Trabalhando em todas as frentes…
12 12 2024Comentários : Leave a Comment »
Tags: Em busca do tempo perdido, Jairene Camilo, Ladyce West, Marcel Proust, Nadyr Carvalho, Nancy de Souza, No Caminho de Swann, Tana Moreano, Thereza Pessanha
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Falta um mês para o Natal!
16 11 2024Livro na Amazon em dois formatos: papel e eletrônico
Dá tempo de comprar e surpreender quem receber este presente!
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Tags: À meia voz, Ladyce West, LIVROS, Natal, Poesia, Presente de Natal
Categorias : LIVROS, Poesia
Essa capa traz que palavras à sua mente?
2 11 2024Queridos seguidores e leitores:
Escolhi entre mais opções esta capa para meu próximo livro de poemas. Como no meu livro anterior a capa será com um quadro. Não sei se ainda vai ficar com o titulo onde está, embaixo, se estas serão as fontes usadas… ou se o titulo vai lá para cima. Estou nos primeiros estágios dessa nova publicação. Mas gostaria de saber de vocês quais três palavras esta imagem sugere para vocês ao verem essa capa. Será de grande ajuda para mim. Muito grata.
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Tags: capa, Caza Vazia, enquete, Ladyce West, Poemas, Poesia Brasileira
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Dia a dia…
10 10 2024Comentários : Leave a Comment »
Tags: Dia a dia, Escritoras, Ladyce West, Letícia Cardinali, Monique Machado
Categorias : Fotografia
Dia a dia…
24 08 2024
Ontem foi dia de encontro memorável: nós quatro, escritoras cariocas, que nem sempre moramos no Rio de Janeiro, nos encontramos para um excelente bate-papo, muito esperado e inspirador que durou um pouco mais de quatro horas. Que venham mais.
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Tags: Ladyce West, Lenah Oswaldo Cruz, literatira brasileira, Nancy de Souza, Tana Moreano
Categorias : literatura, Literatura Brasileira
Dia a dia…
24 07 2024Segunda-feira, dia 22 de julho. Com Dany Sakugawa do THE BOOK BUSINESS, no estúdio do podcast Criadores de Casos.
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Tags: Criadores de Casos, Cristina Teixeira, Dany Sakugawa, Dia a dia, Ladyce West, Podcast
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Rue Laffitte, Paris, texto de Ambroise Vollard
21 07 2024
Naquela época a Rua Laffitte era a rua dos quadros. Se você ouvisse alguém dizer, “vou dar uma volta na Rua Laffitte,” poderia ter certeza de que era um colecionador de quadros. Por outro lado, quando Manet dizia, “Seria uma boa coisa ir à Rua Laffitte,” ou Claude Monet perguntava, “Por que ir à rua Laffitte?” eles queriam dizer respectivamente, que era uma boa coisa ou que era sem propósito, para um pintor se familiarizar com seus colegas artistas.
Degas gostava de ir lá quando havia terminado o trabalho do dia. Ia de ônibus “Pigalle-Halle-aux-Vins”, e voltava da mesma maneira. Um dia eu o vi de pé fora da loja do jovem Bernheim, na qual dois Corots e um Delacroix estavam à mostra. Veio até minha loja quando me viu. “Diga-me Vollard”, disse,”quanto você acha que uma coisa como aquela vale?” Confessei minha ignorância. “Bem, vou ter que descobrir. Vou lá fazer uma oferta agora mesmo.” Ele voltou momentos depois, “Sem sorte! Os Corots foram vendidos; mas tenho a intenção de ter o Delacroix!”
E ele comprou. Um dia quando fui vê-lo na hora do almoço, ouvimos vozes no hall, e Zoë veio às pressas à sala de jantar: “Senhor! É o Delacroix!” Degas se levantou com o guardanapo ainda no pescoço e me deixou de lado.
