Uma girafa bebê do sexo masculino se aproxima de sua mãe no jardim zoológico de Roma. Ainda sem nome, o filhote será batizado em um concurso que terá seu resultado divulgado no mês de novembro.
Fonte: Terra
Uma girafa bebê do sexo masculino se aproxima de sua mãe no jardim zoológico de Roma. Ainda sem nome, o filhote será batizado em um concurso que terá seu resultado divulgado no mês de novembro.
Fonte: Terra
Um par de filhotes gêmeos de tigre são atendidos no Parque Tropical da Vida Selvagem Hainan, na cidade de Haiko, China.
Filhote de onça-pintada faz sucesso no jardim zoológico da cidade de Bloemfontein, na Africa do Sul.
A espécie é das Américas, mas é na África que um filhote de onça-pintada (Panthera onca), também conhecida como jaguar, vem fazendo sucesso.
A cria é atração do zoológico de Bloemfontein, na África do Sul, onde brinca o dia todo com os adultos, entre muitos “abraços” e lambidas.
Fonte: FOLHA
Suponha que uma bolha de pesticidas ricos em dioxina tenha sido lançada à baía de Monterey. Ela poderia se dispersar rapidamente no Oceano Pacífico. Mas, horas depois, um derramamento de toxinas da mesma dimensão e no mesmo ponto poderia circular perto da costa, representando grave perigo para a vida marinha.
As bravias águas de superfície da baía se movimentam de maneira tão caótica que uma pequena variação de lugar ou horário para uma bolha de petróleo, bóia ou ser humano que entre na água, pode ditar a direção em que será lançada. Como determinar se para o oceano aberto ou rumo à costa?
Mas os resultados não são imprevisíveis. Uma equipe de cientistas que estuda a baía de Monterey desde 2000 descobriu que há uma estrutura que orienta os padrões de dispersão de suas correntes aparentemente aleatórias, e que essa estrutura muda com o tempo.
Com a ajuda de um radar de alta freqüência que acompanha a velocidade e direção das águas, e de computadores capazes de executar milhões de cálculos rapidamente, os cientistas descobriram que um arcabouço oculto determina se os objetos são conduzidos ao oceano ou ficam na baía.
Ao longo dos 10 últimos anos, os cientistas realizaram grandes avanços em sua capacidade de identificar e criar imagens dos mecanismos subjacentes ao fluxo do ar e da água, e de prever a maneira pela qual os objetos se moverão em meio a esses fluxos.
Auxiliados por instrumentos capazes de acompanhar em detalhe o movimento de pacotes de fluidos e por computadores de baixo custo mas capazes de calcular grande volume de dados rapidamente, os cientistas identificaram estruturas ocultas além da baía de Monterey, e essas estruturas explicam por que aviões enfrentam turbulências inesperadas, por que o fluxo de ar em torno de um carro torna arrasto e como o sangue flui dos ventrículos cardíacos.
Em dezembro, a revista Chaos vai publicar os resultados da pesquisa em curso para rastrear os esqueletos que se movem por sob os fluxos complexos, conhecidos como “estruturas coerentes de Lagrange”.
“Houve uma explosão de interesse por esse campo“, disse David Campbell, editor chefe da Chaos, físico e diretor administrativo da Universidade de Boston. “O motivo para que o campo tenha atraído interesse é que os cientistas experimentais agora podem observar o surgimento dessas estruturas”.
Os padrões de fluxo fascinam os pensadores há séculos. No século XVI, Leonardo da Vinci desenhou os vórtices que via nas águas dos rios e os vórtices de sangue que imaginava existir na válvula aórtica. Da mesma maneira que os padrões visíveis de fluxo mudam rapidamente, de forma que escapa à nossa capacidade de prever os objetos neles aprisionados, as estruturas de fluxo ocultas também se movimentam e se alteram ao longo do tempo.
O conceito dessas estruturas surgiu como parte da teoria de sistemas dinâmicos, um ramo da matemática usado para compreender fenômenos complicados que mudam com o tempo. A descoberta de estruturas em ampla gama de casos reais demonstrou que elas desempenham papel chave nos complexos e caóticos fluxos da atmosfera e do oceano.
As estruturas são invisíveis porque em muitos casos existem apenas como linhas divisórias entre porções de um fluxo que se movem em velocidades e em direções diferentes. No oceano, o percurso de uma gota de água em queda de um lado de uma estrutura como essa pode divergir do percurso de gota semelhante do lado oposto; elas tenderão a se afastar cada vez mais, com a passagem do tempo.
