Relicário de Santa Balbina, 1520-1530
Anônimo, provavelmente de Bruxelas, Bélgica
madeira, tinta e folha de ouro; 44 x 40 x 15 cm
Metropolitan Museum, Nova York
Relicário de Santa Balbina, 1520-1530
Anônimo, provavelmente de Bruxelas, Bélgica
madeira, tinta e folha de ouro; 44 x 40 x 15 cm
Metropolitan Museum, Nova York
Verso, Relicário de Santa Balbina, 1520-1530
Verso de espelho com grupo de falcoaria, 1330-1360
Marfim
Artesania francesa, 9,5 x 9,5 x 1 cm
Metropolitan Museum, Nova York
Muitos espelhos na época eram emoldurados em marfim esculpido por escultores denominados “pigniers” que também se especializavam em pentes. Entre os produtos mais populares dos eborários góticos, estavam os espelhos, em geral feitos aos pares para serem guardados virados um para o outro para proteger a superfície de metal polido, comumente vendidos em estojos de couro. O tema neste caso é uma atividade nobre, falcoaria, e indica que o espelho foi feito para um cliente aristocrático. Inventários medievais confirmam que esses objetos frequentemente pertenciam a famílias nobres.
Metropolitan Museum
Nota: eborário é a pessoa que trabalha esculpindo o marfim.
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Josep Granyer i Giralt (Espanha, 1899-1983)
Bronze
Barcelona
Giambologna (Florença, 1524-1608)
Mármore, 410 cm
Loggia della Signoria, Florença
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Formas em movimento [Pavan], 1956
Dame Barbara Hepworth (GB, 1903-1975)
Bronze, tiragem 7
108 cm de largura
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Auguste Rodin (França, 1840-1917)
Mármore, 182 x 122 x 153 cm
Tate Gallery, Londres
Jovens brincando, início do século III a. E. C.
Grécia Antiga, Corinto
barro pintado, 26 cm de altura
Hermitage, São Petersburgo
Maria Duglioli Barberini, 1626
Giuliano Finelli (Itália, 1601-1653)
Mármore
Louvre, Paris
David Reekie (GB, 1947)
Vidro moldado, madeira e metal
Victoria & Albert Museum, Londres
Anjo, c. 1750, Giovanni Maria Morlaiter (1699-1781),mármore, Santa Maria della Consolazione, Veneza

