Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Clóvis Péscio (Brasil, 1951)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Meia fujona, ilustração.
Meus achados e perdidos
trazem de volta passados
que imaginava esquecidos
e, até, talvez… sepultados.
(João Freire Filho)
Retrato da mãe do pintor, 1902
Franz Marc (Alemanha, 1880-1916)
óleo sobre tela, 98 x 69 cm
Lenbachhaus, Munique
Flores no jardim, clívia e gerânio, 1911
August Macke (Alemanha, 1887-1914)
óleo sobre tela, 90 x 71 cm
Lenbachhaus, Munique
Leonid Afremov (Bielorússia/Israel, 1955)
óleo sobre tela
Ilustração de Joseph B. Platt, Revista House and Garden, março de 1925.
Afonso Louzada
Artista jardineiro, enamorado
do encanto policrômico das cores,
em meu jardim plantei todas as flores
a que dei meu amor mais desvelado:
rosas de um rubro vivo, das mil dores
do acicate cruento do pecado;
lírios de um branco puro, imaculado,
da virginal pureza dos amores.
E sob o meu carinho, todo dia,
como nenhum outro jamais faria,
tudo medrou, cresceu, floriu, enfim.
Só vós que sois das flores a princesa,
entre rosas e lírios, com certeza
não quisestes florir no meu jardim.
Em: Templo Abandonado, Afonso Louzada, Rio de Janeiro, Imprensa Nacional: 1945, p. 31
Restaurante-jardim, 1912
Augusto Macke (Alemanha, 1887-1914)
Óleo sobre tela, 81 x 105 cm
Kunstmuseum Berna, Suíça
Alexandre Reider (Brasil, 1973)
óleo sobre tela, 20 x 24 cm
Alfredo Volpi (Itália/Brasil, 1896-1988)
óleo sobre cartão, 34 x 26 cm
Paisagem serrana com estradinha
Benedito Luizi (Brasil, 1933)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
Bruno Bronislaw Lechowski (Polônia/Brasil, 1887–1941)
óleo sobre tela
Rubens Bustamante Sá (Brasil, 1907-1988)
óleo sobre madeira, 25 x 20 cm
Ipê amarelo com Baía de Guanabara ao fundo, 1946
Francisco Coculilo (Brasil, 1895-1945)
óleo sobre tela, 44 x 38 cm
Edson Lima (Brasil, 1936-2000)
óleo sobre tela, 50 x 67 cm
Fang [Fang Chen-Kong] (China/Brasil, 1931)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Fúlvio Pennacchi (Brasil, 1905-1992)
técnica mista sobre placa de pedra, 44 x 28 cm
Gonçalo Ivo (Brasil, 1924)
óleo sobre tela, 35 x 24 cm
Ricardo Schulz (Brasil, 1931-2015)
óleo sobre tela, 35 x 24 cm
Beto Candia (Brasil, contemporâneo)
aquarela e bico de pena sobre papel
Ilustração de Britta Barlow, Revista Good Housekeeping, maio de 1927.
Olavo Bilac
Quem planta uma árvore enriquece
A terra, mãe piedosa e boa:
E a terra aos homens agradece,
A mãe os filhos abençoa.
A árvore, alçando o colo, cheio
De seiva forte e de esplendor
Deixa cair do verde seio,
A flor e o fruto, a sombra e o amor.
Crescei, crescei na grande festa
Da luz, de aroma e da bondade,
Árvores, glória da floresta!
Árvores vida da cidade!
Crescei, crescei sobre os caminhos,
Árvores belas, maternais,
Dando morada aos passarinhos,
Dando alimento aos animais!
Outros verão os vossos pomos:
Se hoje sois fracas e crianças,
Nós, esperanças também somos
Plantamos outras esperanças!
Para o futuro trabalhamos:
Pois, no porvir, novos irmãos,
Hão de cantar sob estes ramos,
E bendizer as nossas mãos!
-x-
Este poema foi musicado pelo maestro Francisco Braga.
Em: Apologia da árvore, Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973, p. 137.












