Carnaval lendo!

21 02 2017

 

 

 

pascual-carlos-esteban-argentina-1938a-leitora2001-acrilica-sobre-tela55x46cmA leitora, 2001

Pascual Carlos Estebán (Argentina, 1938)

acrílica sobre tela, 55 x 46 cm

 

 

Pensa em passar o Carnaval em casa lendo?  Aqui vão algumas sugestões de leitura.  Uns livro são mais grossos do que outros.  Você terá que ver quantos dias de folga irá dedicar à leitura. Procure pelas sinopses on line.

Todos os livros aparecem em catálogos online de grandes livrarias, mesmo não tendo sido publicados em 2017.

 

Pequena joia da literatura japonesa:

O fuzil de caça, Yasushi Inoue, São Paulo, Estação Liberdade: 2010, 112 páginas

 

Livro leve e romântico, quase um conto de fadas francês:

A caderneta vermelha, Antoine Laurain, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2016, 134 páginas

 

Livro com pegada histórica, sobre adaptação a um novo ambiente, bom astral:

A garota de Boston, Anita Diamant, São Paulo, Nversos: 2016, 240 páginas

 

Livro não ficção que faz pensar, aprender e é de fácil leitura:

Sapiens, uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari, Porto Alegre: 2015, 462 páginas

 

Livro que virou filme:

Um homem chamado Ove, Fredrik Backman, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2015, 352 páginas

 

Livro brasileiro histórico/suspense/ação:

O romance inacabado de Sofia Stern, Ronaldo Wrobel, Rio de Janeiro, Record: 2015, 256 páginas

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Imagem de leitura — Ferdinand Waldmüller

21 02 2017

 

 

 

ferdinand-waldmuller-young-women-reading-a-letter-1841

Moças lendo carta, 1841

Ferdinand Georg Waldmüller (Áustria, 1793-1865)

óleo sobre tela, 99 x 82 cm





Carnaval: visita aos sebos, livros com menos de 200 páginas

20 02 2017

 

 

 

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Jovens no penhasco, 1923

Rowland Wheelwright (GB, 1870-1955)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

 

 

O Carnaval está chegando.  Ainda há tempo de escolher o que ler nos dias de férias.  Os sebos físicos ou virtuais são lugar perfeito para encontrar aquele livro que você poderia ter lido há tempos!  Aqui vai uma lista dos livros que você pode achar nos sebos do Brasil e para leitura no Carnaval. Todos têm menos de 200 páginas e têm impacto garantido, cada qual no seu gênero.  Procure as sinopses na internet e veja aquele que mais se encaixe com as suas preferências.  Sim, eu já li todos.

 

Literatura Brasileira

Vermelho Amargo, Bartolomeu Campos de Queirós, Cosac Naïf: 2011, 75 páginas  — FICÇÃO

Deserto, Luís S. Krausz, Benvirá: 2013, 149 páginas – MEMÓRIAS/FICÇÃO

Nihonjin, Oscar Nakasato, Benvirá: 2011, 176 páginas — FICÇÃO

O pintor de retratos, Luiz Antônio de Assis Brasil, L&PM: 2003, 182 páginas — FICÇÃO

A vida não é justa, Andréa Pachá, Nova Fronteira: 2012, 192 páginas – CRÔNICAS

Jornada com Rupert, Salim Miguel, Record:2008, 176 páginas, FICÇÃO

Concerto Campestre, Luiz Antonio de Assis Brasi, L&PM: 1997, 176 páginas — FICÇÃO

 

Literatura Estrangeira

Balzac e a costureirinha chinesa, Dai Sijie, Alfaguara: 2007, 168 páginas – FICÇÃO

O último amigo, Tahar Ben Jalloun, Bertrand Brasil: 2006, 128 páginas — FICÇÃO

O livro secreto, Grégory Samak, Intrínseca: 2015, 176 páginas — FICÇÃO

O leitor do trem das 6h27, Jean-Paul Didierlaurent, Intrínseca: 2015, 176 páginas – FICÇÃO

Na praia, Ian McEwan, Cia das Letras:2007, 136 páginas – FICÇÃO

O sentido de um fim, Julian Barnes, Rocco: 2012, 160 páginas – FICÇÃO

Tua, Claudia Piñeiro, Verus: 2015, 140 páginas – POLICIAL

Te tratarei como uma rainha, Rosa Montero, Nova Fronteira: 2014, 192 páginas FICÇÃO

