Imagem de leitura — Paul Chabas

1 06 2015

 

 

Chabas 400506546Senhora à beira-mar, 1890

Paul-Émile Chabas (França, 1869-1937)

Óleo sobre tela, 37 x 55 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Glênio Bianchetti

31 05 2015

 

Glênio Bianchetti (Brasil, 1928), Lourenço, ast,Lourenço

Glênio Bianchetti (Brasil, 1928)

acrílica sobre tela





Imagem de leitura — Haddon Sundblom

28 05 2015

 

Haddon Sundblom ...Ele acha que é tão grande…, 1928

Haddon Sundblom (EUA, 1899-1976)

óleo sobre tela, 88 x 75 cm

[óleo preparatório para a propaganda do produto Cream of Wheat]

Em leilão.





Imagem de leitura — Frans Smeers

19 05 2015

 

frans-smeersMenina lendo, 1916

Frans Smeers (Bélgica, 1873-1960)

óleo sobre madeira, 23 x 16 cm

Coleção Particular

 





Imagem de leitura — Victoria Harchencko

18 05 2015

 

 

Harchencko VictoriaPoema, 2008

Victoria Harchencko (Rússia, 1978)

óleo sobre tela, 123 x 80 cm

Victoria Harchencko





Imagem de leitura — Einar Jolin

17 05 2015

 

Einar Jolin Young Woman Reading an Art MagazineJovem lendo revista de arte, 1919

Einar Jolin (Suécia, 1890-1976)

 





Imagem de leitura — Laura Coombs Hills

12 05 2015

 

 

laura-coombs-hills-fire-opal-1899-1352149401_orgOpala ardente [Retrato de  Grace Mutell], 1899

Laura Coombs Hills (EUA, 1859- 1952)

óleo sobre tela, 15 x 12 cm

Museu de Belas Artes de Boston





Imagem de leitura — Robert Lewis Reid

10 05 2015

 

 

robert reidRetrato de menina, 1919

Robert Lewis Reid (EUA, 1862-1929)

óleo sobre tela, 111 x 90 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Frank Weston Benson

9 05 2015

 

 

Afternoon_in_September_oil_1913_Frank_Weston_BensonUma tarde em setembro, 1913

Frank Weston Benson (EUA, 1862-1951)

óleo sobre tela, 64 x 76 cm

Museu de História Natural de Los Angeles





As doces rosas-dos-ventos, poesia de Stella Leonardos

1 05 2015

 

 

vendedor-de-cataventos, sérgio bastosVendedor de cataventos, Sérgio Bastos.

 

 

As doces rosas-dos-ventos

 

Stella Leonardos

 

 

— Onde estás, vendedor de pirulitos,

Fazedor das ventoinhas de papel?

Daqueles cataventos tão bonitos?

Daquelas gostosuras cor de mel?

Tu que adoças as ruas com teus gritos

E que marcas os ventos nas calçadas:

Me dá de novo os sonhos infinitos

Das tuas rosas que são quase aladas!

— Queres minhas ventoinhas? Há-de tê-las.

Criança grande! Por que te agradam tanto?

— Não são ventoinhas: são almas de estrelas

De um céu ingênuo que foi céu de encanto.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.79