Yamashita Shintaro (Japão, 1881 – 1966)
óleo sobre tela
Yamashita Shintaro (Japão, 1881 – 1966)
óleo sobre tela
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Maurenice Lopes (Brasil, contemporânea)
Monteiro Prestes (Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela, 60 x 90 cm
Francisco Sanchis Cortés (Espanha, 1969)
óleo sobre tela
“A língua, essa riqueza do homem, e seus usos, essa elaboração da comunidade social, são obras sagradas. Que evoluam com o tempo, se transformem, se esqueçam e renasçam, enquanto por vezes,sua transgressão torna-se fonte de uma fecundidade maior, nada muda o fato de que, para praticar com elas esse direito ao jogo e à mudança, é necessário, previamente, ter lhes declarado plena submissão. Os eleitos da sociedade, esses que o destino isenta das servidões que são o quinhão do pobre, têm, portanto, a dupla missão de adorar e respeitar o esplendor da língua.”
Em: A elegância do ouriço, Muriel Barbery, São Paulo, Cia das Letras:2008, página, 117. [tradução de Rosa Freire d’Aguiar].
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
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Yom Kippur, o dia do perdão, 1919
Jacob Kramer (GB, 1892-1962)
óleo sobre tela
Leeds Art Gallery , Grã Bretanha
Tadashi Kaminagai (Japão, 1899-França, 1982)
óleo sobre tela, 45 x 54 cm
Washington Allston (EUA, 1779-1843)
óleo sobre tela, 77 x 64 cm
Smithsonian Museum of American Art
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Valerie Hardy (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 30 x 25 cm
“Nurit Iscar trabalha esta tarde no livro que está escrevendo por encomenda: Desamarra os nós. Detesta essa coisa. É a encomenda da ex-mulher de um empresário do transporte que durante e depois do seu divórcio viveu alternativas que considera ‘únicas’ e encontrou ‘soluções da alma’ que quer partilhar com os demais. Não sabe o livro que vai escrever quando eu contar a minha vida, disse no dia da entrevista com Nurit, seu suspeitar quantas vezes sua escritora fantasma — e tantos outros escritores — já tinha escutado essa mesma frase ou similares de outras bocas. “Se eu te contar minha vida, você pode escrevê-la e ganhar o Prêmio Clarín”, “Quando eu conto a meus amigos, todos me perguntam por que não escrevo um romance”, Vou lhe contar algo, você anota e já tem seu próximo livro, mais que seu próximo livro: três tomos, no mínimo!” Por que tanta gente acha que sua vida é única e eu acho que a minha é igual à de qualquer um? perguntou-se então e se pergunta de vez em quando Nurit Iscar.”
Em: Betibu, Claudia Piñeiro, Campinas, Verus: 2014, p. 36
Jorge Maciel (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 60 x 100 cm
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