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Cartão de Natal da Polônia, década de 1960.
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Que o bom menino Jesus
Em sua visita anual
Traga aos lares paz e luz
Pelo menos no Natal!
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(Maria Odete Souto Pereira)
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Cartão de Natal da Polônia, década de 1960.–
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Que o bom menino Jesus
Em sua visita anual
Traga aos lares paz e luz
Pelo menos no Natal!
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(Maria Odete Souto Pereira)
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Victòria Tubau ( Espanha, 1959)
óleo
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Vicòria Tubau nasceu na Catalunha na Espanha, em 1959. É pintora, e também trabalha nas artes gráficas como ilustradora. Para mais informações visite o seu portal.
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Sagrada Família sob uma palmeira, 1508, tondo
Rafael Sanzio de Urbino, (Itália, 1483-1520)
tondo, óleo
The Edinburgh National Gallery, Escócia
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[Nota: Tondo é uma palavra da Renascença Italiana, que quer dizer uma obra de arte em forma circular, quer seja uma pintura ou uma escultura. Na história da arte manteve-se esse nome em quase todas as línguas com o mesmo significado: inglês, francês, alemão, etc. No Brasil, no entanto, talvez por não termos muitas obras do período renascentista, a palavra tondo é raramente usada e uma obra de arte redonda, em geral posterior, é com frequência chamada de medalhão. ]
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Walmir Ayala
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Se não nascesses
como cerraríamos tranquilamente os olhos
no lençol do tempo?
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Se não nascesses
como entender a noite com seus fantasmas e seus doces
perfumes,
como entender a insônia?
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Se não nascesses
como aceitar o aceno ardente dos mortos,
seus olhos de saudade em nossos olhos
de espanto?
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Se não nascesses
onde encontrar ainda forças para o canto?
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Novembro de 1963
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Pintarroxo, década de 1990–
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O pintarroxo, pássaro comum na Europa, no norte da África e ao oeste da Ásia, talvez seja o pássaro com maior participação nas representações do espírito natalino, no hemisfério norte. Seu equivalênte na América do Norte, o Robin Americano, marca presença até os dias de hoje.
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Ora aparece em grupos, ora sozinho. Quase sempre piando, cantando, feliz da vida, pousado num galho de azevinho coberto de neve.
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Cartão postal de Natal de 1913, com pintarroxos na cerca nevada.–
Sempre aparecem com o peito estufado deixando aparente a plumagem avermelhada característica da espécie.
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É representado repolhudo, com a plumagem eriçada, como os pássaros fazem para se esquentar no frio.
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Cartão de Natal, EUA.–
Cartão postal de Natal, Inglaterra.–
Cartão postal de Natal, EUA.–
Cartão de Natal, década de 1970: pintarroxo na paisagem.–
Cartão postal de Natal, décadas de 1920-30 , período Art Deco, EUA.–
Pintarroxos do peito vermelho em vôo. Cartão postal de Natal, 1930.–
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Cartão de Natal, final do século XX, EUA.–
Cartão de Natal com pintarroxo num tronco, neve e azevinho, EUA.
Sete pintarroxos em galho coberto de neve, cartão de Natal, por A.F. Lydon.Pintarroxos são também os pássaros que se apresentam, na época de Natal, personificados, ou seja, agindo de maneira como dos homens: trazendo cartas como carteiro, segurando velas, passeando com carrinho de bebê, como mostram as fotos a seguir.
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Vestidos de carteiros, eles vêm entregar à janela os desejos de um Feliz Natal.–
Uma família de pintarroxos passeia, empurrando o carrinho com dois bebês pintarroxos, na neve, Inglaterra.
