Rikhard-Karl Karlovich Zommer (Alemanha, 1866-1939)
óleo sobre tela, 52 x 93 cm
À caravana, que de longe vem
Cansada, a se arrastar num passo incerto,
As palmeiras do oásis oferecem
Um poema de sombras, no deserto.
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
Rikhard-Karl Karlovich Zommer (Alemanha, 1866-1939)
óleo sobre tela, 52 x 93 cm
À caravana, que de longe vem
Cansada, a se arrastar num passo incerto,
As palmeiras do oásis oferecem
Um poema de sombras, no deserto.
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
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Professor Pardal pronto para decolar, © Walt Disney
Pra que foguete, pra quê?
Pra ir à lua distante?
Eu, quando beijo você,
não subo aos céus num instante?
(Wilson Montemór)
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Chico Bento tirou 7, ©Maurício de Sousa.
“Amor no plural amores…”
Dizem aí… Não há tal!
Enganam-se os professores,
porque amor não tem plural.
(Antonio Sales)
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Piteco pensando na vida © Maurício de Sousa
Da vida ao brando balanço
diz o malandro, folgado:
— Se a morte é mesmo descanso,
prefiro viver cansado.
(Maia D’Athayde)
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Retrato de Monteiro Lobato © Maurício de Sousa.
Tudo sinto na alma, o enlevo
das histórias infantis.
— Lobato, quanto te devo
da minha infância feliz!
(Magdalena Léa)
Na biblioteca há mil sábios
a nosso inteiro dispor.
— Sem sequer mover os lábios,
cada livro é um professor.
(A. A. de Assis)
Meu lenço, na despedida,
Tu não viste em movimento:
Lenço molhado, querida,
não pode agitar-se ao vento
(Carlos Guimarães)
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Ilustração Baskerville, capa da revista Theatre, agosto de 1923.
Longe de ti, meu amor,
morro de tédio e de mágoa,
bem como morre uma flor
posta num vaso sem água.
(Antônio Sales)
–
–
Cascão acorda feliz, ilustração Maurício de Sousa.–
Para viver muitos anos,
Somente existe um segredo:
Comer bem, às horas certas,
Deitar e levantar cedo.
–
(Walter Nieble de Freitas)
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Quando estou em meu terraço,
olhando os astros risonhos,
a Lua atravessa o espaço,
puxando o carro dos sonhos!
(João Lucas de Barros)
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