A acompanhante, Nina Berberova, Imago: 1997, 97 páginas – FICÇÃO

As brasas, Sándor Márai, Companhia das Letras: 1999, 176 páginas – FICÇÃO

Amsterdam, Ian McEwan, Companhia das Letras: 2012, 192 páginas — FICÇÃO

O aprendizado da srta. Beatrice Hempel, Sarah Shun-lien Bynum, Rocco: 2011, 192 páginas — CONTOS

As avós, Doris Lessing,  Companhia das Letras: 2007, 97 ´páginas — FICÇÃO

Uma bela escapada, Anna Gavalda, Rocco: 2011, 144 páginas — FICÇÃO

A casa de papel, Carlos Maria Dominguez, Francis:2006, 104 páginas — FICÇÃO

Os da minha rua, Ondjaki, Língua Geral:2007,  160 páginas — FICÇÃO

O testamento do Senhor Napumoceno, Germano Almeida, Companhia das Letras: 2000, 160 páginas — FICÇÃO

A trégua, Mário Benedetti, Alfaguara:2007, 179 páginas — FICÇÃO

Bom dia, camaradas!, Ondjaki, Agir: 2006, 144 páginas — MEMÓRIAS/FICÇÃO

Nuvens de pássaros brancos, Yasunari Kawabata, Nova Fronteira: 1969, 190 páginas — FICÇÃO





Imagem de leitura — Anita Klein

19 02 2017

 

 

 

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Novos óculos de leitura

Anita Klein (Austrália, 1960)

Gravura, 60 x 40 cm





Imagem de leitura — Franz Wiegele

12 02 2017

 

 

 

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Leitora

Franz Wiegele (Áustria,  1887-1944)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Luigi Mussini

8 02 2017

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Torquato Tasso lendo um poema para Isabela D’Este

Luigi Mussini (Itália, 1813-1888)

óleo sobre tela

Galeria de Arte Moderna, Florença

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Imagem de leitura — Shane Sutton

6 02 2017

 

 

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New York Subway, 2009

Shane Sutton (Irlanda, contemporâneo)

Óleo sobre tela, 100 x 70 cm





Imagem de leitura — Tala Madani

5 02 2017

 

 

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A lição, 2014

Tala Madani (Iran, 1981)

óleo sobre tela, 96 x 62 cm





Praça Tahrir, texto de Alexandra Lucas Coelho

5 02 2017

 

 

11126Grafite próximo à Praça Tahrir no Cairo, autoria desconhecida.

 

 

 

“A praça Tahrir é a grande rotunda do Cairo, uma rosa dos ventos onde em dias de trânsito normal os carros se cruzam entre ocidente e oriente, norte e sul.

Na ponta norte, o Museu Egípcio, atração de turistas que talvez esqueçam o nome do enigmático Akhenaton mas não esquecerão o tesouro do seu filho Tutankhamon. Na ponta sul, os vinte andares e corredores do Mugamma, colosso temível da burocracia egípcia. Para oriente, a Universidade Americana do Cairo, que há décadas forma as elites locais. E, mais para oriente, a Sharia Tahrir ou a Talaat Harb, ruas de belas fachadas art déco impregnadas de fuligem, com cafés onde os homens se sentam a fumar narguilé.

Aqui vinha todas as manhãs Naguid Mahfouz, o mais reconhecidoo romancista árabe, Prêmio Nobel em 1988. No café Ali Baba lia os jornais e recebia quem aparecesse, com quem abre a porta de casa. E foi por aqui que Gabal Abdel Nasser planejou a sua revolução republicana de 1952.

Centrípeta e pulsante a praça Tahrir é o destinoo natural de uma revolução.”

 

 

Em: Tahrir: os dias da revolução no Egito, Alexandra Lucas Coelho, Rio de Janeiro, Língua Geral:2011, páginas 15-6.

 

 

 

 

 

 





Imagem de leitura — Neil Hollingsworth

2 02 2017

 

 

neil-hollingsworthhistoria-de-sereias-aquarelaHistória de sereias

Neil Hollingsorth (EUA, 1954)

aquarela