“Que toda a alegria possa iluminar as horas do seu Natal!” [acredito que seja da Inglaterra]–
O bom pintarroxo, cartão de Natal da época Vitoriana, com mendigos, Inglaterra.–
Pintarroxos com roupinhas de humanos, se alimentando na neve. França, década de 1970.–
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Como vocês sabem, há anos coloco aqui listas dos livros para leitura. Tanto para adultos como para jovens adultos ou adolescentes, as listas publicadas têm público certo e fiel. Tenho minhas próprias indicações para este ano. Mas, como em todos os outros anos, leitores sempre acabam sugerindo livros que me escaparam… Assim, vou avisar: publicarei do dia 4 de dezembro para o dia 5 — depende de quando eu puder acabar a postagem, uma lista dos livros mais recentes para adolescentes e gostaria muito que os leitores que já aprovaram algum livro, que têm certeza que esse livro seria apreciado por outros adolescentes ou jovens adultos, colocassem aqui as suas preferências. Assim teremos uma lista não só do que eu acho ser uma leitura interessante mas também daquela com o selo de aprovação do leitor.
Podem começar, exemplos :
1 — Mmnmklksm, autor Pljpoms
2 — Jnlisn Mioms mnjjso wedmk, de Blomtrsb
Todos agradecem desde já. Eu e os outros leitores…
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Gregório José
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A história passa-se perto de uma aldeia de Vesges, numa casa isolada, próximo de uma floresta de pinheiros.
— Papá, perguntou Jean Lou, quando acordou – Quero uma árvore de Natal. Os meus amigos da aldeia vão todos ter uma.
–Mas tu não tens necessidade de uma árvore de Natal, respondeu-lhe o pai. – Há tantas em volta da casa.
— Não árvores de Natal, são pinheiros.
— É a mesma coisa.
Oh, não, não era a mesma coisa, pensou o filho. Para um pinheiro se tornar uma árvore de Natal, é preciso que se ilumine, e que tenha prendas para os meninos!
Jean Lou sentiu o coração encher-se de desgosto. A mamã tinha morrido na Primavera, e op ai, sozinho com dois filhos, não substituía a sua ternura. Mas Jean não perdera de todo a esperança e perguntou ao irmão mais velho, Lucien, — O que é preciso para ter uma árvore de Natal.
Ora os pintarroxos, essas avezinhas simpáticas de babete vermelho, vão próximo das casas, não têm medo das pessoas, mas vivem sempre isoladas. Jean Lou entrou em casa, colou o rosto contra o vidro da janela e observou atentamente a estrada. Era o entardecer. Um pintarroxo pousou nela, de seguida um outro sobre um arbusto. O coração do menino saltou acelerado, enquanto via um terceiro pousar sobre um tufo de ervas.
— Um, dois, três… contou o rapazinho.
— Vejo-os, vejo os três pintarroxos, vou ter a minha árvore de Natal!
Precipitou-se de encontro a Lucien, que regressava do campo: — Vou ter minha árvore de Natal!
— Mas que se passa? Admirou-se Lucien, que tinha esquecido a brincadeira.
— Vi três pintarroxos juntos!
— Juntos? Uns ao lado dos outros?
— Não. Um na estrada, outro num arbusto e outro sobre a relva. Mas vi-os ao mesmo tempo. Vou ter a minha árvore de Natal?
— Sem dúvida, prometeu o irmão, perante tanta alegria. Mas como?
Lucien bem gostaria de dar essa alegria ao seu irmãozinho, mas como encontrar uma verdadeira árvore de Natal?
Após o jantar, Lucien foi dar um passeio, procurando uma idéia. Pinheiros não faltavam.. e quando acariciava um dos mais bonitos, a percebeu-se de um suave murmúrio: “eu farei uma bonita árvore de Natal, se tu quiseres…”
— Não posso levar-te para casa.
— Trarás o teu irmão junto de mim.
— Mas… falta-te tudo, para seres uma árvore de Natal.
— Podemos encontrar tudo aqui. Tenho amigos, a neve, a geada, as corujas, os silvados, a lua, o céu e até mesmo as aranhas, que estão escondidas no celeiro. Os meus amigos poderão ajudar-te, não queres?
Então a neve disse: “Tornarei branco o pinheiro, como se fosse de arminho”; a geada pronunciou: “Fá-lo-ei brilhar como se estivesse salpicado de diamantes”; os silvados: “Nós temos bonitas bagas vermelhas”; as corujas prometeram dissimularem-se nas ramagens e abrindo e fechando os olhos brilhantes, substituírem as lâmpadas elétricas.