(Tradução, Ladyce West)
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In those days the rue Laffitte was the rue des tableaux. If you heard a man say, “ I’m going to take a turn in the rue Laffitte,” you might be sure he was a collector of pictures. On the other hand, when Manet said, “It’s a good thing to go to the rue Laffitte,” or Claude Monet asked, “ Why go to the rue Laffitte? ” they meant respectively that it was a good thing, or that it was useless, for a painter to keep in touch with his fellow-artists.
Degas liked going there when he had finished work for the day. He went by the omnibus “ Pigalle-Halle-aux-Vins,” and came back the same way. One day I saw him standing outside Bernheim junior’s shop, in which two Corots and a Delacroix were on view. Catching sight of me he came into my shop. “ Tell me, Vollard,” he said, “ how much do you suppose things like that are worth? ” I had to confess my ignorance. “ Well, I’ll have to find out. I’ll go and make a bid for them straight away.” He came back a moment later. “ Bad luck! The Corots are sold; but I mean to have the Delacroix!”
And he got it. One day when I had gone to see him at lunch-time, we heard a sound of voices in the hall, and Zoë came hurriedly into the dining-room : “ Monsieur ! It’s the Delacroix ! ” Degas got up with hisnapkin around his neck, and deserted me then and there.
-.-.-.-.-.
Em: Recollections of a Picture Dealer, Ambroise Vollard, Dover Fine Art, History of Art, 2011, edição eletrônica, sem menção do tradutor do francês para o inglês.
Rue Laffitte, Paris, por volta de 1900. Destacado à esquerda fachada de uma das galerias de arte.
Rua Laffitte, Paris, 1949
Jean Dufy (França, 1888-1964)
guache e aquarela sobre papel, 60 x 48 cm
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Tags: Ambroise Vollard, Artes Plásticas, Artes Visuais, Belas Artes, Claude Monet, Edgar Degas, Eugène Delacroix, Ladyce West, Rue Laffitte
Categorias : Artes Plásticas, Pintura
A atenção para a data…
13 07 2024Comentários : Leave a Comment »
Tags: Bate-papo, Cássio Felipe Rogalski, Jornalista Cássio Felipe, Ladyce West, Rida de Cuia
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Lembrando o caso dos portões…
20 06 2024Portão, 2005
Amira Bessone (Líbano-Brasil, 1927)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Revendo a postagem de domingo, das paisagens com portões, eu me lembrei de um fato curioso. Nos anos 90 quando eu tinha uma galeria, nos Estados Unidos, no fundo da galeria, em outra salinha coloquei uma arca (a palavra mais acertada é bin, em inglês, comum em galerias de arte) onde desenhos, aquarelas, gravuras de artistas não necessariamente associados à galeria, mas de boa qualidade, são apresentados ao público para compra imediata. São trabalhos de custo menor, que já vêm com paspartur neutro, embrulhados em acetato, em tamanho padrão para compra de moldura nos tamanhos existentes no mercado. Essas gravuras, pequenas aquarelas, desenhos a nanquim, lápis, pastel, carvão podem ser de artistas renomados, mas que por serem de pequenas dimensões têm o preço acessível a maior número de compradores.
Há épocas como a das festas de final de ano, ou nos dias letárgicos do verão, em meio ao calor excessivo, comum em alguns lugares do hemisfério norte, o comércio que depende da venda de artigos de luxo, como obras de arte, produtos menos acessíveis ao bolso do consumidor comum, penam para manter um mínimo de fluxo de caixa. Tendo isso como parâmetro, a sobrevivência confortável vai depender da imaginação do galerista. Ele pode organizar exposições mais acessíveis ou acarinhar a fiel clientela oferecendo brindes (também dispendiosos, não estou falando de chaveirinho). Tenho na verdade, deliciosas histórias para contar sobre esses períodos anuais, quando a imaginação do galerista, e desta que vos fala, precisa se expandir e abraçar ideias nunca dantes imaginadas.