“Não se trata de algo que possa ser tocado“, disse Jerrold Marsden, professor de engenharia e matemática no Instituto de Tecnologia da Califórnia, sobre as estruturas. “Mas tampouco se pode defini-las como puras abstrações matemáticas“.
Marsden propõe, como analogia, a linha que divide a porção de uma cidade que foi atingida pelo surto de uma doença daquela que não foi. A linha não é uma rua ou uma cerca, mas ainda assim representa uma barreira física. E, à medida que o surto se expande, a linha muda de posição.
Para localizar as estruturas, os cientistas precisam acompanhar o fluxo mas não pela observação de seu percurso; o necessário é observá-lo da perspectiva das gotículas de água ou moléculas de ar que se movem como parte dele. “É mais ou menos como praticar surfe“, diz Campbell. “É preciso encontrar a onda e se mover com ela“.
Os estudiosos que pesquisam a baía de Monterey identificaram uma estrutura coerente de Lagrange que age como uma crista móvel que separa a região da baía que envia poluentes rumo ao oceano daquela que os reconduz à baía. Eles observaram suas mudanças de posição durante 22 dias, e concluíram que, se computadas em tempo real, essas tendências poderiam ser usadas para determinar janelas de um dia de duração nas quais os poluentes causariam menos danos ao meio ambiente da baía.
Fonte: TERRA
Ipês amarelos, s/d
Clodomiro Amazonas ( Brasil, 1883-1953)
óleo sobre madeira
Coleção Particular
Roquette Pinto
Se estão contentes, se o prazer estúa no coração e a alegria canta n’alma, vão os homens arrancar os ramos e as flores que são as mães delicadas da floresta, para aumentar o gozo; e se estão tristes, se a dor soluça em cada qual, vão igualmente buscar, entre as plantas, guirlandas que sublimem as mágoas irremediáveis.
Assim, continuamente parasitando as árvores, mal se recordam um belo dia , que não lhes dão o carinho de uma grata e filial assistência, a que todas as plantas têm direito.
Parecem-se os homens com as crianças irascíveis que destratam a ama de leite e nunca lhe fazem a esmola de um beijo de ternura e reconhecimento.
E elas, as árvores humildes ou majestosas, indiferentes à maldade humana, continuam a derramar, na sombra, o perdão dos seus algozes; continuam a condensar nos frutos o que dá vida e conforto aos seus tiranos; continuam a salpicar de matizes o céu que cobre o berço dos nossos filhos…
As árvores seguem o seu destino, fazendo viver, alegrando e perdoando!
Paisagem de Brodowski, s/d
Cândido Portinari ( Brasil, 1903-1962)
óleo sobre madeira
Coleçãos Particular
Que poema de amor jamais encontrou o homem primitivo ou o que se requintou na civilização, maior e mais desinteressado do que esse que as folhas entoam quando sopra a viração, como se fossem aqueles mesmos instrumentos de corda que os antigos entregavam aos caprichos do vento para que neles o hálito do Mundo compuzesse as infinitas canções?
Árvores que sois o alimento, a proteção, a riqueza, a alegria ou a tristeza e até mesmo o castigo!
Árvores que transformais o ar para que nós outros possamos respirar; que preparais para nós o azul dos céus, que agitais o meio em que nos encontramos desde o primeiro instante de nossa vida, justo é, abençoadas amigas e protetoras, que um dia vos cerquemos do nosso carinho sem interesse, da nossa festa de amor!
A vida de cada árvore é uma lição de sabedoria, de modéstia e de fé.
Na cova escura em que a escondemos , ou na encosta escalavrada do penhasco, estala uma semente. Brota então daquela humildade, daquela pequenez, toda a glória irrefreável do seu vigor magnífico. E cresce, honesta como nasceu, sem mentir à terra que a sustenta, porque não seria capaz de receber sem dar em troca muito mais do que lhe deram. Vive depois sem queixas e sem batalhas iníquas. As vitórias, nas lutas, são prêmios à paciência, são vitórias do tempo, da força e da persistência. As árvores não fogem à lei eterna do conflito universal. Sempre as ações traem no bojo as reações.
