Em casa: Philip Connard

4 01 2026

Um interior em Chelsea, 1914

Philip Connard (Inglaterra, 1875-1958)

óleo sobre  tela,  101 x 75 cm

Galeria Oldham, Reino Unido





Em casa: Isabel Codrington

7 12 2025

Na cozinha, 1927

Isabel Codrington (Inglaterra, 1874-1943)

óleo sobre tela

Russell-Cotes Art Gallery & Museum, Bournemouth





Imagem de leitura: Philip Connard

26 11 2025

Sir Somerset A. Gough-Calthorpe, 1918

Philip Connard (Inglaterra, 1875-1968)

óleo

Imperial War Museums,  Inglaterra

 





Imagem de leitura: Elizabeth Adela Stanhope Forbes

27 10 2025

Meio das férias, Alec em casa em férias, 1909

Elizabeth Adela Stanhope Forbes (Canadá-Inglaterra, 1859-1912)

óleo sobre tela, 122 x 97 cm





Em casa: Walter Dendy Sadler

2 02 2025

A felicidade das memórias [Retrato de uma senhora à sua escrivaninha]

Walter Dendy Sadler  (Inglaterra, 1854-1923)

óleo sobre tela, 57 x 41 cm

Burton Art Gallery e Museu, Bideford, Inglaterra





Em casa: Lucy Almey Bird

12 05 2024

Longo, o quão longo?

Lucy Almey Bird (Inglaterra, 1973)

acrílica sobre tela colada em cartão,  35 x 43 cm





Par de vasos chineses …

5 04 2024
Par de vasos chineses, vendido em leilão

 

 

 

Há algo romântico, que não consigo resistir, e portanto passo para vocês, em notícias como esta que me chegou, hoje, através de um email da Artnet. Este par de vasos, na fotografia acima, foi encontrado em uma residência na Inglaterra.  O dono, um homem nos seus trinta e tantos anos, limpava a casa de sua mãe em Portsmouth.

Esses vasos não são imponentes; têm um pouco menos de 25 cm de altura.  São,  como vemos, arredondados (por isso chamados de “moon flasks” [frascos de lua]. São em porcelana e têm decoração em azul com representações de morcegos e pêssegos.  Por que?  Porque esse animal e essa fruta têm importante simbologia na cultura chinesa.  Morcegos representam fortuna, virtude, saúde, felicidade e uma morte tranquila.  Pêssegos, se referem à longevidade, associados  ao deus da vida longa, Shoulin, na religião Taoista. Pêssegos também representam saúde e felicidade e são um símbolo popular da primavera.

Mas nada disso, explica o que acho romântico sobre esses vasos.  O homem que os encontrou pensou que eram bonitos, mas nunca imaginou que fossem ser motivo de uma guerra de lances no leilão para onde ele havia mandado alguns pertences de sua mãe.  Não pensou também que ele poderia fazer a reforma na casa, de que precisava, e no mesmo ano sair de férias, graças a esses vasos chineses porque suas economias não davam para tanto exagero.

Inicialmente o herdeiro dos vasos levou-os a um antiquário.  Este, na dúvida, consultou o leiloeiro regional Nesbit que aceitou os vasos para venda como reproduções  contemporâneas de vasos do século XVIII, mesmo apresentando marcas de Qianlong, 5º imperador manchu da dinastia Qing.  Isso porque há no mercado tão boas cópias com as mesmas marcas,feitas pelos próprios chineses de obras que eles mesmos produziram em séculos passados que provar que algo é antigo às vezes se torna extremamente difícil. Os vasos foram a leilão com o lance inicial de £100 (cem libras) [R$640].  E como todo bom leiloeiro dos dias de hoje, o catálogo com as fotos foi para a web.

No momento que as fotos atingiram o mercado um interesse fora do comum sobre esses vasos fez-se sentir, antes do leilão. O leiloeiro chamou um especialista que verificou que os vasos seriam, de fato, do século XVIII.  Quando o leilão aconteceu, em vinte minutos, um comprador chinês, levou os vasos pela quantia de £327.000 [2.093.856,21, hoje].  Um vendedor muito feliz, tenho certeza, poderá fazer a reforma na casa e ainda tirar as férias que planejava. 

 

 

Marca nos vasos da dinastia Qing




Em casa: Walter Bonner Gash

4 02 2024

Lavando a louça, c. 1925

Walter Bonner Gash (Inglaterra, 1869-1928)

óleo sobre tela

Coleção Particular

 





Imagem de leitura: Henry Fuseli

26 01 2024

Mulher com cachos sentada lendo, c. 1796

Henry Fuseli (Suíça, 1741-1825)

Desenho e aquarela, sobre carvão e traços de giz vermelho, sobre papel,

Zurich Kunsthaus, Zurique





Eu pintor: David Hockney

17 11 2023

Autorretrato, novembro 2021

David Hockney (Inglaterra, 1937)

acrílica sobre tela