Imagem de leitura — Lucile Blanch

1 09 2013

Lucile BlanchGittel, c, 1940

Lucile Blanch (EUA, 1895-1981)

Lucile Blanch nasceu em Minnesota em 1895, filha da pintora e litógrafa Lucille Linquist. Durante a Primeira Guerra Mundial ela estudou no Minneapolis School of Art com quem seria mais tarde seu marido,  Arnold Blanch. Lá conheceu outros artistas de maior renome tais como Harry Gottlieb e Adolf Dehn. Depois foi para Nova York onde se casou  com Arnold Blanch. Juntos ajudaram a construir a Colônia de Arte em Woodstock, no estado de Nova York. Divorciaram -se em 1935. Lucile Blanch faleceu em 1981.





Minuto de sabedoria — Florbela Espanca

22 08 2013

david emile joseph denoter_la_lectureA Leitura

David Émile Joseph de Noter (Bélgica, 1818-1892)

óleo sobre tela

Coleção Particular

“Ama-se quem se ama e não quem se quer amar.”

180px-Espanca_Florbela   Florbela Espanca





Imagem de leitura — Nikolai Petrovich Bogdanov-Belsky

19 08 2013

Nikolai Petrovich Bogdanov-Belsky (Russia 1868-Alemanha 1945) mulher lendo no jardim, 1915Mulher lendo no jardim, 1915

Nikolai Petrovich Bogdanov-Belsky (Rússia, 1868-1945)

óleo sobre tela

Nikolai Petrovich Bogdanov-Belsky nasceu em Smolensk Governorate em 1868. Estudou na Academia de Arte Semyon Rachinsky; aprendeu a pintar ícones na Troitse-Sergiyeva Lavra em 1883 e pintura moderna na Escola de Pintura Escultura e Arquitetura de Moscou de 1884 a 1889, indo depois aprimorar sua tecnica em São Petersburgo na Academia Imperial das Artes nos anos de 1894 e 1895. Na década de 1890 foi para a França onde estudou e ateliês particulares.  Especializou-se em pintura de gênero, concentrando-se no retrato de camponeses, retratos e na paisagem no estilo impressionista. Faleceu em Berlim em 1945.





Palavras para lembrar — Thomas Carlyle

17 08 2013

Nello Iovene, (Itália, 1935) O estudante, 1970,50 x 60O estudante, 1970

Nello Iovene (Itália, 1935)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

“A melhor universidade é uma boa coleção de livros”.

Thomas Carlyle





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

12 08 2013

???????????????????????????????Leitura de Mário Puzzo, Paço Imperial.




Por que o brasileiro está longe dos livros?

10 08 2013

Cyril Edward Power, (1872-1951)Tube, 1934, linocut,“Tube” [metrô], 1934

Cyrill Edward Power (Inglaterra, 1871-1951)

gravura em linóleo

Então, do Pará ao Rio Grande do Sul, o brasileiro lê em média 6 minutos por dia. É uma constatação devastadora.  A pesquisa, feita pelo IBGE, como noticiou o jornal O Globo ontem, mostra que lemos 5 vezes menos por dia do que os americanos durante a semana e 6 vezes menos do que eles durante o fim de semana.  Essa leitura inclui qualquer leitura. Não estamos falando simplesmente de romances, de entretenimento.  Dedicamos muito pouco tempo à leitura de qualquer coisa: jornal, texto científico, romance, texto histórico, matemático, poesia, ciências naturais, físicas, qualquer coisa, provavelmente até livros de culinária.

Agora, como é que queremos ir para frente?  Progredir?  Tornar este país competitivo?

Vejo com frequência nas redes sociais um enorme ressentimento contra os nossos vizinhos do norte, os americanos porque “querem dominar o mundo” culturalmente.  Mas, eles pelo menos se dedicam a aprender, a ler, a explandir os conhecimentos.  Domínio cultural, através de filmes, de livros, de programas de televisão acontece mesmo.  É subproduto de um país que se dedicou a uma educação generalizada para toda a população, de uma cultura que se dedicou ao estudo e à leitura.  De um país que dá todo o apoio possível à criatividade quer ela seja científica ou não.  Somos levados no cabresto por eles, sim, culturalmente.  Mas para lutar contra esse domínio, não adianta sair às ruas, nem pedir dinheiro para o governo bancar projetos culturais.  Porque os brasileiros nem sequer sabem da importância desses projetos.  Não sabem porque não lêem.  E niguém nasceu sabendo. E a única maneira de se complementar o que se conhece, o que se sabe é lendo.

Não é culpa da internet.  Hoje para se usar a internet, para se construir uma base de conhecimento que possa levar ao manuseio da internet, da cultura virtual, não se pode ser unicamente um usuário, um visitante das páginas sociais e bater papo com os amigos.  É um erro pensar que visitar os amigos nas redes sociais é dominar a internet, que é progresso.  Para que possamos realmente fazer uma contribuição para o mundo virtual, é necessário saber como virar esse conhecimento técnico a nosso favor.  E no entanto, sem ler, não chegaremos lá.

Não lemos. Portanto não expandimos os nossos cérebros, não aumentamos o nosso conhecimento pragmático ou emocional.  Estamos nos tornando, em passos rápidos, uma cultura de zumbis, de não pensadores.  Em compensação gostamos de vegetar em frente da televisão. 85% do tempo livre dos brasileiros é gasto em frente da televisão. Deixamos assim que outros pensem por nós.

Há horas que dá muito desânimo.

Fonte: Brasileiro passa muito tempo longe dos livros, O GLOBO





Imagem de leitura — Alberto Rafols Cullerés

8 08 2013

ALBERTO RAFOLS CULLERESLeitura, s/d

Alberto Rafols Cullerés (Espanha, 1892-1986)

óleo sobre tela





Imagem de leitura — Anna Boch

5 08 2013

Anna_Boch (Belgica,1848-1936)_-_Femme_lisant_dans_un_massif_de_RhododendronsSenhora lendo ao lado de um enorme rododendro, s/d

Anna Boch (Bélgica 1848-1936)

óleo sobre tela, 67 x 106 cm

Em leilão

Rosalie Anna Boch nasceu em Saint-Vaast, em Hainaut na Bélgica, em 1848. No início de sua carreira usou da técnica pontilhista. Mais tarde abraçou o impressionismo propriamente dito pelo resto de sua carreira.  Foi aluna de Isidore Verheyden  e também bastante influenciada por Théo van Rysselberghe, que conheceu no Grupo dos XX. Além de trabalhar como pintora, Anna Boch  colecionou telas impressionistas de artistas importantes, seus contemporâneos. Além disso, promoveu muitos jovens artistas, inclusive Vincent van Gogh a quem ela admirava por seu talento e que também era amigo de seu irmão Eugène Boch .  Vigne Rouge (O vinhedo vermelho), comprado por Anna Boch, acredita-se ter sido a única pintura de Van Gogh vendida durante a vida do artista.  A coleção de Anna Boch foi vendida após sua morte. Em seu testamento, ela doou o dinheiro para pagar a aposentadoria de amigos artistas pobres. Faleceu em Bruxelas, em 1936.





Brasil que lê — fotografia tirada em lugar público

3 08 2013

???????????????????????????????O Grande Gatsby, leitura em ônibus urbano, no Rio de Janeiro.

 





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

28 07 2013

???????????????????????????????Praça Santos Dumont, em frente ao Jóquei Clube, 21/07/2013.