Paisagem do Espírito Santo, 1980
Inimá de Paula ( Brasil, 1918-1999)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Coleção Particular
Mas se a luta animal é feroz e sangrenta, rápida e impiedosa, os combates das árvores são lutas da elegância e da tenacidade, lutas em que o vencedor é mais o tempo do que qualquer dos contendores. As pelejas das plantas são calmas e jeitosas; o senhor da vitória vai mostrando ao antagonista que sua guerra não é como a dos homens — uma explosão de maldades – e sim o cumprimento de uma fatalidade sem pressas que não deprime aos que dela são vítimas, morrendo ou vencendo.
No açodamento da conquista gloriosa foram os nossos avós e os nossos irmãos destruindo por toda parte as florestas, “fazendo ou alargando o deserto” – sem pensar um instante no futuro. Já quase ninguém consegue um pau-brasil, árvore que todos os lares, como símbolo gracioso, deviam ter ao lado. Sendo certo que as nossas grandes essências precisam de séculos para crescer, que pesada herança, nesse particular, nos chegou às mãos!
Serão mais felizes os vindouros, porque hoje a consciência do que às arvores devemos faz-nos cuidar da sua garantia.
Mas não é só a festa desse egoísmo, o que nos traz ao viveiro magnífico do Horto Florestal. É também o sentimento profundamente bom da simpatia pela nossa Natureza individualizada nas árvores.
Nelas contemplamos, não só as nossas doces amigas de bondade sem parelha; vemos também os suportes graciosos dos ninhos do Brasil.
Quando, nas horas da madrugada, começa a despertar a nossa terra, ou quando no crepúsculo da tarde ela se recolhe para adormecer, é dos ramos folhudos das árvores que rompe o hino abençoado das nossas pequeninas irmãs, as avezinhas que nasceram também neste berço de sonhos e amavios.
E quando os vendavais sacodem as frondes magníficas nós nos lembramos, vendo as árvores lutando, que elas agitam à face do infinito, uma porção do solo da nossa querida pátria que pela seiva ascendeu às folhas verdejantes.
Árvores piedosas, tendes o segredo de erguer às nuvens um pouco da terra natal, que lição profunda e delicada sabeis dar aos nossos filhos!
Em: Apologia da árvore, de Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973.
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Edgar Roquette Carneiro de Mendonça Pinto Vieira de Mello (Rio de Janeiro, 1884 — Rio de Janeiro, 1954) Pseudônimos: A. Costa, Carlos Sereno, Luís Ferreira, Roquette-Pinto, Terminal, entre outros. Diplomado em medicina, pesquisador, médico legista, poeta, contista, ensaísta, membro da Academia Brasileira de Letras.
Obras:
O exercício da medicina entre os indígenas da América (1906)
Excursão à região das Lagoas do Rio Grande do Sul (1912)
Guia de antropologia (1915)
Rondônia (1916)
Elementos de mineralogia (1918)
Conceito atual da vida (1920)
Seixos rolados Estudos brasileiros (1927)
Glória sem rumor (1928)
Ensaios de antropologia brasiliana (1933)
Samambaia, contos (1934)
Ensaios brasilianos (1941)
E um grande número de trabalhos científicos, artigos e conferências, publicados de 1908 a 1926, em diferentes revistas e jornais
O Jardim Zoológico de Toronto, no Canadá, realiza um concurso com o objetivo de escolher um nome de batismo para um filhote de gorila recém-nascido na instituição. O pequeno mamífero, um macho, nasceu no último dia 2 de setembro.
O público em geral pode votar pelo endereço eletrônico do zoo ( www. torontozoo.com ) até o próximo dia 13 de novembro. Segundo a instituição, os melhores nomes deverão ser premiados. O nome oficial do gorila será escolhido em 18 de novembro.
Um vulcão pré-histórico em posição horizontal, em vez de vertical, foi encontrado na cadeia montanhosa dos Alpes italianos (Piemonte) e foi qualificado como um caso geológico único no mundo.
Esta raridade da Terra se encontra em Valsesia, no norte da Itália, e foi descoberta por dois cientistas, o italiano Silvano Sinigoi, professor de petrografia na Universidade de Trieste, e o americano James Quick, pró-reitor da Universidade Metodista de Dallas, informaram os meios de comunicação italianos.
Há vinte anos, os dois estudiosos começaram as pesquisas nas rochas da zona e intuíram que ali havia um vulcão fóssil, que esteve ativo há 288 milhões de anos.
