Manoel Santiago (Brasil, 1897-1987)
óleo sobre madeira, 37 x 45 cm
Noite de autógrafos, ilustração de J. Frederick, para Collier’s Magazine, década de 1950.
Caso você seja amigo do autor, não deixe de prestigiá-lo. Não é obrigatório comprar um livro; sua presença é o mais importante.
Caso compre o livro, espere na fila pelo autógrafo, como os demais. Não importa sua intimidade com o autor.
Não compre livros para ‘apenas’ dez amigos que não puderam comparecer e nem peça para que sejam autografados. Use o bom senso.
Estar arrumado é uma atitude de respeito e consideração; respeite os trajes pedidos em convites.
Não fique muito tempo no coquetel após o autógrafo. Vá embora e respeite o provável cansaço do autor.
Em: Sempre, às vezes, nunca – etiqueta e comportamento, Fábio Arruda, São Paulo, Arx: 2003, 8ª edição, p: 127-8.
José Maria de Almeida (Portugal/Brasil 1906-1995)
óleo sobre tela, 39 x 46 cm
Agostinho de Souza (Brasil, 1934)
óleo sobre tela, 44 x 33 cm
Museu de Arte de Goiânia
Mará Bittencourt (Brasil, contemporânea)
acrílica com colagens sobre tela, 70 x 70 cm
Moça com chapéu de palha, Ilustração de Harrison Fisher.
Na vida que vou vivendo,
Muitas coisas aprendi;
E, afinal, fiquei sabendo:
Não posso passar sem ti.
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
[Moïse com Renée]
Moïse Kisling (Polônia/França, 1891-1953)
óleo sobre tela
Nicholas Chistiakov (GB, 1981)
óleo sobre tela 45 x 60 cm
Coleção Particular, GB
Não pare na frente dos outros para ver uma obra. Eles estão apreciando ou lendo a descrição, e você, atrapalhando.
Respeite a faixa no piso, delimitando a distância entre você e as obras.
A ordem nas filas nessas ocasiões é fundamental. Atenção.
Se estiver acompanhado, não queira se exibir dando palestras sobre a exposição ou seu autor. Demonstrações exageradas de cultura são ridículas.
Muitas pessoas preferem admirar a arte em silêncio. Respeito.
Vernissages (abertura de exposições de arte)…
Curiosidade:
A origem do termo vernissage vem do século passado [séc. XIX] quando os artistas boêmios, ao terminar uma obra com verniz, convidavam os amigos para apreciá-la degustando um vinho.
Em: Sempre, às vezes, nunca – etiqueta e comportamento, Fábio Arruda, São Paulo, Arx: 2003, 8ª edição, p: 127.
Angélica Kauffmann (Suíça, 1741-1807)
óleo sobre tela, 77 x 63 cm
Hermitage, São Petersburgo