupo.  Em 1888, mesmo ano em que van Gogh pintou o quadro Vinhedos vermelhos, ele também pintou o retrato do irmão de Anna, Eugène Boch.

 

 

 

Eugène Boch, 1888

Vincent van Gogh (Holanda,1853-1890)

óleo sobre tela, 60 x 45 cm

Museu d’Orsay

Eventualmente Vinhedos vermelhos em Arles foi vendido por uma galeria de arte em Paris para o colecionador Ivan Morozov cuja coleção foi nacionalizada durante a Revolução Bolchevista, e as obras divididas entre dois museus: Hermitage e Pushkin.

 

 

 

Retrato de Ivan Morozov, 1910

Valentin Aleksandrovich Serov (Rússia, 1865-1911)

óleo sobre tela

Galeria Tretiakov, Moscou





Flores para um sábado perfeito!

30 03 2024

Floral, 2017

DAVI [Dagoberto Victor de Lima] (Brasil, 1954-2018)

óleo sobre tela, 45 x 80 cm

 

 

 

Flores, 2009

Jorge Maciel (Brasil, 1972)

óleo sobre tela,  60 x 100cm





Rio de sol, de céu, de mar…

29 03 2024

Igreja Nossa Senhora do Brasil, Urca

Felisberto Ranzini (Itália-Brasil, 1881-1976)

aquarela sobre papel, 50 x 34 cm





Saudade, poesia de Januário dos Santos Sabino

28 03 2024

Leitora no jardim, final da década de 1960

Cesare Peruzzi (Itália, 1894-1995)

óleo sobre tela, 33 x42 cm

 

 

Saudade

 

Januário dos Santos Sabino

 

Quando o sol já no poente

Perde o brilho, a cor desmaia

E louca vaga gemente

Se desenrola na praia;

 

Quando alegre o coleirinho,

No galho da pitangueira,

Trina à beira do seu ninho

Doce canção feiticeira;

 

Quando a flor n’haste pendida,

Mais grato perfume exala,

E a natureza sentida

Como que, cantando fala:

 

Eu sinto, minha alma então

Divagar na imensidade

Dos cismares da paixão,

Levada pela saudade;

 

Lembra-me o tempo encantado,

Que eu a teu lado passei…

Ah!… com então enlevado,

No teu amor me inspirei!

 

Minha vida que então era,

Arruinado jardim,

Transformou-se em primavera,

Teve rosas e jasmim;

 

E as ondas procelosas,

Do mar de minha existência,

Se acalmaram bonançosas,

Ao teu sorrir de inocência;

 

Mas agora, — ave sem ninho,

A doudejar no deserto,

Cego em busca do caminho,

Com passo tardio e incerto;

 

Lembrando esse momento,

De tão venturosa idade,

Só encontro um sentimento,

Uma palavra – saudade!

 

Revista O Cysne, ano I, nª 1, 1864

 

Januário dos Santos Sabino (Brasil, 1836?- 1900)





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

27 03 2024

Natureza Morta, 1956

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm

 

 

 

 

Flores e fruto

Gladys Maldaun (Brasil, 1941)

aquarela sobre papel, 56 x 38 cm





Imagem de leitura: Zhaofeng Ye

27 03 2024

A era do consumo, 2023

Zhaofeng Ye, (China, 1996)

óleo sobre tela, 140 × 170 cm





Sublinhando…

26 03 2024

Lendo na sacada

Bruce Yardley (Inglaterra, 1962)

óleo sobre tela

 

 

“Viajar em si mesmo o tempo inteiro, achando que vai encontrar alguma coisa em si mesmo, que vai resolver tudo, é uma ilusão.”

 

 

 Luiz Felipe Pondé

Em: Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e Imperfectibilidade, Luiz Felipe Pondé, edição kindle.





Nossas cidades: Curitiba

26 03 2024

Solar do Rosário, Curitiba

Ruben Esmanhotto (Brasil, 1954-2015)