O céu oferecia as estrelas, para enfeitar as pontas dos ramos, e a Lua estenderia os seus raios brilhantes, para colorir as pinhas e os brinquedos de madeira que Jean teria.
Lucien regressou a casa, contentíssimo. Mas de repente, pensou que se tinha esquecido das aranhas. Que poderiam elas oferecer? Foi ao celeiro.
— Fizeste bem em vir, disseram elas, poderemos tornar a árvore verdadeiramente bela. Lançaremos fios de alto a baixo, e a envolveremos numa rede de renda.
— Mas os vossos fios são escuros e tristes?!?!
— Não. A geada prateará os nossos fios, verás.
A noite de Natal chegou.
O pai tinha comprado um lindo bolo. Jantaram e deitaram-se. Assim que pressentiram que o pai dormia, Lucien agasalhou muito bem o irmão e saíram silenciosamente.
Ao dobrar a esquina da estrada, Jean parou fascinado. A Árvore de Natal estava ali, grande e tão bem enfeitada que nada poderia haver de mais belo.
Os ramos cintilavam. Longos fios prateados envolviam-na e as corujas escondidas abriam e fechavam os olhos alternadamente.
Jean nem se preocupava com os brinquedos, pendurados pelo irmão: um pífaro feito de um junco, animais feitos à faca, um cachimbo e misteriosos saquinhos com berlindes, bonbons e outras coisas.
A Lua dava um tom dourado a tudo. As estrelas cintilavam docemente nas extremidades dos ramos, enquanto ao longe, o som mavioso dos sinos subia e chegava até eles.
Foi assim que Jean, o menino órfão de mãe, pode ter, para ele só nessa noite, a mais linda árvore de Natal.
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Tradução do livro Les Contes de Perrette
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Em: Comércio do Seixal e Sesimbra, Semanário, 17 de dezembro de 2010, Ano IV, nº 129
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Deus na terra… Eis o Natal!
Repicam sinos… Festanças…
Feriado nacional
no coração das crianças!
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( J. G. de Araújo Jorge)
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Camilo Mori Serrano ( Chile, 1896-1973)
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Mallarmé (1842-1898)
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Cartão de Natal dos Estados Unidos, com a pomba da paz.–
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Volto a postar — a primeira vez em 2011 — belas imagens de cartões de Natal, que foram recolhidas ao longo do ano. Na organização dessas imagens percebi que os cartões de Natal brasileiros, atuais, em sua grande maioria se restringem ou à imagem da Natividade ou à figura de Papai Noel. Ambas são imagens apropriadas para a época que revelam duas facetas dessa festa. No entanto, há outras tradições que na migração para o Brasil se perderam. Dentre elas está a associação de pássaros ao Natal. Pelo menos quando consideramos o desejo de um Feliz Natal.
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Cartão postal comemorando a passagem de 1910 para 1911.–
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Muitas das tradições natalinas européias puderam se adaptar melhor aos países do Novo Mundo que tinham climas semelhantes na época do Natal. Assim, muito da imaginária representando neve, frio, inverno, tão familiar aos imigrantes da Polônia, Alemanha, Rússia, França, Irlanda, Inglaterra, e até mesmo aqueles do norte da Itália pode ser transposta sem problema de adaptação para a América do Norte: tanto Canadá como Estados Unidos.
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Mas é curioso imaginar que as imagens relacionadas ao Natal com tantos elementos que são abundantes no Brasil: pássaros, a flor bico de papagaio — que é originalmente do México e simboliza o Natal lá fora – [poinsettia], não fizeram parte da nossa imagística natalina. A própria Poinsettia só entrou no nosso Natal, via EUA. Quando os brasileiros começaram a viajar mais para lá e descobrir que essas plantas fazem parte da decoração de qualquer lugar — casa ou instituição do governo, restaurante, hotel, e todo tipo de loja.
