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Ilustração Gaston Maréchaux, 1918.
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É Inverno … mas, que importa ?
Estou sempre à tua espera.
Quando chegas e abro a porta,
entra junto a Primavera…
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(Déspina Athanásio Perusso)
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Ilustração Gaston Maréchaux, 1918.–
É Inverno … mas, que importa ?
Estou sempre à tua espera.
Quando chegas e abro a porta,
entra junto a Primavera…
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(Déspina Athanásio Perusso)
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Luís Pimentel
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A vida dá muitas voltas
e volta sempre ao começo.
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Nos mostrando em cada volta
seus passos e seus tropeços.
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A vida é maré revolta.
A morte é que vem de berço.
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Em: O calcanhar de Aquiles, Luís Pimentel, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil: 2004
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Ilustração, “Pensamentos distantes”, Jonathan Green. www.jonathangreenstudios.com–
Há tempo de flor… de espinho…
Tempo de ouvir… de falar…
Tempo de dar um tempinho…
Tempo.. de o tempo matar!
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(Dirce Davenia Guayato)
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Capa da revista Fruit & Garden, década 1910.–
Um pássaro engaiolado
qualquer maldade suplanta.
Pois ele foi condenado,
simplesmente porque canta!
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(Hildemar de Araújo Costa)
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Dia dos Pais, eu desejo
que seja um dia de brilhos,
que a brisa leve o meu beijo
a cada pai e seus filhos!
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(Delcy Canalles)
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Pateta vira pintor, ilustração Walt Disney.–
O bom pintor, quando pinta
para dar vida à aquarela,
põe mais amor do que tinta
no sentimento da tela.
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(José Lucas de Barros)
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Cartão postal com ilustração de Margret Boriss.–
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Bastos Tigre
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— Mamãe! Que chuvinha enjoada!
Me deixou toda molhada,
Sapato, roupa e chapéu!
Não serve mesmo pra nada
Esta água que cai do céu…
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— Não digas tal, minha filha:
A chuva é uma maravilha
Pois ela molhando o chão,
Faz crescer a couve, a ervilha,
O arroz, o milho, o feijão.
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A chuva, molhando a terra,
Cobre de flores a serra,
Amadurece o pomar,
E a semente que se enterra
A chuva é que faz brotar.
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Por isso é que a chuva é boa
E a terra seca a abençoa…
— Sim, Mamãe, compreendo bem.
Mas por que é que a chuva, à toa,
Cai nas calçadas também?
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Em: Antologia Poética de Bastos Tigre, Bastos Tigre, 2 volumes, Rio de Janeiro, Francisco Alves: 1982, 1º volume, p. 241.
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Monica faz justiça, ilustração de Maurício de Sousa.–
Neste mundo de cobiça,
o criminoso se esquece
que embora falhe a justiça,
sempre a verdade aparece.
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(Simeão Cohen)
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Aurélio d’Alincourt (Brasil, 1919-1990)
óleo sobre madeira, 46 x 38 cm
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Stella Leonardos
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Penugem de ave pequena.
No corpo fruta macia.
Na pele fresca açucena.
Na vida raiar do dia.
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Raio de luz, ilumina.
E sendo pássaro e planta
É inocência que germina,
É madrugada que canta.
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Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.11
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Ilustração Girls’ Romances, Publicado por Arleigh Publishing (DC). Agradeço à leitora Luiza por ter me mandado a identificação desse desenho, como mostra o comentário nessa postagem.–
A lágrima comovida,
que vem de dentro de nós,
é uma palavra sofrida
que chega aos olhos sem voz.
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(Hegel Pontes)