Sou uma pessoa que me programo. Depois que dirigi a primeira galeria de arte (que não era minha) eu me tornei ainda mais cautelosa com a organização do futuro, infelizmente algo nem sempre encontrado por aqui, talvez não por completa culpa nossa, mas pelas incertezas do país. Vou dar um exemplo: exposições em galerias de arte, mesmo fora de Nova York, Los Angeles, Chicago ou Miami, são programadas com um ano de antecedência. Isso dá ao galerista e ao artista tempo de preparar, divulgar e fazer um bom trabalho, inclusive contatar e fomentar o interesse de possíveis compradores.
Eu estava sempre à procura de arte de excelente qualidade, que pudesse vir a ser apresentada e vendida a partir de novembro até meados de janeiro e depois no meio do verão, todo o mês de julho. Seriam presentes para um anfitrião numa casa de campo, onde se passa um fim de semana, ou lembrança de Natal para um profissional a quem se deve um referência comercial. Obras menos caras do que as habituais telas ou esculturas da galeria, mas mesmo assim artigos de luxo, nem sempre cabendo no orçamento familiar mensal. Eram obras de excelentes artistas, menos conhecidos. Isso às vezes até me servia para testar o mercado, para testar a expansão do gosto da minha clientela. Galeristas têm que saber o que cada um de seus clientes deseja, no que se interessa em comprar. Não há sorte. O segredo é sempre a informação e cultivo do cliente.
Ter uma galeria de arte, não é só um comércio. É principalmente um serviço. Seu papel é aquele de ajudar o comprador a achar aquilo que ele quer. E se necessário, educar esse comprador. É um trabalho muito além do pendurar na parede um quadro ou colocar uma escultura em determinada posição na sala.
Pois bem, nessa procura constante por obras que pudessem ser vendidas nos períodos de “vacas magras” que todo galerista sabe muito bem quais são, houve um ano, em que comprei, para revenda, três séries de aquarelas de um artista no NE dos EUA. Cada série era composta por aquarelas que iam gradativamente da representação realista da mesma cena à abstração total, da paisagem original. As séries eram compostas por seis ou sete obras, já não me lembro o número, todas aquarelas.
Uma dessas sequências era dedicada a representação de um muro com um portão e algumas flores se debruçando sobre este muro. As cores eram tênues como cabe bem aos pintores do nordeste dos EUA. E ao final da série chegávamos a uma pintura totalmente abstrata da mesma cena. Um de meus clientes quando viu a cena, me disse, “… mas esse pintor não deve ser americano, porque esse interesse por flores em cima de muros é um tema que a gente encontra no México, não nos EUA.” Fiquei surpresa. Como assim, eu tinha conversado com o pintor, eu tinha comprado a série no seu ateliê na Nova Inglaterra. Ele não era mexicano. Não vendi a série para este senhor, mas eventualmente vendi as três séries separadamente.
No ano seguinte, numa conversa telefônica com o artista, cultivo que o galerista também deve fazer, soube que este americano, nascido em New Hampshire, tinha passado a infância, até os doze anos no México. Calculei naquele momento que essa apreciação por muros, portões e flores talvez seja mais cultural do que imaginamos. E que até mesmo eu, criada e educada no Brasil, provavelmente retinha esse gosto pelo tema. Desde então, toda vez que vejo um portão com flores próximas ou um muro com buganvílias tomando o espaço da rua eu me lembro do viés deste gosto latino. Às vezes traímos nossas raízes, sem saber como!
©Ladyce West, junho 2024
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Tags: ARTE BRASILEIRA, Artes Plásticas, Artes Visuais, Belas Artes, Ladyce West
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Dia a dia…
16 06 2024Feirinha do Posto 6 — um quarteirão começando na praia. E você encontra quase tudo de que precisa num domingo de manhã. Rua Rainha Elizabeth da Bélgica.
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Tags: Dia a dia, fotografia, Ladyce West
Categorias : Fotografia
