Mapa da região de Valsesia.
A confirmação do descobrimento chegou há alguns meses, quando os tipos de material geológico recolhidos pelos cientistas foram analisados pelas máquinas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e de Canberra, na Austrália.
As análises, que se basearam sobre a relação entre o chumbo e o urânio dentro os cristais de zircônio, mostram que todas as rochas do vulcão têm a mesma idade. E em lugar de ser vertical, é horizontal, pois “desabou” quando chocaram as placas tectônicas da Europa e Ásia, há 50 milhões de anos.
Além disso, se descobriu que, há 288 milhões de anos, o vulcão expeliu de 300 a 500 quilômetros cúbicos de material terrestre, que obscureceram o céu e provavelmente mudaram o clima da Terra.
FONTE: Estadão
Lagarto-leopardo [Goniurosaurus catbaensis].
A World Wildlife Fund (WWF), ONG que luta pela proteção da vida selvagem, anunciou nesta sexta-feira a descoberta de 163 novas espécies – incluindo um lagarto leopardo e uma rã com presas – na bacia do rio Mekong, no sudeste da Ásia. Entre os achados, estão 100 novas plantas, 28 peixes, 18 répteis, 14 anfíbios, dois mamíferos e uma ave.
Sapo [Limnonetes megastomias], come pássaros e insetos.
A rã da espécie Limnonecter megastomias, descoberta na Tailândia, se alimenta de pássaros e insetos e utiliza suas duas pequenas presas como arma nos combates entre machos na época de acasalamento. No norte do Vietnã, foram descobertos um lagarto (Goniurosaurus catbaensis) com pele semelhante a de um leopardo e olhos alaranjados de gato, uma serpente (Cryptelytrops honsonensis) com a pele listrada e um pássaro (Stachyris nonggangensis) que não voa, preferindo apenas caminhar.
Víbora do corpo listrado [Cryptelytrops honsonensis].
A ONG alerta que somente 5% do habitat destas espécies está intacto e o aquecimento global acelera o risco de extinção da fauna e flora. A região de 4.350 km ao longo do rio Mekong se estende do sudoeste da China pelo Vietnã, Laos, Camboja, Tailândia e Mianmar.
Fonte: TERRA
Ilustração Paul Bransom (1885-1979), copyrighted 1940.
Coelho Neto
A árvore não é só o enfeite da terra; ora em flor, ora em fruto, ela é a purificadora do ar que respiramos, a garantidora do manancial que jorra para nossa sede e para rega das lavouras. Movendo docemente os seus ramos, trabalha como fiandeira do sol: recebendo na copa os raios ardentíssimos, desfia-os em brando calor, agasalhando assim os que se chegam à sua sombra.
Ela é medicina e é beleza frondejando à beira da nossa morada, e ainda é confidente dos nossos pezares e alegrias, quando, sob seus galhos, recordamos saudades ou edificamos no sonho.
Assim é a árvore viva.
Morta, ela é tudo — o princípio e o fim: berço e esquife, e, entre esses dois polos, tudo é árvore — a casa e o templo, o leito e o altar, o carro que roda nas terras lavradas, o navio que sulca os mares, o cabo da enxada, a haste da lança, e tantos outros utensílios da vida. Matar a árvore é estancar uma fonte. Onde se devastam as florestas estende-se o deserto estéril — resseca-se o terreno, os rios minguam, somem-se os animais. Assim, a árvore, sendo beleza, é ao mesmo tempo, a fiadora da vida.
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Em: Apologia da árvore, de Leonam de Azeredo Penna, Rio de Janeiro, IBDF: 1973.
Foto: Ali Jarekji/Reuters
Há um mês, a rotina dos funcionários do zoológico da Jordânia mudou. O setor de felinos ganhou dois novos moradores –e uma mãe que é uma fera.
A fêmea Tamara deu à luz gêmeos no começo de agosto. Protetora, a leoa não sai de perto de seus filhos.
Tamara ruge para afugentar pessoas e não sai de perto de seus dois filhotes, nascidos no mês passado
Nem na hora das refeições ela sai de seu posto –come os pedaços de carne jogados pelos tratadores ali mesmo, em frente às crias.
O zoo fica nas proximidades de Amã, capital do país.
FONTE: FOLHA ONLINE
PS: Acho que se eu tivesse filhotinhos tão fofos como os dela, ficaria brava também de alguém chegar perto!