Minutos de sabedoria : Niceto Alcalà Zamora

11 10 2016

 

 

christian-arnold-lesende-frau-1908-ostLeitora, 1918

Christian Arnold (Alemanha, 1889-1960)

Aquarela

 

 

“Os ataques da inveja são os únicos em que o agressor, se pudesse, preferia fazer o papel da vítima.”

 

Niceto Alcalà Zamora

 

 

zamora-smNiceto Alcalà Zamora (1877-1949)

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Imagem de leitura –Károly Ferenczy

8 10 2016

 

 

karoly-ferenczy-hungarian-b-1862-1917outubro-1903-ost-budapest-magyar-nemzeti-galeriaOutubro, 1903

Károly Ferenczy (Hungria,1862 – 1917)

óleo sobre tela,

Budapest, Magyar Nemzeti Galéria

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Imagem de leitura — Terry Oakes Bourret

6 10 2016

 

 

terry-oakes-bourret-eua-2015red-hat-lady-2004-24x18-inSenhora do chapéu vermelho, 2004

Terry Oakes Bourret (EUA, 1944-2015)

óleo sobre tela, 60 x 45 cm

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Minutos de sabedoria: Miguel Torga

5 10 2016

 

 

lost-pocketbook-night-train-sally-storchBolsa perdida, trem noturno, 2005

Sally Storch (EUA, 1952)

óleo sobre tela, 75 x 75 cm

 

 

“Viajar, num sentido profundo, é morrer. É deixar de ser manjerico à janela do seu quarto e desfazer-se em espanto, em desilusão, em saudade, em cansaço, em movimento, pelo mundo além.”

 

Miguel Torga

 

torga-miguelMiguel Torga (1907-1995)

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Imagem de leitura — Ira Tsantekidou

5 10 2016

 

 

ira-tsantekidou-grecia-1967noite-azul2005-ost-80x90Noite azul, 2005

Ira Tsantekidou (Grécia, 1967)

óleo sobre tela, 80 x 90 cm

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Imagem de leitura — Fanny Caillé

3 10 2016

 

 

fanny-caille-franca-1850-1900-femme-lisant-ou-reverie-ostMulher lendo

Fanny Caillé (França, 1850-1900)

óleo sobre tela

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Imagem de leitura — Alexander Mann

2 10 2016

 

 

alexander-mann-1853-1908-escociaRetrato de Helen Gow

Alexander Mann (Escócia, 1853 – 1908)

óleo sobre tela





Resenha: “Que ninguém nos ouça” de Leila Ferreira e Cris Guerra

1 10 2016

 

 

david-hettinger-in_her_room-ostEm seu quarto

David Hettinger (EUA, 1946)

óleo sobre tela

www.dhettingerstudio.com

 

 

Gosto de sair da minha zona de conforto na leitura. Mesmo assim repito tendências.  Além de ficção literária leio biografias, história, ficção histórica, ensaios, crônicas e contos, crônicas de viagem. Cheguei a Que ninguém nos ouça através da recomendação de um amigo, já que ando à procura de boas obras brasileiras que não exijam um PhD em niilismo para serem apreciadas. Seleciono livros para o projeto Eu também leio, de incentivo à leitura. Por isso, alargo meus horizontes, sobretudo no âmbito nacional.

Desde que passamos a nos comunicar eletronicamente filmes e livros têm refletido essa atividade.  No cinema, Mensagem para você (1998) foi um grande sucesso entre comédias românticas do final do século. Há muitos livros que usaram o mesmo conceito de trocas de emails, como parte da trama. Todos seguem a antiga tradição de romances epistolares entre os quais está As relações perigosas do francês Chordelos de Laclos, tão ao gosto das intrigas de alcova do século XVIII. Essa obra teve um renascimento depois que foi adaptada para o teatro e mais tarde alvo de uma série televisiva. Usando a mesma técnica epistolar, adaptada ao email,  li num passado próximo,  A pesca do salmão no Iêmen, de  Paul Torday, que também se tornou obra cinematográfica e a deliciosa obra de Fal Azevedo, Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite, merecedora de mais atenção do que recebeu desde que foi publicada em 2007.

 

 

que_ninguem_nos_oua_1457784582571241sk1457784582b

 

Careço entender o sucesso de Que ninguém nos ouça. Situada tanto na tradição epistolar quanto na corrente brasileira de crônicas do cotidiano, essa publicação não chega a satisfazer qualquer dessas categorias. Falta-lhe fundura.  Trata-se de uma coletânea de emails entre duas mulheres desprovida de argúcia ou estilo. Precisava de um bom editor, que se dedicasse à eliminação de repetições, que sugerisse cortes para maior realce a textos de interesse geral.  Leitores citam leveza e simplicidade como qualidades do livro.  Uma obra despretensiosa não precisa ser rasa para ter charme. Magnetismo vem justamente da frase bem aplicada e significativa, sem dar espaço ao lugar comum.  Infelizmente a chamada sabedoria, filosofia de vida, mencionada pelos leitores deste livro não passa de frases para cartões de aniversário, de amizade, de apoio ao amigo em apuros, frases usadas em cartões vendidos em papelarias de bairro. Elas também servem para postagem nas páginas do Facebook, como truísmos ou verdades incontestáveis. A obra é repleta dessas banalidades. As trivialidades são intermitentes.  E as situações cotidianas descritas pelas autoras pintam clichês que não atiçariam a curiosidade do mais dedicado voyeur.

 

 

foto-cris-e-leilaLeila Ferreira e Cris Guerra

 

Entendo que essa publicação não tem objetivo de obra literária, ainda que suas autoras sejam ambas escritoras. Temos maravilhosos mestres da crônica que abordaram assuntos triviais e conseguiram tornar esses pequenos ensaios verdadeiras obras de arte.  Seria bom se ambas as autoras tivessem se inspirado nesses mestres do cotidiano e desenvolvido uma obra de maior peso.

Não recomendo.

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Imagem de leitura — Eugeniusz Eibisch

28 09 2016

 

 

eugeniusz-eibisch-polonia-1895-1987-leitura-1953-tempera-guache-sobre-tela-48-x-31cmLeitura, 1953

Eugeniusz Eibisch (Polônia, 1895 – 1987)

tempera e guache sobre tela, 48 x 31cm

 

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Imagem de leitura — Jules Pascin

26 09 2016

 

 

jules-pascin-girl-in-blue-dress-on-sofa-reading-jules-pascin-circa-1922Garota de vestido azul no sofá, c. 1922

Jules Pascin (Bulgária/EUA, 1885-1930)

óleo sobre painel de fibra colado em madeira, 65 x 55 cm

The Barnes Foundation