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Cartão de Natal, americano, com trocadilho Cheery (alegre) também é associado ao ruido dos pássaros.A tradição de pássaros na representação do Natal reverte à mesma necessidade de re-nascença que o espírito de Natal evoca. Já na época anterior ao nascimento do Menino Jesus, havia celebrações na Europa no solstício de inverno quando símbolos da vinda da primavera eram trazidos para dentro de casa — daí a árvore de Natal, feita de um pinheiro, que é uma árvore que não perde as folhas no inverno. O seu tom verde lembrava a primavera. E o pássaro, que sobrevive na neve é uma lembrança perfeita dessa re-nascença.
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Cartão de Natal russo com pássaros na neve.–
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Outro caso semelhante ao da poinsettia foi o do pinguim, um pássaro natural do hemisfério sul, que só entrou no vocabulário imagístico do Natal, através de cartões estrangeiros, vindos não só dos Estados Unidos como da Rússia. Associado ao gelo, ele teria sido perfeito para fazer parte primeiro do nosso Natal. Mas chegou aqui via hemisfério norte, onde ele não habita. Que interessante!
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Cartão de Natla da Escandinávia.–
Cartão de Natal, EUA.–
Há duas aves comumente associadas ao Natal que devem sua participação nessa festa através do folclore inglês. Elas são o ganso e a perdiz. O ganso natalino [ que é sempre gordo] parece ter origem na obra de Charles Dickens ” A Christmas Carol” [ Um Canto de Natal] de 1843. Esse ganso de Natal continua a aparecer em cartões recentres com desejos de felicidades, fora mesmo da Grã-Bretanha. É uma das imagens mais comuns nos Estados Unidos.
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Cartão de Natal, século XXI, EUA.–
Mais tradicional do que o ganso, e muito mais popular é a perdiz, em geral representada numa pereira, com frutos. A razão é a letra da música de Natal, folclórica, The Twelve Days of Christmas [ Os doze dias de Natal ], cujo refrão, é “my true love sent to me, a partridge in a pear tree” [meu verdadeiro amor me mandou, uma perdiz numa pereira.]Acredita-se que essa canção, que seria cantada do dia 24 de dezembro à véspera do Dia de Reis, tenha tido sua origem na França, mas sua popularidade na Inglaterra deve-se à tradução publicada em inglês pela primeira vez em 1780, fazendo sucesso desde então. É uma parlenda, em que se enumera itens sempre repetindo os itens anteriores à medida que a música aumenta de tamanho.
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Cartão de Natal, inglês com a perdiz numa pereira.–
No hemisfério norte, um dos poucos pássaros que não migra para o sul na época do inverno é o cardeal, que está entre os símbolos do Natal favoritos dos artistas gráficos. Suas penas de um rico e brilhante vermelho servem de ponto de contraste com o verde dos pinheiros e os planos brancos da neve. Aliás é bom lembrar sempre que Natal com neve não é tão comum assim nos Estados Unidos, e nem mesmo na Europa ocidental. O Natal é muito cedo na estação do inverno para ser coberto de neve como o caracterizamos. É frio sim, mas grande parte do território americano não tem neve no Natal.
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Cartão de Natal com cardeal, EUA, 1990.–
Cartão de Natal, Canadá.–
Cardeal pousado num ramo de azevinho, cartão de Natal.–
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Há pássaros usados de toda maneira nos cartões de Natal. Daqui por diante farei simplesmente a postagem sem comentários. Há alguns diferentes. Mais um parágrafo só no final.
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Coruja da Neve, EUA.–
Coruja em vôo.–
Pássaros com calendário.–
Pássaros se alimentando.–
Alimentando os pássaros, Escandinávia.–
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Bem, continuarei amanhã com outras postagens de pássaros, muito interessantes. É bom para entrarmos no espírito da estação, não é mesmo? Até.
Natal na cidade, ilustração Tasha Tudor (EUA, 1915-2008).–
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Na matriz dobram os sinos,
acompanhando o coral;
na alegria dos meninos
todos cantam o Natal.
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(Antônio Seixas)